Confiram como foi a entrega das doações no Ribeirão Verde!

Pessoal, tudo bem???

Estava sumida, né? Por incrível que pareça quase todos os membros da família Viver Bem Bom ficaram doentes, mas já estamos em recuperação total!

E para comemorar a volta gostaria de compartilhar a entrega das doações que muitos de vocês realizaram para o Ribeirão Verde.

Para quem não acompanhou, seguem os links de posts que fizemos sobre esta campanha:

http://viverbembom.com.br/campanha-de-doacao-ribeirao-verde-participe-voce-tambem/

http://viverbembom.com.br/participe-da-campanha/

http://viverbembom.com.br/como-fazer-para-incentivar-a-crianca-a-separar-seus-brinquedos-para-doacao/

No dia da entrega, eu não pude comparecer, mas a nossa amiga Natália Canato que também participa do Grupo Gravidinhas & Mãezinhas, foi e fez toda a “assessoria de imprensa” hehehehe!!!

Todas as doações foram entregues ao Posto de Saúde do Ribeirão Verde para as enfermeiras responsáveis e lá elas distribuiram para a comunidade, conforme a necessidade de cada família.

Estou muito feliz, afinal poder ajudar o próximo faz um bem e tanto…

Obrigada a todos que nos ajudaram de alguma forma e, em especial, aos nossos parceiros que cederam seus negócios como ponto de entrega: Loja Petit Gateau, Empório da Papinha de Ribeirão Preto, Tutti Bebê e Aninhare…ahhh, e não posso esquecer do pai da Natália que recolheu todas as doações com sua super caminhonete!!!!

Espero que esta tenha sido a primeira de muitas ações…não é pessoal??? Quem sugere a próxima campanha??? Natal chegando, hein….

Fiquem com as fotos!!! um bjão e até mais….

Incentivando a Chiara a doar seus brinquedos

Oi gente,

Ontem, aqui em casa, tivemos uma missão quase impossível: pedimos para a Chiara separar seus brinquedos para doação. Usamos da tática que o Dia das Crianças está chegando e que para ganhar outros brinquedos, ela precisaria doar os que já não brinca mais, os que ela têm muitos, como bonecas, por exemplo, e explicamos que há muitas crianças que não possuem brinquedos para se divertir….e por aí foi!

Vocês irão conferir no vídeo o resultado, mas em alguns momentos ela separou e colocou na sacola sem titubear, mas em outras….a psicologia teve que ser forte! No final, tudo deu certo e a sacola ficou lotada de brinquedos!!!

Depois eu fui pesquisar (na verdade, fiz ao contrário, deveria ter pesquisado antes, mas tudo bem….) se tínhamos interagido com a Chiara de uma forma apropriada…e descobri que conseguimos. Vejam um trecho de uma matéria da Revista Claudia:

“Como incentivar os filhos a doarem brinquedos – Ensinar nossos filhos a conjugar o verbo doar, além de ser um exercício de solidariedade, os ajudará a entender que só há lugar para o novo quando nos desfazemos do velho. Escolha com eles quais roupas e brinquedos serão doados para que recebam novos e deixe que as crianças decidam a quem desejam oferecer os presentes. Os pais devem dar o exemplo e separar o que vão doar também. Sempre que possível leve os pequenos na hora de entregar o que separaram. Outra lição que se transmite é que quem doa acredita na abundância e terá sempre; já quem retém aposta na escassez. Educação financeira também trata de comportamento e escolhas.” Revista Claudia – 23/09/2011 http://claudia.abril.com.br/materia/ensine-seu-filho-a-reciclar-doar-brinquedos-e-respeitar-ordens/?p=/familia-e-filhos/criancas-e-adolescentes

Estes brinquedos serão doados para Campanha do Ribeirão Verde daqui de Ribeirão Preto. Se você quiser ajudar, fica o link que explico todos os detalhes da campanha. Participe!!! Ficaremos muito felizes! http://viverbembom.com.br/campanha-de-doacao-ribeirao-verde-participe-voce-tambem/

Agora com vocês….Chiara e seus brinquedos!!!

 

Você já fez a doação para a campanha do Ribeirão Verde? Ainda dá tempo…

Oi pessoal!

Ontem fizemos a nossa doação para a Campanha do Ribeirão Verde! Confiram o vídeo…mas ainda vou fazer mais algumas “limpas” aqui em casa.

Por favor, colaborem com qualquer coisa, tanto adulto como infantil. São famílias que precisam de tudo: roupas, leite em pó, fralda, alimento, brinquedos etc…

Contamos com vocês!!!

Campanha de doação Ribeirão Verde – participe você também!!!!

Oi gente!!!

O grupo do facebook “Gravidinhas e Mãezinhas”, no qual eu participo, está organizando uma campanha para ajudar uma comunidade carente em Ribeirão Preto.

Ficaremos muito felizes se você e seus amigos, familiares, vizinhos…também ajudarem esta causa!!!!

Por favor, assistam ao vídeo…lá explico tudo!!!! Data, onde doar, o que doar….

Um beijão e até mais!

Você já está com saudades da BARRIGA da sua gravidez???

Meninas….

Como são estranhos os nossos sentimentos, né? Quando estamos grávidas, queremos que nasce logo…quando nasce, queremos a barriga de novo!!! Vai entender…somos mulheres, né????

Comigo foi muito diferente uma gravidez da outra: na da Chiara, eu passei muito mal, então não via a hora que ela nascesse, já do Benício, como sabia que, provavelmente, não ficaria grávida novamente, quis aproveitar até o último momento…se o médico falasse para mim que ele ia nascer de 50 semanas (hehehe) para mim estaria ótimo!!! Valorizei bem mais o status “estar grávida” – cada momento…cada mexida!!!

Atualmente, ainda não estou com saudades da barriga (o Benício está com 8 meses), mesmo porque acredito que não sentimos saudades da barriga em si, mas da sensação extrordinária de sentir o bebê mexer dentro dela!!! Hoje, olho para os meus filhos e fico imaginando como eles puderam ficar tanto tempo lá dentro…é fantástico!!!

No meu caso, a saudade da barriga vai aparecer quando a vida estiver mais “normalizada”, ou seja, quando o Benício ficar um pouco independente como começar a andar, falar…na primeira vez aconteceu quando a Chiara tinha 1 ano e meio, mais ao menos…mas agora não pretendo engravidar novamente…ishiii, mas como vou fazer para matar as saudades!?!? hehehehe (Juninho, brincadeira, não precisa infartar…)

O importante é termos a consciência do momento lindo e único que passamos durante a gravidez e aproveitá-lo o máximo possível e, acima de tudo, agradecer a Deus que nos deu esta oportunidade que nem todas as mulheres têm. Por coinscidência, hoje eu li um post de uma amiga minha, a Flávia de Aguiar, do blog Gravidinhas e Mãezinhas que, no mínimo, me fez refletir tudo isso e agradecer muito ao nosso Pai Maior por ter tido esta benção mágica. Vale a pena conferir: http://gravidinhasemaezinhas.blogspot.com.br/2012/09/rodriguinho-uma-historia-de-fe-e.html

Bom, mas pensando do” lado científico do assunto”, fui atrás de uma matéria da UOL que fala sobre este assunto e sobre o nosso emocional  logo após o pós-parto. Confiram:

“Durante  nove meses que duram uma gestação, a mulher vira o centro das atenções e dos cuidados do seu círculo pessoal e até mesmo de desconhecidos. Todos se preocupam com seu bem-estar e conforto. Afinal qualquer contratempo pode prejudicar sua saúde e a da criança que ela carrega no ventre.

Ao dar à luz, no entanto, mal sai da sala de parto, a nova mãe encontra um contexto bem diferente: encantadas com o recém-nascido, as pessoas deixam de paparicá-la e só têm olhos –e colo, carinho, zelo– para o bebê. Algumas mulheres encaram essa troca numa boa. Outras, porém, mesmo maravilhadas com a maternidade, vivenciam uma espécie de “luto da barriga”, com uma saudade intensa de uma fase em que eram mimadas e ainda não tinham de lidar com noites mal dormidas, choro contínuo e fraldas sujas.

Segundo Ana Merzel Kernkraut, coordenadora do Serviço de Psicologia do Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo, o que geralmente acontece é que algumas mulheres se sentem fragilizadas devido às alterações hormonais, físicas e emocionais que ocorrem durante o parto. Essas mudanças exigem um tempo de acomodação, no qual é necessário o apoio da família ou até de profissionais para auxiliar nos cuidados com o bebê.

QUANDO A TRISTEZA NÃO PASSA

Se após cerca de dez dias do parto a mulher ainda não se sentir bem emocionalmente, é hora de pedir orientação ao obstetra.

“Não é comum a mulher ficar triste e enciumada em função das atenções irem para o bebê, mesmo porque ela também o terá como seu foco”, explica a psicóloga Ana Merzel Kernkraut, do Hospital Albert Einstein.

Ana afirma que a mãe que quer ficar em primeiro lugar diante do nascimento do filho ou que se sente extremamente preocupada a ponto de não confiar a ninguém os cuidados com a criança também requer ajuda médica.

Segundo o ginecologista e obstetra Sérgio Floriano Toledo, os casos em que a mulher sente medo de cuidar do bebê ou ansiedade excessiva em relação ao cotidiano podem sinalizar depressão pós-parto.

“O problema costuma aparecer por volta da terceira ou quarta semana após o nascimento da criança e acomete de 10% a 20% das mulheres.”

Se o diagnóstico for confirmado, é necessário tratamento adequado com psicoterapia e/ou medicamentos.

“Trata-se de um fenômeno conhecido como ‘baby blues’, que é um estado leve de depressão. A mulher pode se sentir entristecida, chorosa e até regredida emocionalmente”, explica a psicóloga. Na maioria dos casos um estado transitório, o “baby blues” pode evoluir para a depressão pós-parto e é preciso estar atento para perceber quando o limite da tristeza foi ultrapassado.

De acordo com Sérgio Floriano Toledo, da Sogesp (Associação de Obstetrícia e Ginecologia de São Paulo), essa manifestação, também chamada de tristeza pós-parto, acomete em menor ou maior grau de 50% a 80% das mulheres que acabam de dar à luz.

“Os sintomas incluem crises de choro, ansiedade, irritação e falta de concentração e surgem depois de três ou quatro dias depois do parto”, conta o especialista. É uma fase em que é preciso se acostumar a ser uma “ex-grávida”  e que parece que nunca mais vai embora, mas some naturalmente após uns dez dias aproximadamente.

“Entender que o ‘baby blues’ é natural e transitório ajuda muito a enfrentá-lo”, diz Toledo. Embora o sentimento seja passageiro, a atenção da família é fundamental no período pós-parto, não importando se a mulher é mãe de primeira viagem ou se o bebê é seu segundo ou oitavo filho. É fundamental não sentir culpa pelos sintomas. Muitas mulheres, mesmo felizes com a criança, sentem saudade da presença da barriga, de acariciá-la, dos movimentos do bebê que sentia.

Quem se identificou pode respirar aliviada: isso é perfeitamente normal e mais comum entre aquelas que tiveram uma gestação agradável, sem sustos ou incômodos. “Para quem planejou e curtiu muito a gravidez, é natural sentir saudade dessa fase, pois é a lembrança de um bom período e sentimos falta das coisas boas pelas quais passamos na vida”, diz Ana Merzel Kernkraut, do Hospital Albert Einstein”

 

E vocês, já sentem saudades da BARRIGA?

bjão a todas e até mais.

 

 

 

 

 

Confiram como foi o 1º Encontro Gravidinhas e Mãezinhas…

Meninas,

No último dia 18/08/2012, sábado, ocorreu o 1º Encontro Gravidinhas e Mãezinhas, lá na Tutti Bebê, em Ribeirão Preto.

Para quem não sabe, o Gravidinhas e Mãezinhas é um grupo do facebook, onde mulheres (grávidas e mães) dividem suas dúvidas, suas experiências, alegrias…  do mundo da maternidade.

Nem preciso falar que amo participar deste grupo, como também participo de outros pelo Brasil (Mamães & Amigas, por exemplo) que me ajudam muito no meu dia-a-dia com as crianças, pois sempre achamos que só nós estamos passando por aquela situação, sendo que todo mundo passa a mesma coisa!!!!hehehe…ah, sem falar que a mulherada adora dar palpite em tudo, não é meninas?????

Espero que este tenha sido o primeiro de muitos encontros que estão por vir. Foi uma delícia: conversamos muito, fizemos sorteios, tivemos um bate-papo com uma médica sobre hormônios antes e pós parto. Ah, amei as lembrancinhas…

Aproveito para agradecer as pessoas / empresas que nos ajudaram na realização do evento: Tutti Bebê, Papel e Afeto, Empório da Papinha, Aninhare, Alexandra fotógrafa, a Thaiane (sling) e a Dr. Flávia. Obrigada a todos!!!

Um beijão e até o próximo!!!