Confiram como foi o evento da revista Pais & Filhos que participamos: Campanha Culpa, não!

Oi pessoal!!!

Como todos acompanharam AQUI, no mês de outubro escrevi um post para a Campanha CULPA, NÃO! da revista Pais & Filhos sobre a culpa que sentimos ao deixarmos os nossos filhos para irmos trabalhar. Conheça AQUI um pouco mais desta campanha.

 

No início de novembro, algumas mães foram convidadas para participar de um brunch na redação da revista para debatermos este tema com a super psicóloga Elisabeth Monteiro – http://elizabethmonteiro.com.br/blog/  (ela é a profissional que está participando do quadro “DIVÔ do Faustão todos os domingos), além do que é autora do livro “A CULPA É DA MÃE”, que ainda não consegui começar a ler, mas as recomendações são fantásticas.

Todas as mães e filhos que participaram!

 

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Foto de fã com Elisabeth Monteiro

 

Foi uma manhã maravilhosa, afinal dividir suas aflições e experiências com outras mães que possuem tipos e estilos de vida totalmente diferentes da sua é uma aprendizagem e tanto. É bom saber que não é só você que está “perdida no barco”, muitas pessoas estão passando pela mesma situação e cada uma encontrou uma forma diferente de se encontrar. Lembrando que a todo momento, a Beth passou para nós o lado “clínico” das nossas atitudes, como reagir perante isso ou aquilo, atitudes a serem tomadas,  o que fazer para não sentirmos culpas ou pelo menos amenizar, pois no meio das 10 mães que estavam participando, havia de tudo um pouco: as que desistiram da carreira para cuidar dos filhos, as que queriam desistir, mas não puderam por questões financeiras, as que não sentem culpa nenhuma, pois sem trabalho elas não vivem….e assim por diante!

Neste “papo legal”, ficaríamos a tarde inteira falndo sobre carreira e filhos!!! hehehehe

 

Confiram o vídeo, no qual vocês terão uma noção do que conversamos neste encontro:

 

Sem falar, dos quitutes que estavam maravilhosos e do kit que recebemos ao final do evento com vários presentinhos da Pais & Filhos.

Delícia. ..comi muito para variar!

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Super chique! As crianças e eu ganhamos camisetas da Pais & Filhos, sem falar da foto personalizada…amei o carinho!

E este kit….eles personalizaram para cada mãe, dependendo da idade dos filhos… que luxo!!!

 

Confiram as fotos abaixo… mas antes, gostaria de agradecer de coração a todos os colaboradores da revista que nos recepcionaram com muito carinho e atenção. A Família Viver Bem Bom amou participar!!!

 Até a vovó Cleide participou!!!

Sou fã da Campanha CULPA, NÃO! Afinal só nós sabemos o que é melhor para a nossa família. Não existe o certo ou o errado, existe o diferente! E é muito bom quando sabemos respeitar as diferenças… Parabéns Pais & Filhos pela iniciativa, podem contar conosco sempre!

E não posso esquecer desta pessoa tão especial que aprendi a admirar que é a Elisabeth Monteiro, afinal é mãe de 4 filhos, super bem resolvida, sempre soube lidar com a sua vida profissional  e, é  devido a isso sabe dá conselhos COERENTES com a realidade de vida da MULHER ATUAL! Parabéns, um exemplo a ser seguido!

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Curtam a página CULPA, NÃO no facebook, todos os dias há uma novidade para nós, mamães!

Na revista de novembro a Beth, concedeu uma entrevista muito interessante sobre este tema, clique AQUI para conferir!

Beijão a todos e até mais…

 

 

 

 

 

Vocês se sentem culpadas quando saem para trabalhar e deixam seus filhos?

Oi gente!

Este post estou fazendo para a Campanha CULPA NÃO da revista Pais & Filhos.

Todos os meses eles debatem  um assunto polêmico da maternidade que de alguma maneira nos trazem o sentimento de culpa, segue o link do facebook: https://www.facebook.com/#!/culpanao?fref=ts.

No mês de outubro é sobre a culpa que sentimos ao deixarmos nossos filhos para irmos trabalhar…e eu me identifiquei muito com este tema, afinal tenho aquela vida louca como a maioria das mães de hoje: trabalha, leva filho para a escola, dá comida, faz tarefa, arruma mala da escola, casa, marido….

Já me questionei várias vezes, o quanto valia a pena todo este esforço para uma “estabilidade financeira” e por outro lado não acompanhar o crescimento dos meus filhos…será que eles precisam ter tanto “conforto”? Isto vale a pena ficar longe da mãe? Será que crescerão crianças carentes? Um turbilhão de pensamentos e culpas vão surgindo ao mesmo tempo e, cada vez mais, nos cobramos para sermos uma MÃE melhor!

Também fico pensando: e quando eles crescerem….se eu parar de trabalhar…vou ser aquela mãe que só cuida da vida dos filhos? Vou me sentir inútil? E quando saírem de casa?…..ai meu Deus, vou me “jogar pela janela” hehehehehe.

Para quem me conhece, sabe que o ideal para mim seria trabalhar meio período, é o meu sonho de consumo… não seria nem 100% profissional, nem 100% mãe… o que falta é coragem para tomar esta decisão, afinal para tudo na vida dá-se um jeito…mas aí surge um outro sentimento de culpa…se trabalhar menos, vou ganhar menos, então  meus filhos vão ter que mudar de escola, não poderemos almoçar fora com frequência, nem dar aquele brinquedo que eles tanto querem….afffffff, confundimos tudo!!! Queremos dar amor em excesso, queremos estar ao lado dos nossos filhos em tempo integral, mas também queremos que eles tenham uma vida de reis e rainhas!!! Nem tudo na vida é possível…na verdade, este assunto é quase filosófico… a discussão nunca acaba, sempre há um porém, contudo, entretanto!

Admiro amigas que deixaram tudo para se dedicar ao filho e hoje se reinventaram para terem uma vida financeira estabilizada, mas também admiro as minhas amigas super profissionais que lidam com tranquilidade esta questão  e quando estão com os filhos, aproveitam cada segundo!!! E hoje é que estou colocando em prática (pelo menos tentando), se tenho três horas por dia para ficar com os meus filhos…tenho que transformá-las nas melhores horas do dia deles. Afinal, se eles são a nossa razão de viver, eles têm que saber e sentir que isto é a mais pura verdade….eles têm que saber  que depois que viramos mães, não tomamos nenhuma decisão sem pensar neles…e se estamos pendentes com tempo disponível, precisamos priorizar a qualidade! Precisamos apertar o botão de OFF e estar somente com eles de corpo e alma!

Bom, fácil falar, difícil executar, pois a culpa  está sempre nos assustando!!!

O importante é estarmos felizes, estarmos em busca da felicidade plena! E a culpa não combina com este sentimento, portanto meninas….CULPA NÃO!!! Será que conseguimos???

E vocês….como lidam com este sentimento?

bjs a todas…

 

 

 

 

Você já está com saudades da BARRIGA da sua gravidez???

Meninas….

Como são estranhos os nossos sentimentos, né? Quando estamos grávidas, queremos que nasce logo…quando nasce, queremos a barriga de novo!!! Vai entender…somos mulheres, né????

Comigo foi muito diferente uma gravidez da outra: na da Chiara, eu passei muito mal, então não via a hora que ela nascesse, já do Benício, como sabia que, provavelmente, não ficaria grávida novamente, quis aproveitar até o último momento…se o médico falasse para mim que ele ia nascer de 50 semanas (hehehe) para mim estaria ótimo!!! Valorizei bem mais o status “estar grávida” – cada momento…cada mexida!!!

Atualmente, ainda não estou com saudades da barriga (o Benício está com 8 meses), mesmo porque acredito que não sentimos saudades da barriga em si, mas da sensação extrordinária de sentir o bebê mexer dentro dela!!! Hoje, olho para os meus filhos e fico imaginando como eles puderam ficar tanto tempo lá dentro…é fantástico!!!

No meu caso, a saudade da barriga vai aparecer quando a vida estiver mais “normalizada”, ou seja, quando o Benício ficar um pouco independente como começar a andar, falar…na primeira vez aconteceu quando a Chiara tinha 1 ano e meio, mais ao menos…mas agora não pretendo engravidar novamente…ishiii, mas como vou fazer para matar as saudades!?!? hehehehe (Juninho, brincadeira, não precisa infartar…)

O importante é termos a consciência do momento lindo e único que passamos durante a gravidez e aproveitá-lo o máximo possível e, acima de tudo, agradecer a Deus que nos deu esta oportunidade que nem todas as mulheres têm. Por coinscidência, hoje eu li um post de uma amiga minha, a Flávia de Aguiar, do blog Gravidinhas e Mãezinhas que, no mínimo, me fez refletir tudo isso e agradecer muito ao nosso Pai Maior por ter tido esta benção mágica. Vale a pena conferir: http://gravidinhasemaezinhas.blogspot.com.br/2012/09/rodriguinho-uma-historia-de-fe-e.html

Bom, mas pensando do” lado científico do assunto”, fui atrás de uma matéria da UOL que fala sobre este assunto e sobre o nosso emocional  logo após o pós-parto. Confiram:

“Durante  nove meses que duram uma gestação, a mulher vira o centro das atenções e dos cuidados do seu círculo pessoal e até mesmo de desconhecidos. Todos se preocupam com seu bem-estar e conforto. Afinal qualquer contratempo pode prejudicar sua saúde e a da criança que ela carrega no ventre.

Ao dar à luz, no entanto, mal sai da sala de parto, a nova mãe encontra um contexto bem diferente: encantadas com o recém-nascido, as pessoas deixam de paparicá-la e só têm olhos –e colo, carinho, zelo– para o bebê. Algumas mulheres encaram essa troca numa boa. Outras, porém, mesmo maravilhadas com a maternidade, vivenciam uma espécie de “luto da barriga”, com uma saudade intensa de uma fase em que eram mimadas e ainda não tinham de lidar com noites mal dormidas, choro contínuo e fraldas sujas.

Segundo Ana Merzel Kernkraut, coordenadora do Serviço de Psicologia do Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo, o que geralmente acontece é que algumas mulheres se sentem fragilizadas devido às alterações hormonais, físicas e emocionais que ocorrem durante o parto. Essas mudanças exigem um tempo de acomodação, no qual é necessário o apoio da família ou até de profissionais para auxiliar nos cuidados com o bebê.

QUANDO A TRISTEZA NÃO PASSA

Se após cerca de dez dias do parto a mulher ainda não se sentir bem emocionalmente, é hora de pedir orientação ao obstetra.

“Não é comum a mulher ficar triste e enciumada em função das atenções irem para o bebê, mesmo porque ela também o terá como seu foco”, explica a psicóloga Ana Merzel Kernkraut, do Hospital Albert Einstein.

Ana afirma que a mãe que quer ficar em primeiro lugar diante do nascimento do filho ou que se sente extremamente preocupada a ponto de não confiar a ninguém os cuidados com a criança também requer ajuda médica.

Segundo o ginecologista e obstetra Sérgio Floriano Toledo, os casos em que a mulher sente medo de cuidar do bebê ou ansiedade excessiva em relação ao cotidiano podem sinalizar depressão pós-parto.

“O problema costuma aparecer por volta da terceira ou quarta semana após o nascimento da criança e acomete de 10% a 20% das mulheres.”

Se o diagnóstico for confirmado, é necessário tratamento adequado com psicoterapia e/ou medicamentos.

“Trata-se de um fenômeno conhecido como ‘baby blues’, que é um estado leve de depressão. A mulher pode se sentir entristecida, chorosa e até regredida emocionalmente”, explica a psicóloga. Na maioria dos casos um estado transitório, o “baby blues” pode evoluir para a depressão pós-parto e é preciso estar atento para perceber quando o limite da tristeza foi ultrapassado.

De acordo com Sérgio Floriano Toledo, da Sogesp (Associação de Obstetrícia e Ginecologia de São Paulo), essa manifestação, também chamada de tristeza pós-parto, acomete em menor ou maior grau de 50% a 80% das mulheres que acabam de dar à luz.

“Os sintomas incluem crises de choro, ansiedade, irritação e falta de concentração e surgem depois de três ou quatro dias depois do parto”, conta o especialista. É uma fase em que é preciso se acostumar a ser uma “ex-grávida”  e que parece que nunca mais vai embora, mas some naturalmente após uns dez dias aproximadamente.

“Entender que o ‘baby blues’ é natural e transitório ajuda muito a enfrentá-lo”, diz Toledo. Embora o sentimento seja passageiro, a atenção da família é fundamental no período pós-parto, não importando se a mulher é mãe de primeira viagem ou se o bebê é seu segundo ou oitavo filho. É fundamental não sentir culpa pelos sintomas. Muitas mulheres, mesmo felizes com a criança, sentem saudade da presença da barriga, de acariciá-la, dos movimentos do bebê que sentia.

Quem se identificou pode respirar aliviada: isso é perfeitamente normal e mais comum entre aquelas que tiveram uma gestação agradável, sem sustos ou incômodos. “Para quem planejou e curtiu muito a gravidez, é natural sentir saudade dessa fase, pois é a lembrança de um bom período e sentimos falta das coisas boas pelas quais passamos na vida”, diz Ana Merzel Kernkraut, do Hospital Albert Einstein”

 

E vocês, já sentem saudades da BARRIGA?

bjão a todas e até mais.

 

 

 

 

 

Mamães e Negócios – apresentando FANI RODRIGUES- profissional especializada em cortes infantis

Oi meninas,

Estas semanas que passaram, tivemos muitas interações no face sobre corte de cabelo infantil, se conhecíamos alguém, se poderiam confiar…

Pensando nisso, aproveitando uma ida ao salão para cortar o cabelo da Chiara, resolvi entrevistar a FANI que cuida do cabelo dela, praticamente, desde quando ela nasceu!

Confiram no vídeo as dicas que ela fala sobre a importância de cortar o cabelo com um profissional especializado em crianças.

Ah, mesmo o Benício que ainda não tem quase cabelo, entrou na brincadeira, ela ajustou o “pézinho” do cabelo. hehehehe

Um beijão e até mais!!!!

 

Terminando a licença maternidade? E agora voltar a trabalhar ou ficar em casa?

Oi gente!!!

Que tema polêmico escolhi, hein???

Como este período é difícil! A mulher repensa todos os seus valores: o que realmente importa para vida???? E acredito que se pudesse escolher, escolheria ficar pelo menos os 2 primeiros anos em casa com seu filho e depois tomaria a decisão definitiva do que fazer.

Mas, como muitas vezes não temos escolhas… a volta ao trabalho é inevitável e então precisamos tentar lidar com este assunto da maneira mais tranquila possível. O que posso falar para vocês é que a gente se acostuma…os primeiros dias são terríveis, vc. tem vontade de fugir, voltar para casa, chora, tem aperto no coração, mas tudo isto passa! E com o passar do tempo se acostuma. O que ainda me dói é não ver todas as evoluções dos meus filhos…sabem aqueles livrinhos que você escreve “quem foi a pessoa que viu primeiro ele sentar? primeiro sorriso? primeiro dente?…” os que eu tenho sempre está escrito o nome da moça que cuida dos meus filhos desde que eles nasceram, mas fazer o quê? Ainda bem que tive a oportunidade de ter uma pessoa de confiança ao meu lado que ama meus filhos e dá todo o carinho que eles necessitam.. afinal, sempre precisamos olhar do lado positivo das coisas…hehehehe

O que aconselho é que a volta ao trabalho não seja de uma vez! Comece a ir pequenos períodos do dia, depois meio período, com o passar do tempo aumente as horas.

Stressar logo no começo não dá…senão seu leite vai embora em segundos! Manter a calma é essencial.

Priorize os horários: agora você tem alguém esperando por você todos os dias. Não dá mais para ficar até mais tarde para  adiantar as tarefas profissionais.

Quando chegar em casa: esqueça de tudo…dê atenção ao seu filho…ele precisa do seu carinho. Temos que priorizar a qualidade e não mais a quantidade!!!

O coração anda apertado? Desabafa! Conversar com pessoas que já passaram por isso ajuda muito!

E o mais importante: se vc. vai deixar seu filho na escola, com a babá, ou na casa da avó…vc. tem que estar tranquila…porque trabalhar preocupada não dá certo! Você não faz nem uma coisa, nem outra. Segue o link de um post que o Juninho fez sobre a escolha entre escolinha e babá http://viverbembom.com.br/escolher-entre-creche-e-baba/

Agora, conheço pessoas que voltaram a trabalhar e não conseguiram e hoje mudaram o seu estilo de vida: trabalham em casa e ficam com seus filhos, outras simplesmente resolveram se dedicar à vida de mãe, e ainda há o grupo que não vive sem a sua vida profissional.

Todas as decisões são válidas e o mais importante é a gente esteja feliz! Lógico, que tudo na vida tem os prós e contras e precisamos lidar com isso. Eu sempre brinco que quando a mulher vira mãe, deveria ter uma lei que determinava que nós só poderíamos trabalhar meio período, porque o outro meio período o nosso trabalho seria ficar com os nossos filhos. Para mim, este é o ideal. E para você? Deixe seu depoimento e conte como foi sua volta ao trabalho!!!!

 

E para registrar um pouco do meu tempo com meus filhos, segue uma foto do nosso final de semana que foi uma delícia!!! Um beijo e até mais…

 

 

Ser mãe mudou a sua vida profissional?

Oi gente!!!!

Resolvi falar sobre este assunto, pois recebi hoje uma matéria que achei muito interessante: aborda como as empresas estão recebendo de forma positiva as mulheres profissionais que são mães. Segue o link: http://guiadobebe.uol.com.br/quando-ser-mae-e-um-diferencial-no-mercado-de-trabalho/

Nem preciso falar que sou totalmente a favor, afinal mudei muito depois que virei mãe. Na minha opinião, a mulher fica mais flexível, consegue se colocar no lugar do outro com mais facilidade e resolve as situações complicadas com mais cautela e maturidade…é o sentimento maternal que surge e faz toda a diferença.

Antes de ser mãe, tudo para mim ou era certo ou errado, hoje não existe o certo e o errado, há o diferente!!! Existe a realidade do pensamento daquela pessoa que pode e deve ser diferente da minha, senão onde entraria o desenvolvimento do nosso senso crítico?!?

Então, empresas…valorizem este ser humano que se divide em mil partes e tenta dar o máximo de si em todas as funções que desempenha, além do que a profissional mãe trabalha com a certeza dos fatos, mas sempre consulta o seu sexto sentido, não é mesmo meninas??? (As pessoas que trabalham comigo já sabem…se o sexto sentido aparece, huummm…. sabem que têm que verificar todo o processo novamente para não ocorrer nada fora do normal…. hehehehe)

O que mudou é que agora eu fui obrigada a aprender a compartilhar o tempo…antes não tinha horário para sair do trabalho… hoje eu tenho que sair na hora certa para amamentar, buscar os filhos na escola, ter um tempo com meu marido, colocar a casa em ordem…mas, mais uma vez, enfatizo o lado positivo…será que quando viramos mães aprendemos a otimizar o nosso tempo???  Acredito que sim… e vocês? Deixem as suas opiniões…

Um grande beijo e até mais!!!