Você já pensou em adotar uma criança?

Oi gente,

 

Tudo bem?

Dia 25 de maio comemora-se o “dia nacional da adoção”. Com certeza, um tema mega polêmico, mas que resolvi escrever aqui, pois na Família Viver Bem Bom já cogitou-se esta ideia várias vezes e vira e mexe retornamos ao assunto.

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Agora vocês me perguntam: Camila você tem o desejo de adotar??? Sim, tenho muito!!! Acredito que já fui muito abençoada em poder gerar duas vidas (todos sabem da minha vontade de ter mais filhos), mas incluir neste círculo uma “pessoinha” que foi abandonada, ou que ficou orfã… seria fantástico,  pois poderemos ajudar e transformar a sua vida. Não me preocupo em raça, cor, sexo, idade, país de origem… gostaria de proporcionar isto à alguém!

Porém, como nada é fácil e simples de resolver, pois somos seres humanos e, adotar uma criança não é chegar no supermercado e escolher um produto…qual é o meu maior medo, ou melhor dizendo, receio: SERÁ QUE CONSEGUIREI CONSIDERAR COMO FILHO? SERÁ QUE NÃO FAREI DIFERENÇA ENTRE MEUS FILHOS LEGÍTIMOS e o ADOTADO? COMO MEUS FILHOS REAGIRÃO À SITUAÇÃO??? Lógico que nunca iremos saber se não concretizarmos a ação, mas por mais que temos as mais belas intenções, não mandamos no nosso coração.

Também sei que temos que ter todo um apoio profissional para a família, para que ajude em todo o processo! Também sei que não há um modelo perfeito, pois como tudo na vida, a mesma ação pode dar certo para uma pessoa e para outra não. Conheço casos maravilhosos de adoção, no qual a pessoa é super inserida à família, ninguém faz diferença, a pessoa sabe que é adotada e agradece por ter sido acolhida… mas também há casos que os filhos não aceitam, que a o filho adotado é revoltado, que trouxe discórdia para a família… mas isto pode acontecer em todas as situações, inclusive temos muitos casos de filhos legítimos que  não são se encaixam ao ambiente familiar… affff, mas o  que pensar então???

Cada família tem o seu jeito de pensar e agir e sabe o que é melhor para seu ambiente familiar, também acredito que a família sabe quando estará preparada para o assunto (mesma coisa quando também colocamos em dúvida se estamos preparados para casar, se achamos a pessoa certa para viver o resto da vida, se temos condição de cuidar de um filho, se queremos engravidar ou não… e quem já viveu isto, sabe que simplesmente acontece… simplesmente flui..talvez  não com tanta naturalidade…mas vai!) E na família Viver Bem Bom este assunto está amadurecendo aos poucos, ficarei muito realizada se  este sonho um dia se transformará em REALIDADE!

Enquanto isto, gostaria de compartilhar com vocês alguns links que li esta semana e explicam muito sobre o assunto (inclusive passo-a-passo) e dizer o quanto me orgulho das pessoas e famílias que passaram por cima de todos os “PORÉNS” e tanto  ajudam  e fazem o bem ao próximo: dando um lar, estudo, comida, roupa…. e acima de tudo: MUITO AMOR, AMOR VERDADEIRO, AMOR DE MÃE, DE PAI, DE IRMÃO, DE AVÔ,  DE TIO… AMOR FAMILIAR POR INTEIRO!!! Simplesmente sem palavras…

Links das matérias:

http://revistapaisefilhos.uol.com.br/familia-e-tudo/adocao-passo-a-passo

http://www.brasilescola.com/datas-comemorativas/dia-nacional-adocao.htm

Site direcionado a este assunto:

http://www.adocaobrasil.com.br/

adoção                                                                                                          www.dsvc.com.br

Qual é a opinião de vocês? Um grande bj e até mais!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Festa infantil em buffet ou em casa? Qual é a melhor opção?

Oi pessoal!

Faz tempo que queria escrever sobre este tema para vocês, afinal foi na festa de aniversário da Chiara deste ano que obtive a minha primeira experiência em buffet infantil.

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Foi muito linda, mas como tudo na vida, há prós e contras. Nem preciso falar que a principal vantagem de se fazer em buffet infantil é que podemos chegar na hora da festa e está tudo pronto! Isto é fantástico! Cansaço zero!

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Outro ponto positivo são os brinquedos para a criançada, eles se divertem muito! E os buffets estão cada vez mais profissionais neste quesito: até percurso de arvorismo tinha neste que fiz a festa. (Porém, quando fazemos a festa em casa podemos também alugar brinquedos e/ou contratar uma empresa de recreação que também é muito legal)

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A tranqüilidade de contratar tudo em um mesmo local, confirmar tudo com uma pessoa só, também é muito positivo. Não precisa ficar ligando para o moço das cadeiras, a moça dos doces, bebidas…. (se bem que agora há empresas que podemos contratar para o local da festa e oferece todos os serviços). Porém, é interessante ligar na semana da festa no buffet para confirmar todos os serviços contratados, é uma garantia para não termos surpresas desagradáveis na hora.

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Encontro das primas de várias “gerações” da Chiara, da vovó Cleide, da tia avó Neide e da tia-bisavó Ivone (que confusão!!!hehehe)

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Outra vantagem é que os buffets são apropriados para festas infantis, ou seja, não fica nada adptado como em casa, que às vezes o salão é pequeno, ou a área não é coberta, ou tira todos os móveis.

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No buffet, literalmente não precisa se preocupar com nada, tudo chega na sua mão com muita tranqüilidade…não precisa se desesperar como em casa: cadê o fósforo? escrever o nome nos presentes??? quem apaga a luz???? hehehehehe quem nunca se preocupou com isto????

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Agora, o maior ponto negativo do buffet é a impessoalidade, ou seja, nada foi feito por vc, quase um delivery: agora sai uma festa das princesas, a noite dos carros, amanhã da barbie… e assim por diante! tudo igual para todos! De verdade, não me agrada nem um pouco… gosto de colocar a mão na massa e preparar a festa pensando qual é a decoração que mais tem a ver com meus filhos, a lembrança, gosto de personalizar!

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Apesar de ter a lembrança do buffet, eu criei a lembrancinha personalizada, que foi um imã de geladeira, que já é tradicional na nossa família (fazemos coleção!!!hehehehe). Disto eu não abri mão!!!

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Outro ponto negativo é o preço, sai bem mais caro do que uma festa organizada por vc. Mas se vc. quer ter tranquilidade, vale a pena, pois hoje os buffets dividem em várias vezes o valor da festa, ou seja, mal terminou de pagar uma, já começa a pagar do outro ano….Acho que vou abrir um “consórcio” para festas infantis!!! heheheh o que acham???? brincadeira…

Na verdade, a festa vai se adequar a realidade dos pais: disponibilidade, o quanto quer gastar, estilo de vida, no momento de vida que a família está enfrentando… mas, o que vocês devem estar se perguntando agora??? Tudo bem Camila, você escreveu, escreveu, escreveu…mas o que vc. faria hoje se tivesse um outro filho?

1 – Se não ligasse para o “encontro da família e amigos” (pois são nestes momentos que conseguimos reunir todos), eu não daria festas, todos os anos comemoraria com uma viagem super especial!!!

2 – Porém, acredito que na época em que todos os amigos começam a dar festas, o meu novo filho iria solicitar algo neste quesito, ou seja, se não me importasse com o encontro familiar, faria uma tarde especial do meu novo filho com os amigos apenas.

3 – Hand made ou buffet? Depende da correria da minha vida: não adianta nada fazer tudo personlizado, feito por você e no dia da festa não aproveitar, porque está caindo de sono e de cansaço. Hoje, optarei por buffet ou alguma empresa que me traga tudo! Apesar de não me satisfazer como mãe com isto! Mas fazer o quê…querer não é poder!!!

4 – Sonho de consumo: atingir o “menos é mais”, ou seja, gostaria que a festa não fosse vinculada a presentes e sim, ao prazer de estar ao lado das pessoas e viver o momento! Uma festa ideal para mim seria cada convidado trazer um prato de comida e o aniversariante daria o bolo, sem decoração, mas uma programação de atividades com o envolvimento das pessoas, viver o momento… um almoço de domingo na casa da avó, por exemplo!!!!hehehehehe Mas como explicar para o aniversariante que não irá ganhar presentes??? a nossa família ainda não conseguiu chegar nesta EVOLUÇÃO..quem sabe um dia! Alguém já vive este exemplo de festa ou algo parecido???

 

“Filosofei” demais…hehehe um beijão e enviem comentários!!! Até mais..

 

 

 

Como tentar amenizar o ciúme do filho quando a mãe engravida novamente?

Oi pessoal! Este post é destinado para as mamães que estão planejando engravidar novamente e também para casos de filhos de casamentos diferentes…precisamos prestar muita atenção nas nossas atitudes para não desencadear ações e/ou sentimentos desnecessários, né?

Bom, tivemos duas situações muito diferentes quando se trata de ciúme e gravidez, porque a diferença de idade entre os irmãos foi muito diferente em cada gestação, confiram…

A primeira foi quando engravidei da Chiara: a Marina, que é filha do primeiro casamento do Juninho, ia fazer 10 anos, queria um irmão loucamente, já entendia toda a situação, mas o medo de ser menos amada, deixar de ser a princesa da familia, por mais que seja um sentimento inconsciente, isto rolou, mesmo porque ela cresceu sendo “a filha única” do dois lados: conosco e também do lado da mãe….tivemos toda uma preocupação de mostrar para ela que nada ia mudar, tentamos participá-la a todo momento de tudo: ultrassons, escolha de roupinhas, ficava colocando o ouvido na minha barriga… mas foi uma eterna relação de medo e felicidade o tempo todo, porque ela não sabia o que ia acontecer.

Quando a Chiara nasceu, tudo mudou: ela viu que nada se modificou,  e o amor dela pela Chiara é algo de outras vidas.

 

Aí fiquei grávida do Benício: como a Chiara tinha apenas 2 anos, a nossa dificuldade era explicar para ela a situação, porque vc. fala que tem um neném dentro da barriga da mamãe, mas eles não entendem, eles não conseguem materializar. Então, a nossa opção foi tentar participar a Chiara em tudo também…decoração do quarto, os adesivos que colamos na parede ela que escolheu…me ajudou a separar as roupinhas para a maternidade e por mais que o médico não permite…tentei não deixar de fazer as coisas com ela: dar banho, carregar no colo…fui até onde o meu corpo permitiu, ela poderia achar que o neném estava vindo para “tirar a mãe dela” ou algo parecido.

Em relação a Marina, também foi diferente e acho que desta vez, pecamos com ela, pois achamos que estava tudo certo, afinal ela tinha vivido a gravidez da Chiara, mas não foi bem assim…ela já estava com quase 13 anos e por incrível que pareça, ela ficou insegura, quando decobrimos que era um menino, não sei se passou pela cabeça de que o pai ia amar mais o menino…e quando o Benício nasceu ela estava viajando, então ela foi conhecer o irmão depois de 2 semanas..houve até uma resistência para ela ir conhecê-lo, acho que insegurança, medo de não amar o irmão como ama a irmã, sei lá, dá para imaginar de tudo… definitivamente, ficsmos tão preocupados com a Chiara que não passou pela nossa cabeça que a Marina poderia estar precisando de mais atenção que ela.

Com o passar do tempo (graças a Deus o TEMPO existe) tudo ficou perfeito…todo mundo ama todo mu ndo, ninguém perdeu espaço, o que acontece hoje, é que a Marina já está uma moça, então ela fica menos com a gente..afinal nesta idade, eles só querem ficar com os amigos e ir para festas, né? hehehehe

Bom, mas vamos as dicas, o que aprendemos com tudo isso:

1 – Dê tempo ao tempo: a criança também precisa do seu espaço e tempo para digerir uma informação

2 – PARTICIPAR: a criança não pode ter o sentimento que o neném vai roubar o seu espaço, os pais, o amor das pessoas….a criança tem que estar envolvida com a situação, tem que participar das decisões e temos que cumprir com o que prometemos, por exemplo, com a chegada do Benício, dois dos irmãos tinham que dormir juntos…quem decidiu quem ia dormir com quem foi a Marina (ela decidiu que ela dormiria com a Chiara e, o Benício teria seu quarto), eles têm que saber que suas opiniões são importantes e se forem coerentes serão atendidas, afinal SOMOS UMA FAMÍLIA!

3 – A gravidez não pode ser vista como algo que atrapalha o outro filho…por exemplo: a mamãe não pode  brincar porque está passando mal por causa da gravidez….com o tempo a criança associa tudo de ruim, temos que nos esforçar e quando não dá (afinal, passamos muito mal)… tentar explicar o processo da gravidez sempre sendo algo mágico e lúdico para a criança entender e ainda “defender” o irmão: a mamãe precisa dormir um pouco porque o seu irmão tb. está com sono,vamos contar uma história juntos para ele ouvir de dentro da barriga e dormir junto com a mamãe?….algo parecido, não sou tão criativa assim…hehehehehe

4- Contar para a criança como que aconteceram as coisas na época dela, eles se sentem importantes…sabe “fulano” quando a gente fez este exame com você, o seu dedinho estava na frente do seu nariz…do seu irmão está na perna…o seu quarto era lilás, do seu irmão é azul…esta roupinha era sua, vamos usar com o seu irmão?

5 – Quando o neném já estiver mexendo, estimular a interatividade entre os irmãos: sentir mexer, colocar o ouvido, fazer com que criança cante para o neném…vocês não têm noção: a Chiara brincava de esconde-esconde com a minha barriga, na verdade com o Benício que estava dentro da barriga hehehehe era muito engraçado!!!

Gente, eu acho que ficava horas aqui contando o que já passamos, o que foi bom ou não, mas o post já está enoooorrrrmmmeeee!!!! Espero que tenham gostado das dicas e conto com mais sugestões, afinal não somos donos da verdade e sempre o que dá certo para gente, pode não dar certo para o outro, né? Então, conto com a participação de todos…beijos!!!

Você sabe a cadeirinha certa para o seu filho? Até quando devemos usar o bebê conforto?

Resolvi fazer este post porque uma amiga minha, esta semana, comentou que a filha dela já estava desconfortável no bebê conforto, mas que ainda vai completar 7 meses daqui há alguns dias e ela não sabia o que fazer: se podia ou não colocá-la em outra cadeirinha e em qual modelo.

Falando da minha experiência, a Chiara saiu do bebê conforto também com uns 7 meses e compramos uma cadeirinha que tinha a possibilidade de reclinar para não ficar desconfortável na hora da soneca, mas nunca soube se fiz certo ou não, apenas segui o instinto de mãe. Por isso, fui tentar achar algumas respostas na internet…confiram:

Primeiro, vamos conhecer os modelos adequados aos pesos e idades:

 (vale ressaltar que há vários tipos e marcas de cadeirinhas, então as informações abaixo são apenas referências)

Bebê Conforto: para crianças de até 9 meses (há referências até 1 ano) ou até cerca de 9 a13 quilos

(a bebê da minha amiga está com quase 9kgs);

Fotos de  Bebê Conforto
Reversíveis: para crianças de 9 meses a 4 anos ou entre 9 e 20 quilos (existem modelos que são desde recém-nascidos até 16kgs – são utilizados de costas e depois vira de frente);

(esta foi a cadeirinha que compramos para a Chiara na época e recomendo,  tem 3 opções de reclinar, ótima!) 

Fotos de  Cadeira de bebe para carro da burrigoto

 
Assentos Elevatórios (Boosters): para crianças de 4 anos a 12 anos ou de até 1,45 m de altura.

A Chiara utiliza esta cadeirinha desde os 2 anos e 9 meses (aproximadamente) – ela nem cabe mais na outra cadeirinha que eles recomendam até os 4 anos

Cadeira Para Auto Tutti Baby Safety & Comfort - De 3 a 8 Anos ou De 15 a 36Kg

Quando a criança medir mais de 1,45 m deverá andar no banco de trás usando o cinto de três pontos do carro, sem a cadeirinha.

 

Posição correta das cadeirinhas:

É muito importante usar a cadeirinha certa para o tamanho da criança. O bebê conforto deve ser utilizado desde o dia em que a criança sai da maternidade e devem  ser posicionadas no sentido contrário ao da marcha do carro, ou seja, de costas para o painel, e os outros modelos, de frente.

Outra observação importante é quanto a colocação da cadeirinha, lembrem-se de pedir o manual, e mais algumas instruçōes na loja, caso ache necessário (o pai de primeira viagem precisa aprender como coloca um bebê conforto no carro, para não ser pego de surpresa).

Os modelos de cadeirinhas confiáveis e seguros são aqueles que estão com selo de qualidade e segurança. evitem as cadeirinhas de segunda mão.

Após um acidente, recomenda-se que as cadeirinhas sejam enviadas ao fabricante. Só depois de avaliado e liberado pela fábrica, o assento pode voltar a ser usado. Mas, se o acidente tiver ocorrido a mais de 50 km/h, o recomendável é que a cadeirinha não seja reutilizada.

Confiram mais informações sobre este assunto: http://brasil.babycenter.com/baby/protecao/cadeirinhas/

 
Mas, voltando a história da minha amiga, ela acabou comprando ontem a cadeirinha reversível (o mesmo modelo que compramos para a Chiara, na época) e vai usá-la de costas até a nenê completar uns 9 meses (tem esta possibilidade) e depois virá-la de frente. Desta forma, ela ficará mais segura.
 
Mais uma vez, compartilho com vocês um assunto que a decisão depende da necessidade da família, lógicamente que SEGURANÇA em primeiro lugar, afinal de contas, nossos pequenos sempre tentam nos convencer para deixá-los andar fora da cadeirinha. Já fui mole algumas vezes e deixei, mas nos dias de hoje, nem pensar!!! Deixo esperniando, chorando, sem folego, mas vai na cadeirinha. Sou muito dura em relação a isso…morro de medo que aconteça alguma coisa!
 
E vocês, também estão em dúvida sobre qual cadeirinha usar????