Quando mudamos de cidade é saudável levar a criança para matar a saudade dos amigos?

Oi pessoal?

Que dilema este tema, né? Pois bem, na semana passada, passamos dois dias em Ribeirão Preto resolvendo alguns assuntos e nos deparamos com uma questão importantíssima: como reagir com a Chiara?!? Ela deu tanto trabalho de adaptação e, bem agora, depois de 5 meses da mudança, que tudo parece estar voltando à normalidade, vamos colocá-la novamente em desiquilíbrio emocional??? Afinal, rever os amigos é bom ou ruim???

Vocês podem imaginar como ficou a nossa cabeça… mas ao mesmo tempo, ela estava tão feliz de estar na cidade que ela nasceu…não parava de falar dos amigos, do local onde morava… tenho que confessar que não tinha noção nenhuma do que fazer!!! Meu marido queria poupá-la ao máximo… eu já queria tratar o assunto com naturalidade, ou seja, deixá-la rever as pessoas sem restrição e, no fim… o destino tratou de ajeitar a situação. Vocês devem estar se perguntando: como assim, Camila? Destino??? Isto mesmo! Já vou explicar…

O meu desejo era levá-la à escola para reencontrar os amigos e as professoras e levá-la ao condomínio onde morávamos para reencontrar os amigos de lá, mas em conversa com o maridão, cedi algumas coisas e ele outras… ou seja, sabíamos de duas pessoas que ela não poderia deixar de ver: seu super amigo GuiGui e a sua segunda mãe, a “Bá” dela (a Vânia, que cuidou dela desde que nasceu!) Se ela não os encontrasse, ela morreria hehehehe… Então, concordei em não levá-la à escola e ela passou uma tarde inteira com o amigo em um shopping e encontrou com a “Bá” logo que chegou. Pronto, as duas pessoas mais requisitadas garantidas!!! Agora, onde entra o destino? Como cedi na escola, o Juninho cedeu no condomínio, então ela iria ao condomínio comigo, mas a tarde foi tão intensa com o Gui que ela simplesmente, desmaiou de cansaço, não acordou por nada! Sem falar que a falta de tempo também foi um fator complicador, ou íamos nos locais na hora exata ou não íamos mais!

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No final das contas, ela pôde rever muitas pessoas que eram do convívio dela, mas ela não estava no meio onde ela vivia… que acredito que foi positivo… foi emocionante rever o Pediatra deles tão querido (Dr. Valentim), a nossa super cabeleireira (Fani), a nossa companheira de sempre…Tia Crisss, sem falar de amigos de tantos anos… que se fosse descrever, seria uma lista imensa! Foram todos encontros rápidos, mas que já serviu para nos sentirmos em casa! Sabemos que não deu tempo de rever nem 1/3 das pessoas que gostaríamos de visitar…

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Mas, afinal de contas, qual é a conclusão que podemos tirar desta situação? Foi bom ou ruim?

A meu ver, foi ótimo! Pois, em nenhum momento, ela refugou dizendo que queria voltar a morar em Ribeirão Preto ou chorar na hora de dizer tchau… Para dizer a verdade, parecia um”mini adulto”: ficou muito, mas muito feliz de rever as pessoas e contar das suas novidades de Santos e na hora de dizer tchau falou que estava esperando todo mundo nas férias! Linda, né?

Por um outro lado, descobri que ela está com uma queda de cabelo um pouco forte, que pode ser resultado de tudo que passou emocionalmente, portanto acredito que não ter dado certo tudo que estava proposto, foi bom também!

Outro ponto que acredito que ajudou muito, foi a super IRMÃ “Tatá” ter ido viajar no feriado conosco, afinal fazia mais de uma mês que não a víamos e todos estávamos com muitas saudades!

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Agora, a maior certeza de que tudo deu certo, foi hoje ela ir para a escola toda feliz porque queria contar aos seus amigos todas as novidades da semana passada!!!

Será que posso considerar a adaptação uma página virada??? Lógico que SENTIR SAUDADES é algo que faz parte de nós! E considero um sentimento positivo, afinal mostra que demonstramos afeto e amor para com as pessoas que nos rodeiam. Sentimos saudades não só das pessoas, mas também de locais, de épocas que já vivemos…

Qual é a opinião de vocês? Já passaram ou passam pela mesma situação? Vamos compartilhar nossas experiências… assim o coração de mãe fica mais calmo hehehehehe! um beijão e até mais…

 

 

 

Especial grávidas: quando surge o colostro?

 O post de hoje é dedicado para as gravidinhas de primeira viagem e que talvez já estejam desesperadas com este mito “de quantidade de leite que irão  produzir ou não”.
E este desespero já começa a aparecer quando temos a notícia que antes do leite aparecer, desce um líquido amarelado que os médicos chamam de COLOSTRO.
Como vocês já me conhecem bem, nem preciso falar que na gravidez da minha primeira filha, nem imaginava que isto surgia e muito menos sabia para que servia!!!  Só fiquei sabendo da existência, depois que a Chiara nasceu e que ela veio mamar a primeira vez. Foi neste momento que orientaram-me para não ficar desesperada que o leite só descia para valer depois de uns 5 dias e que esta substância amarelada era muito importante para os primeiros dias do recém-nascido.
COLOSTRO
Colostro armazenado – foto retirada da matéria do site: http://doulalondrina.blogspot.com.br/2012/11/o-que-e-o-colostro-quais-seus.html
Bom, como tudo que sei é por experiência, fui atrás da minha amigona e super profissional, a ginecologista Dra. Flávia Maciel de Aguiar, de Ribeirão Preto, do blog Gravidinhas e Mãezinhas para explicar  como é este processo do surgimento do colostro. Vejam o que ela escreveu:

“O colostro pode começar a ser produzido bem antes do parto, geralmente no último trimestre, ou só ser produzido após o parto. Varia muito de mulher para mulher, inclusive a quantidades que sai de colostro em cada mamada. A apojadura, que é a descida do leite, surge normalmente em 72 horas, mas pode ser antes ou vários dias depois.”

Bom, em poucas palavras, ela disse tudo! Portanto, não fiquem desesperadas se da prima, vizinha, amiga, cunhada….foi diferente do seu tempo!!! Cada um é cada um e digo mais: cada gestação é totalmente diferente da outra, ou seja, nao é porque você teve algo em uma que vai ter na outra, vice-versa. Não há regras inflexíveis.
O importante é relaxar e curtir o momento. E, se por acaso, tiver dificuldades com a amamentação, procure o banco de leite da sua cidade como escrevi AQUI! Elas são umas fofas e fazem questão de ajudar e receber ajuda!
Amamentar é algo divino que não pode ser associado  com sofrimento e sim com realização e satisfação de poder fornecer o melhor alimento ao seu filho! No começo nada é fácil, mas com o tempo específico de cada um, o bebê e a mãe se conhecem melhor e tudo se encaixa!!!
Vejam os benefícios deste líquido mágico:
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Como a CULPA te ajudou a mudar positivamente!!! Tema do mês Campanha “Culpa, Não!” da Revista Pais & Filhos

Oi gente!

Hoje o post é muito especial. Como todos sabem, eu curto e participo da campanha CULPA, NÃO! da Revista Pais & Filhos (https://www.facebook.com/#!/culpanao?fref=ts). Clique AQUI e   AQUI   para conferir outros links sobre este assunto.

 

E esta semana, fiquei muito feliz ao receber um convite para colaborar com meu depoimento sobre o tema da campanha deste mês: COMO A CULPA TE AJUDOU A MUDAR POSITIVAMENTE! Ou seja… CULPA, SIM! Ainda bem que surgiu a culpa… hehehehe

Bom, fiquei pensando em diversas situações que aconteceram e que me fizeram mudar de atitudes, mas o que me veio com significância foi o meu DESPREPARO TOTAL NA GRAVIDEZ da minha primeira filha: da Chiara.

Quando penso em tudo que aconteceu por imaturidade minha, surge uma culpa enorme, porém se me transformei nesta “SUPER MÃE” que me considero, acredito que este momento da minha vida foi o principal responsável por esta mudança.

Mas, o que aconteceu????

Bom, fiquei grávida sem planejar, afinal não tinha tempo para ter filhos, já que o trabalho estava em primeiro lugar! Além do susto, misturado com alegria, fiquei sabendo que estava grávida, mas durante toda a gravidez continuei o mesmo ritmo frenético, por mais que os outros falassem que tinha uma VIDA dentro de mim, que só dependia do meu amor e dos meus cuidados, achava que tudo era normal e que nada tinha que mudar, mesmo VALORIZANDO a gravidez e estar muito feliz, eu não tinha NENHUMA noção do que era isso.

Os meses foram passando e a gravidez complicou: tive várias infecções urinárias (umas 15 no total), e entre uma dessas, com 6 meses, tive que internar, pois não conseguiam mais controlar. O engraçado que fiz tudo que uma grávida faz no quesito “status”: chá de bebê, decoração do quarto, enxoval, mas o mais importante que era diminuir o ritmo, cuidar de mim e da minha filha… nem passou perto! Para vocês terem noção, eu não me interessava nem em ler ou fazer cursos sobre gravidez (fiz um curso de gestante com a irmã de uma amiga nossa uma semana antes de ter a Chiara, porque ela insistiu muito!). Não sei se este meu comportamento foi porque meu marido já tinha uma filha, a Marina, então estava tranquila porque ele era “experiente”, ou se porque na minha cabeça, ter um filho, era como qualquer mudança na vida da gente: temos que fazer um check list das coisas que temos que fazer e se preparar: como para uma festa de aniversário, ou uma mudança de casa… SIMPLES ASSIM! Inacreditável, né?

Nem preciso falar que o parto da Chiara foi de emergência, né? O médico querendo me avisar que a minha filha tinha que nascer naquela hora, pois ela estava correndo risco de vida (estava com o cordão muito enrolado e muito apertado no pescoço) e eu preocupada com o evento que eu tinha que organizar a noite!!!

Ela nasceu, graças a Deus, tudo certo, mas, à noite tive mais uma lição: a pessoa que estava ao meu lado no quarto, teve a notícia na minha frente que a filha teve complicações e infelizmente não sobreviveu! Resultado: passei a noite inteira tentando consolar esta mãe! E pensando que isto poderia ter acontecido comigo, afinal a todo momento estive no limite e nunca tinha me tocado disso!

Depois de tudo que relatei a vocês, é impossível não EXISTIR CULPA, porém apenas hoje consigo ver como fui ABENÇOADA em todos os momentos e como APRENDI A AMAR VERDADEIRAMENTE. Aprendi a ser mãe, me tornei uma mãe de verdade e todos que me conhecem sabem que por mim teria mais uns 10 filhos. Nâo há uma realização maior! Tudo fica muito pequeno quando o assunto principal são SEUS FILHOS!

Na gravidez do Benício curti cada segundo… aprendi a amar a Marina, minha enteada, como minha filha também e espero ainda poder ser abençoada novamente! Ser mãe possibilitou-me a ser uma pessoa muito melhor! AMOOOOO  MUTO….um grande bj e até mais!

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Blogagem Coletiva: É da nossa conta sim! Trabalho infantil e adolescente #semtrabalhoinfantil

Semana passada ocorreu o lançamento oficial da campanha “É da nossa conta! Trabalho Infantil e Adolescente”, da Fundação Telefônica, com o apoio da UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância) e a OIT (Organização Internacional do Trabalho). O projeto possui o apoio de diversas pessoas, entre elas: Maurício de Sousa, que desenvolveu um gibi especial da Turma da Mônica sobre o assunto; e da Daniela Mercury, embaixadora da Unicef.

Nesta semana, fomos convidados para participar de uma BLOGAGEM COLETIVA sobre a temática para estimular a conscientização das pessoas, divulgar a causa, debater, estimular ações de comprometimento, ou seja, tudo que for necessário para a erradicação do trabalho infantil e do adolescente.

Estou muito feliz em poder cooperar com esta causa, mas confesso que demorei para escrever o post porque nunca tive um contato real com este tema na minha vida toda…nem em casa, nem ao meu redor (lógico que já vi crianças pedindo dinheiro no farol ou vendendo algo), mas o que quero dizer é que, depois de ler vários post de blogs amigos, reparei que a problemática é muito mais presente e mais próxima do que eu imaginava e portanto, agradeço a Deus, pois sempre fui uma privilegiada!

Quando pensamos em trabalho infantil, logo ligamos com a pobreza, pensamos em comunidades que vivem em condições precárias, ou que vivem em situações que caracterizam o trabalho escravo, mas depois de ler algumas estatísticas no site da Fundação da Telefônica Promenino acredito que não sejam apenas estes os motivos, afinal 1 entre 10 crianças são vítimas de trabalho infantil hoje no Brasil, fiquei indignada, algo está muito errado!

Criança tem que brincar, criança tem que estudar, criança tem que ser criança! Precisamos estimular o “brincar saudável” porque nos dias de hoje, se as nossas crianças não são estimuladas para isso, elas ficam o dia inteiro na frente da TV ou do vídeo game.

Sei que uma educação não se baseia apenas só no brincar, há um conjunto de fatores a ser formado, e acredito que um deles é ensinar aos nossos filhos responsabilidades do “dia-a-dia”, tais como: arrumar o que está jogado, cuidar e zelar pelos seus brinquedos, ensinar a guardar suas roupas…para que eles tenham saibam valorizar o que possuem,  mas isto é muito diferente do trabalho doméstico forçado,  como, por exemplo, crianças e adolescentes que não vão há escola porque têm que limpar a casa…absurdo!!!

Se vocês estão vivendo ou sabem de famílias que praticam o trabalho infantil e do adolescente, denunciem ao Conselho Tutelar de sua cidade, ao Ministério Público, a um Juiz de Infância, ou pelo telefone do Disque 100 ou pelo site www.disque100.gov.br

O link abaixo, explica como podemos ajudar, vale a pena conferir:

http://www.promenino.org.br/Homes/Comoajudar/tabid/285/Default.aspx

Mais informações da campanha, vocês também encontram em:

http://www.samshiraishi.com/e-da-nossa-conta-trabalho-infantil-e-adolescente/

Precisamos ajudar a combater: trabalho infantil e adolescente É DA NOSSA CONTA SIM!!! Participem da campanha…compartilhem ações, pensamentos…ATITUDES!!! #semtrabalhoinfantil

 

 

O que fazer com os nossos corações quando precisamos viajar sem os filhos???

Meninas….

Vocês já passaram por isto? Eu já….nada agradável!aff…

Na verdade, resolvi escrever sobre este assunto porque semana passada acompanhei o drama de uma amiga nossa blogueira, a Denise Freitas, do blog Mamy de Primeira. Confiram a história dela no blog…

Com o Benício  ainda não precisei viajar, mas com a Chiara aconteceu logo no meu retorno, quando ela tinha 6 meses. Fiquei dois dias fora de casa e o que me salvou foi que trabalhei tanto, mas tanto….que me deparei com a saudade mais na hora de dormir….aí que percebi que não poderia sentir aquele cheirinho gostoso ao meu lado na cama!

Quando cheguei em casa, abracei tanto, beijei tanto…que quase sufoquei a menina!! A partir disso, organizei as minhas viagens para que fossem realizadas em, no máximo, 3 dias, pois mais que isto eu já estaria me jogando do décimo andar…heheheheh

Não sei se vocês têm a mesma opinião que a minha, mas conforme o seu filho vai crescendo ….fica pior, pois quando ele é bebê, ele sente a sua falta, mas não entende o que está acontecendo…mas quando ele começa a falar…..sai de baixo!!! Vc. quer passar por dentro do telefone ou pela tela do skype para poder estar com ele!!! O coração chora quando ele diz: mamãe estou com saudades…quando você vai voltar? Tem que trabalhar muito ainda???

Nestas horas é difícil dar dicas e opiniões, mas seguem algumas “estratégias” que adotamos em casa:

1 – Tente não ficar sofrendo antes da viagem…isto só vai piorar para vc…. fica aquela angústia e vc. não consegue aproveitar os momentos antes da viagem com seus filhos.

2 – Se seu filho já entende a situação, por mais que ele vá sofrer, conte que vai viajar e quanto tempo vai ficar fora…pois já fizemos o teste de contar e não contar e simplesmente desaparecer……foi terrível! a Chiara chorava direto e ficou muito manhosa!!

3 – Quando estiver viajando…tente ocupar, ao máximo, sua cabeça para não ficar com o pensamento em casa…..pode ter certeza que vai sentir bem menos a distância, afinal os seus filhos estão ótimos, pois se acontecer alguma coisa séria, vc. será a primeira a saber.

4 – Não suma da vida do seu filho durante a viagem…. a criança acalma quando tem algum contato por telefone ou pelo skipe (melhor ainda).

5 – Quando voltar, é importante contar como foi legal a sua viagem, pois seu filho não pode associar com algo negativo..ele tem que gostar de ouvir as suas “aventuras” quando estava longe dele (não sei se é certo ou errado, mas lá em casa sempre rola um presentinho de viagem, coisa simples).

Bom, espero ter ajudado um pouquinho com estas dicas, mas quero saber….e vocês? Qual é a estratégia da família???? Quais foram as experiências de vocês?

Um beijão e até mais….

Especial para as grávidas: vocês já sabem o tipo de CINTA que usarão no pós-parto?

Oi pessoal,

Como hoje este assunto foi colocado em evidência em dois grupos de mães que participo no facebook, resolvi contar a minha experiência sobre CINTAS para vocês.

Na verdade, eu testei vários tipo de cintas: com pernas, sem pernas, até debaixo do peito, calcinha alta, com fecho, sem costura….bom, já deu para perceber que há milhares de modelos à venda no mercado, né?

Pensando nisso, vou dar algumas dicas, mas o mais importante, é que a melhor cinta é aquela que vc. usa sem perceber que está usando (quero deixar claro que isto é quase impossível!!!! hehehehehe, mas com o tempo acaba se acostumando…)

Dúvidas que sempre surgem: 1 – quando devemos começar a usar a cinta: logo após o parto? na hora que sai do hospital? depois de alguns dias?…..2 – quantas horas devemos usar a cinta por dia?…..3 – e há ainda casos de pessoas que não sabem se usam ou não a cinta (pois hoje falam que sem a cinta, vc. é obrigada a endurecer os músculos do abdomen e com a cinta vc. não faz este trabalho)

Lógico, que antes de tudo, vc. deve ouvir a opinião do seu médico, mas a cinta me ajudou muito no pós-operatório, afinal quem já é mãe sabe, parece que todos os seus orgãos estão soltos e vão cair a qualquer momento dentro de vc., não é esta a sensação?!? A cinta ajuda a segurar, dá firmeza. Depois deste primeiro momento, continuei usando religiosamente (principalmente, no meu primeiro pós-parto) durante uns 4 meses e o dia inteiro, só não dormia com ela. Já no meu segundo pós-operatório, eu já relaxei um pouco, pois como era janeiro, estava muito calor, então incomodava muito!!! Usava algumas horinhas por dia, depois usava um dia sim, dois não…e assim fui levando até uns 4 meses também. RESULTADO:de verdade,  não vi diferença de usar o dia inteiro e de usar algumas horas apenas…a barriga voltou da mesma forma nos dois casos (vale lembrar que nas duas gravidez, consegui voltar ao meu peso inicial…graças a Deus!!!!)

Bom, vamos aos modelos de cintas que experimentei:

Esta da figura abaixo, foi a primeira que testei. Apesar de ser bem firme, para mim não deu certo, pois os fechos me incomodavam, pegavam nos pontos, pegavam em cima…um horror!!!  Além do que, a gente sempre tem que comprar um número maior, pois se vc. acha que vai sair do hospital sem barriga, engana-se, saimos com uma barriguinha de uns 5 meses de gravidez.

Outra variação da cinta é aquela inteira, que não tive oportunidade de experimentar, mas acredito que deve ser muito boa, pois as que terminam debaixo do peito, normalmente te deixam com aquela famosa “dobrinha” nas costas…entre o sutiã e a cinta.

As que possuem perna, tentei usar, mas no calor de Ribeirão Preto no verão, é humanamente impossível. Elas são boas, porque não marcam as gorduras na divisão da cintura com o bumbum.

A da figura abaixo foi a que consegui usar, ela é sem costura, de um tecido menos quente. É da marca LOBA. O único ponto negativo dela é que não tem abertura embaixo para ir ao banheiro…então era um sacrifício toda vez, tirar toda a cinta. Então, se vc. encontrar um modelo igual a este, mas com abertura, é ótimo!!! Muito confortável!

Eu também aderi a calcinha de cintura alta, pois também, sustenta a área da barriga e é super prática, mas se não estamos no peso ideal, a hora que sentamos deixa aquelas “banhinhas” na barriga.

Bom, a minha conclusão, é que todas as cintas, como tudo na vida, tem seus prós e contras…mas tb. sei que se tivesse tido os meus filhos no inverno ou em um local mais geladinho teria usado com mais tranquilidade, pois o calor realmente incomodava demais… e talvez um modelo que não deu certo para mim, talvez eu fosse gostar.

O importante é que se optar por usar cinta, não deixe para providenciar depois do parto, pois você não vai conseguir sair de casa para comprar e tenha a CERTEZA ABSOLUTA que seu marido não vai acertar o modelo que vc. deseja!!!!hehehehehe

 

Espero ter ajudado! um beijão e até mais…