Festa infantil em buffet ou em casa? Qual é a melhor opção?

Oi pessoal!

Faz tempo que queria escrever sobre este tema para vocês, afinal foi na festa de aniversário da Chiara deste ano que obtive a minha primeira experiência em buffet infantil.

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Foi muito linda, mas como tudo na vida, há prós e contras. Nem preciso falar que a principal vantagem de se fazer em buffet infantil é que podemos chegar na hora da festa e está tudo pronto! Isto é fantástico! Cansaço zero!

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Outro ponto positivo são os brinquedos para a criançada, eles se divertem muito! E os buffets estão cada vez mais profissionais neste quesito: até percurso de arvorismo tinha neste que fiz a festa. (Porém, quando fazemos a festa em casa podemos também alugar brinquedos e/ou contratar uma empresa de recreação que também é muito legal)

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A tranqüilidade de contratar tudo em um mesmo local, confirmar tudo com uma pessoa só, também é muito positivo. Não precisa ficar ligando para o moço das cadeiras, a moça dos doces, bebidas…. (se bem que agora há empresas que podemos contratar para o local da festa e oferece todos os serviços). Porém, é interessante ligar na semana da festa no buffet para confirmar todos os serviços contratados, é uma garantia para não termos surpresas desagradáveis na hora.

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Encontro das primas de várias “gerações” da Chiara, da vovó Cleide, da tia avó Neide e da tia-bisavó Ivone (que confusão!!!hehehe)

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Outra vantagem é que os buffets são apropriados para festas infantis, ou seja, não fica nada adptado como em casa, que às vezes o salão é pequeno, ou a área não é coberta, ou tira todos os móveis.

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No buffet, literalmente não precisa se preocupar com nada, tudo chega na sua mão com muita tranqüilidade…não precisa se desesperar como em casa: cadê o fósforo? escrever o nome nos presentes??? quem apaga a luz???? hehehehehe quem nunca se preocupou com isto????

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Agora, o maior ponto negativo do buffet é a impessoalidade, ou seja, nada foi feito por vc, quase um delivery: agora sai uma festa das princesas, a noite dos carros, amanhã da barbie… e assim por diante! tudo igual para todos! De verdade, não me agrada nem um pouco… gosto de colocar a mão na massa e preparar a festa pensando qual é a decoração que mais tem a ver com meus filhos, a lembrança, gosto de personalizar!

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Apesar de ter a lembrança do buffet, eu criei a lembrancinha personalizada, que foi um imã de geladeira, que já é tradicional na nossa família (fazemos coleção!!!hehehehe). Disto eu não abri mão!!!

Chiara aniversário 4 anos certo

Outro ponto negativo é o preço, sai bem mais caro do que uma festa organizada por vc. Mas se vc. quer ter tranquilidade, vale a pena, pois hoje os buffets dividem em várias vezes o valor da festa, ou seja, mal terminou de pagar uma, já começa a pagar do outro ano….Acho que vou abrir um “consórcio” para festas infantis!!! heheheh o que acham???? brincadeira…

Na verdade, a festa vai se adequar a realidade dos pais: disponibilidade, o quanto quer gastar, estilo de vida, no momento de vida que a família está enfrentando… mas, o que vocês devem estar se perguntando agora??? Tudo bem Camila, você escreveu, escreveu, escreveu…mas o que vc. faria hoje se tivesse um outro filho?

1 – Se não ligasse para o “encontro da família e amigos” (pois são nestes momentos que conseguimos reunir todos), eu não daria festas, todos os anos comemoraria com uma viagem super especial!!!

2 – Porém, acredito que na época em que todos os amigos começam a dar festas, o meu novo filho iria solicitar algo neste quesito, ou seja, se não me importasse com o encontro familiar, faria uma tarde especial do meu novo filho com os amigos apenas.

3 – Hand made ou buffet? Depende da correria da minha vida: não adianta nada fazer tudo personlizado, feito por você e no dia da festa não aproveitar, porque está caindo de sono e de cansaço. Hoje, optarei por buffet ou alguma empresa que me traga tudo! Apesar de não me satisfazer como mãe com isto! Mas fazer o quê…querer não é poder!!!

4 – Sonho de consumo: atingir o “menos é mais”, ou seja, gostaria que a festa não fosse vinculada a presentes e sim, ao prazer de estar ao lado das pessoas e viver o momento! Uma festa ideal para mim seria cada convidado trazer um prato de comida e o aniversariante daria o bolo, sem decoração, mas uma programação de atividades com o envolvimento das pessoas, viver o momento… um almoço de domingo na casa da avó, por exemplo!!!!hehehehehe Mas como explicar para o aniversariante que não irá ganhar presentes??? a nossa família ainda não conseguiu chegar nesta EVOLUÇÃO..quem sabe um dia! Alguém já vive este exemplo de festa ou algo parecido???

 

“Filosofei” demais…hehehe um beijão e enviem comentários!!! Até mais..

 

 

 

O que muda no orçamento familiar com a chegada de um filho? Dois, três, quatro…

Oi gente!

Quem nunca ouviu dizer de uma amiga a seguinte frase: “preciso me estabilizar financeiramente para pensar em ter filhos” ou “terei apenas um filho porque quero dar o melhor para ele, com mais não teria condições” e assim por diante.

Já no começo do post quero deixar claro que é um assunto polêmico, pois uns acreditam que apenas o AMOR cobre todas as deficiências financeiras, outros acreditam que para a criança estar bem, ela precisa estudar na melhor escola da cidade e os pais precisam guardar dinheiro para que possa fazer intercâmbio aos 15 anos. Para nós, família Viver Bem Bom acreditamos que precisamos do meio termo e que a realidade de cada família também determina os seus valores, ou seja, há famílias que viajar para a Disney é a maior conquista, para outros o fato de conhecer a praia é a maior realização da vida. Agora, esquecendo todas estas variáveis, é inevitável que o orçamento da família aumente, a expressão “onde come 1 comem 2…não é “diretamente proporcional” heheheheheheheh

Bom, mas vamos ao que interessa:

1 – Por mais que seja inevitável, quando souber que está grávida, não saia correndo, igual uma “louca”, comprando tudo que vê pela frente… afinal ganha-se muito presente: as pessoas presenteiam no momento da notícia, no chá de bebê, na maternidade, na visita em casa… compre apenas o que estiver faltando mesmo!!! E se tiver ganho muita roupa P e M, troque por G, 1 ano….pois eles perdem muito rápido e depois a compra de roupa fica só para a família!!!hehehehehe

2 – Ah, muito provável que o quarto do bebê seja vc. quem compre e decore. Dica: não precisa ser o super top, pois muitas vezes o bebê nem dormirá no quarto por um bom período…o quarto dos meus filhos só serviram para tirar fotos e guardar de recordação no albúm.. nunca aproveitaram do jeito que merecia!

3 – Se vc. trabalha, quem ficará com seu filho: escola, babá ou algum parente? Se optou pelas duas iniciais, pode considerar R$1.000,00 a R$ 1.500,00 destinado a este assunto (acredito que seja o item mais caro!)

4 – Fraldas, fraldas, fraldas e mais fraldas…. Dica: chá de fraldas, por favor!!! Você economizará pelo menos de 6 a 8 meses, aproximadamente. Pensando que a criança usa fralda até 2 anos, 2 anos e meio… pode-se considerar que houve uma bela economia! Hoje, o Benício com 1 ano, gasto em média, R$ 100,00 a R$ 150,00 fraldas por mês (pampers verde).

5 – Leite em pó – com o Benício tive muita economia neste item, afinal ele mama no peito até hoje… mas a Chiara usou desde os 5 meses os leites próprios que custam entre R$ 20,00 a R$ 30,00 a lata (os mais simples, pois há os que custam mais de R$ 50,00 uma lata)…se a lata dura em média 3/4 dias…. vc. gastará umas 7 latas por mês….resultado: R$ 200,00 a mais no orçamento….Depois de 1 ano a Chiara começou a tomar Ninho normal, o que reduziu pela metade este gasto.

6 – Remédios….affff! Preparem-se, afinal tenho certeza que se vc. não tem filho, nem caixa de remédios vc. deve ter em casa….hehehehe, mas quando nasce tudo muda: remédios e mais remédios….. de todos os tipos, de todos os preços, os que não podem faltar nunca!!!

7 – No meu caso, o pediatra das crianças saiu do plano médico e a mamãe “fresca” quis pagar particular porque ele já estava acostumado com a família (agora mudei de cidade, e os dois nem estão indo em consultas, porque não achei nenhum pediatra….absurdo, né? Ou 8 ou 80!!!) Isto é para provar que nós também somos muito exigentes e queremos dar o que achamos melhor, mas quando somos retirados da nossa realidade, a regra muda e não é por isto que eles não estão saudáveis.

8 –  Brinquedos e acessórios diversos: todos vocês sabem que sou consumista, que um dia vou mudar, mas hoje  sou mais criança que eles… fico louca para completar uma coleção! E os marketeiros de hoje sabem disso, afinal todos os brinquedos são feitos por parte… ehehehehehe vc. ganha um e depois compra os outros 100!!!! Agora, sem exageros: por mais que vc. é controlado, sempre acaba comprando algum acessório, pois o filho pediu ou achou-se necessário….mesmo que mínimo, há um gasto com este item!

9 – Alimentação: neste quesito, há diversas variáveis – se a sua família come muito em casa, é lógico que o gasto é menor, porém conforme a criança vai crescendo, vc. vai gastando com aqueles alimentos de criança: danoninho, bisnaguinha, sucrilhos, farinha láctea, bolacha, suco Kapo…. se vai para escola: o seu orçamento aumenta porque precisa comprar lanche para levar (a não ser que estude em escolas que já fornecem o lanche, mas vc. estará pagando por isto tb.). Agora, quando saímos para comer fora..a falência chega!!! Só para vcs. terem noção: um Mc Donalds gastamos em média R$ 75,00 (eu, Juninho, Marina, Chiara), isto que o Benício ainda não come lá..depois poderemos acrescentar mais R$14,00..total R$ 90,00…. imagina um restaurante para valer???

10 – Passeios, parques, viagens, cinemas: não adianta, por mais que a sua família seja a favor das praças públicas, da praia, praticar esporte ao ar livre…vai chegar um mmento que vc, vai se deparar com um Hopi Hari, Parque da Xuxa,  pipoca de cinema, balão de gás hélio das Princesas ou do Carros….uma saída completa não  sai por menos de R$ 250,00.

entre outros detalhes que aparecem no meio do caminho: um curso específico, material escolar, uniforme, um passeio da escola, presente dia dos pais, dias das mães,natal, dia das crianças, páscoa, poupança, investimento para a faculdade… a lista não acaba!!!!

 

CALMA!!!! Desanimou? Nem pensar!

Ter filhos é a melhor coisa do mundo e todos sabem que por mim teria uns 5, 6,7… O que precisamos pensar é que não adianta também ter tudo e não ter o mais importante que é o AMOR!!! Temos que verificar se estamos ao lado deles, vendo todas as suas mudanças, o crescimento…pois não adianta nada trabalhar igual uma maluca para dar a parte financeira e não ficar com os nossos filhos!!!

Tudo é adaptável e para tudo dá-se um jeito… precisamos analisar se estamos comprando para eles ou para nós! Um barquinho feito de papel talvez tenha muito mais significado do que a coleção inteira da Barbie!!! Fazer um piquenique em casa, talvez seja muito mais legal do que ir para um restaurante TOP! Ter um berço desmontável ao lado da cama dos pais talvez seja muito mais aconchegante, do que ter um quarto super decorado e maravilhoso…não precisamos comprar roupas chiquérrimas, sendo que eles perderão rapidamente, hoje está muito na moda os “desapegos” na internet que são roupas semi novas e muitas vezes de marca, a um preço super acessível!

O que quero dizer é que podemos adaptar tudo, se deixamos de lado o que os outros pensam, querem ou o que a moda diz, estamos mais ABERTOS à mudanças, afinal gastamos poque a sociedade diz o que é certo ou o errado, sendo que, na verdade, não existe um modelo ideal… há o modelo da sua família, o que é melhor para vocês!!!

Lógico que precisamos ter um preparo financeiro sim, mas tudo se acomoda com o passar do tempo!!! Felicidade é AMOR!!! Pensem nisto, na hora de decidir… e vamos sempre usando a imaginação para equilibar o orçamento. quem nunca fez isto, né?????hehehehehehehe

Bjs a todas!

 

Vocês se sentem culpadas quando saem para trabalhar e deixam seus filhos?

Oi gente!

Este post estou fazendo para a Campanha CULPA NÃO da revista Pais & Filhos.

Todos os meses eles debatem  um assunto polêmico da maternidade que de alguma maneira nos trazem o sentimento de culpa, segue o link do facebook: https://www.facebook.com/#!/culpanao?fref=ts.

No mês de outubro é sobre a culpa que sentimos ao deixarmos nossos filhos para irmos trabalhar…e eu me identifiquei muito com este tema, afinal tenho aquela vida louca como a maioria das mães de hoje: trabalha, leva filho para a escola, dá comida, faz tarefa, arruma mala da escola, casa, marido….

Já me questionei várias vezes, o quanto valia a pena todo este esforço para uma “estabilidade financeira” e por outro lado não acompanhar o crescimento dos meus filhos…será que eles precisam ter tanto “conforto”? Isto vale a pena ficar longe da mãe? Será que crescerão crianças carentes? Um turbilhão de pensamentos e culpas vão surgindo ao mesmo tempo e, cada vez mais, nos cobramos para sermos uma MÃE melhor!

Também fico pensando: e quando eles crescerem….se eu parar de trabalhar…vou ser aquela mãe que só cuida da vida dos filhos? Vou me sentir inútil? E quando saírem de casa?…..ai meu Deus, vou me “jogar pela janela” hehehehehe.

Para quem me conhece, sabe que o ideal para mim seria trabalhar meio período, é o meu sonho de consumo… não seria nem 100% profissional, nem 100% mãe… o que falta é coragem para tomar esta decisão, afinal para tudo na vida dá-se um jeito…mas aí surge um outro sentimento de culpa…se trabalhar menos, vou ganhar menos, então  meus filhos vão ter que mudar de escola, não poderemos almoçar fora com frequência, nem dar aquele brinquedo que eles tanto querem….afffffff, confundimos tudo!!! Queremos dar amor em excesso, queremos estar ao lado dos nossos filhos em tempo integral, mas também queremos que eles tenham uma vida de reis e rainhas!!! Nem tudo na vida é possível…na verdade, este assunto é quase filosófico… a discussão nunca acaba, sempre há um porém, contudo, entretanto!

Admiro amigas que deixaram tudo para se dedicar ao filho e hoje se reinventaram para terem uma vida financeira estabilizada, mas também admiro as minhas amigas super profissionais que lidam com tranquilidade esta questão  e quando estão com os filhos, aproveitam cada segundo!!! E hoje é que estou colocando em prática (pelo menos tentando), se tenho três horas por dia para ficar com os meus filhos…tenho que transformá-las nas melhores horas do dia deles. Afinal, se eles são a nossa razão de viver, eles têm que saber e sentir que isto é a mais pura verdade….eles têm que saber  que depois que viramos mães, não tomamos nenhuma decisão sem pensar neles…e se estamos pendentes com tempo disponível, precisamos priorizar a qualidade! Precisamos apertar o botão de OFF e estar somente com eles de corpo e alma!

Bom, fácil falar, difícil executar, pois a culpa  está sempre nos assustando!!!

O importante é estarmos felizes, estarmos em busca da felicidade plena! E a culpa não combina com este sentimento, portanto meninas….CULPA NÃO!!! Será que conseguimos???

E vocês….como lidam com este sentimento?

bjs a todas…