Relação sexual após nascimento dos filhos

Genteeeem, que assunto complicado, né? Como manter a vida de casal com a chegada dos filhos? Afinal, a relação sexual existe???

Esta imagem é ótima!!! Vocês devem me achar louca, mas este é meu sonho de consumo..hehehehe foto: www.gironatela.com

Esta imagem é ótima!!! Vocês devem me achar louca, mas este é meu sonho de consumo..hehehehe / foto: www.gironatela.com

 

As adaptações, os receios, a falta de foco no parceiro… vishhiii quantas indagações???

Tenho que confessar que tinha muito medo das mudanças. Tinha medo de não saber o que ia acontecer… e me aterrorizava com que outros casais com filhos contavam: aquelas brincadeirinhas sem graça e fora de hora que sempre apareciam na conversa – vocês são loucos, filho muda tudo… preparem-se para nunca mais ter tempo para nada…blá blá blá.. afff, desnecessário!

Bom, a Chiara nasceu e, na minha opinião, a partir deste momento (quando nasce o primeiro filho) que você comprova se o amor do casal é mesmo verdadeiro. Sabe, o que o padre diz: na alegria, na tristeza, na saúde, na doença…. E assim por diante! Afinal, principalmente nas primeiras semanas e meses, o casal se anula e vive para o seu mais puro e intenso amor, seu filho.

Isto mesmo.. quando viramos pais e mães, é quando descobrimos o amor incondicional… aí começa um grande  dilema na vida do casal: se eu achava que meu amor incondicional era pelo meu marido e depois descubro que o maior amor que sinto é pelos meus filhos, como fica o amor que sinto pelo meu marido?? Nosssaaaa, que nó na cabeça!!! Apesar do amor de filho e marido serem coisas completamente diferentes, há muitos casos da mãe esquecer do seu lado esposa e ser somente mãe, e isto acontece muuiiiitttooo, mesmo porque nossos hormônios estão lá no pé de tão baixos, a nossa aparência está péssima porque o corpo pós gravidez ninguém marece, sem falar do nosso perfume diário que passa a ser leite estragado!!! Ah… E não posso esquecer da cena de quando as crianças dormem e um olha para outro e diz… Transar ou dormir??? Sem dúvida, escolhemos o dormir….hehehehehe

Agora,uma notícia boa: na vida, tudo se adapta…..e, aos poucos, os casais que são realmente CASAIS DE VERDADE, acostumam-se com a nova vida e encontram novas maneiras de de deixar a “chama acesa da paixão”.  Não será como antes, mas dependendo do casal pode ser muito melhor. O que posso dizer é que o companheirismo tem que falar mais alto e sem desespero, pois aos poucos tudo volta ao normal. Lembrando que cada casal vai encontrar o seu jeito novo de manter uma atração sexual ativa. Lógico que a palavra acomodação não pode estar no nosso vocabulário, precisamos investir no nosso relacionamento, afinal milagres não existem.

Seguem abaixo algumas dicas, nas quais muitas eu sigo, outras não fazem parte da nossa realidade, mas sei que dá certo para outras pessoas:

Apresentação pessoal: só falo uma coisa, como manter uma atração pelo parceiro em alta, se fica com aquelas olheiras enormes, cabelos desarrumados, pijama o dia inteiro… repito: milagre não existe! Precisamos estarmos bem com o nosso “EU” para agradar o outro… estar sempre cuidada, unhas feitas, maquiagem básica, roupas atraentes…

Tudo bem que não somos uma Gisele Bundchen, mas a nossa deusa interior pode se sentir, né? foto: www.vebidoo.de

Tudo bem que não somos uma Gisele Bundchen, mas a nossa deusa interior pode se sentir, né?/  foto: www.vebidoo.de

Carinhos constantes: com o tempo corrido, às vezes esquecemos de tocar a pessoa que juramos amor esterno. Beijos fora de hora, andar de mãos dadas, carinhos na perna enquanto o outro está dirigindo, coisas simples, mas que fazem a diferença para manter o entrosamento do casal em alta. Estimular o toque!

As famosas rapidinhas serão uma constante na vida do casal: se o casal não é adepto a este modelo, podem começar a achar graça neste estilo de sexo… lembrem-se: criatividade é tudo!!! hehehehehe

Um dia na semana, no mês, só para o casal: Uma viagem só os dois de poucos dias, um jantar, um cinema, um passeio… algo que vocês sempre faziam quando não tinham filhos. Esta é uma dica que não pratico muito, para vocês terem noção, nunca mais viajamos  sozinhos sem os filhos nem por um dia. Mas cada casal tem um jeito de lidar, sabemos que hoje, viajar sem eles, não será sinônimo de curtição e sim, ficaremos sentindo-nos culpados e não iremos aproveitar nada, mas quando parentes estão em casa, aproveitamos para dar umas fugidinhas básicas!

E se não der para sair, que tal fazer um jantar romântico em casa? Lógico, que depois que os pimpolhos dormirem, né?

E se não der para sair, que tal fazer um jantar romântico em casa? Lógico, que depois que pimpolhos dormirem, né? foto: www.bolsademulher.com.br

 

Outros estímulos: Como um filme mais picante, ou um livro, bilhetes, mensagens… importante não esquecer de datas românticas como aniversário de casamento, dia dos namorados ou mesmo quando fazemos uma surpresa em datas nada específicas. Não estou falando de presentes, consumismo, estou falando de atitudes que resgatem o casal, a essência do marido e mulher… E esquecer um pouco do papel de mãe e de pai!

Quando comecei a ler esta trilogia, eu tinha vergonha de estar lendo este tipo de livro, mas por trás de tanta "baixaria", há uma linda história de amor. Simplesmente YARRRRR! Só quem leu, sabe que estou falando ehehehehe foto: www.enjoei.com.br

Quando comecei a ler esta trilogia, eu tinha vergonha de estar lendo este tipo de livro, mas por trás de tanta “baixaria”, há uma linda história de amor. Simplesmente YARRRRR! Só quem leu, sabe que estou falando hehehehehe. Se vc. ainda não leu e quer “apimentar” sua relação, super indico!!!     foto: www.enjoei.com.br

Na verdade, a mensagem que quero passar com este post polêmico é mostrar que é possível ter um casamento feliz, uma relação de marido e mulher, mesmo com muito filhos. Lógico que temos saudades do tempo de recém-casados, onde não tínhamos hora para acordar e que tínhamos o controle total  das nossas ações,  mas a palavra é PERMITIR, não sinta-se culpado que um dia você está com vontade de passar o dia inteiro na cama  com o seu companheiro, assistindo filme… Sem horário para nada, enquanto seus filhos estão passando o dia com a avó. O que não podemos fazer é transmitir a responsabilidade de criação dos nossos filhos para  alguém, por exemplo, deixar todos os dias os filhos com a avó porque vamos para a balada todo santo dia! Absurdo, sem cabimento, né?

Equilíbrio é o segredo! Tudo que é extremo, seja para mais ou para menos, não é saudável! Pensem nisto e vamos cada vez mais comemorar os anos que passamos ao lado dos nossos amores eternos!!! Sejam felizes, façam a outra pessoa feliz!

E para terminar… SIIIMMMMMM é possível ter relação sexual após o nascimento dos filhos! 

Qual é a opinião de vocês? Compartilhem conosco!

Um grande bj e até mais!

 

Como a CULPA te ajudou a mudar positivamente!!! Tema do mês Campanha “Culpa, Não!” da Revista Pais & Filhos

Oi gente!

Hoje o post é muito especial. Como todos sabem, eu curto e participo da campanha CULPA, NÃO! da Revista Pais & Filhos (https://www.facebook.com/#!/culpanao?fref=ts). Clique AQUI e   AQUI   para conferir outros links sobre este assunto.

 

E esta semana, fiquei muito feliz ao receber um convite para colaborar com meu depoimento sobre o tema da campanha deste mês: COMO A CULPA TE AJUDOU A MUDAR POSITIVAMENTE! Ou seja… CULPA, SIM! Ainda bem que surgiu a culpa… hehehehe

Bom, fiquei pensando em diversas situações que aconteceram e que me fizeram mudar de atitudes, mas o que me veio com significância foi o meu DESPREPARO TOTAL NA GRAVIDEZ da minha primeira filha: da Chiara.

Quando penso em tudo que aconteceu por imaturidade minha, surge uma culpa enorme, porém se me transformei nesta “SUPER MÃE” que me considero, acredito que este momento da minha vida foi o principal responsável por esta mudança.

Mas, o que aconteceu????

Bom, fiquei grávida sem planejar, afinal não tinha tempo para ter filhos, já que o trabalho estava em primeiro lugar! Além do susto, misturado com alegria, fiquei sabendo que estava grávida, mas durante toda a gravidez continuei o mesmo ritmo frenético, por mais que os outros falassem que tinha uma VIDA dentro de mim, que só dependia do meu amor e dos meus cuidados, achava que tudo era normal e que nada tinha que mudar, mesmo VALORIZANDO a gravidez e estar muito feliz, eu não tinha NENHUMA noção do que era isso.

Os meses foram passando e a gravidez complicou: tive várias infecções urinárias (umas 15 no total), e entre uma dessas, com 6 meses, tive que internar, pois não conseguiam mais controlar. O engraçado que fiz tudo que uma grávida faz no quesito “status”: chá de bebê, decoração do quarto, enxoval, mas o mais importante que era diminuir o ritmo, cuidar de mim e da minha filha… nem passou perto! Para vocês terem noção, eu não me interessava nem em ler ou fazer cursos sobre gravidez (fiz um curso de gestante com a irmã de uma amiga nossa uma semana antes de ter a Chiara, porque ela insistiu muito!). Não sei se este meu comportamento foi porque meu marido já tinha uma filha, a Marina, então estava tranquila porque ele era “experiente”, ou se porque na minha cabeça, ter um filho, era como qualquer mudança na vida da gente: temos que fazer um check list das coisas que temos que fazer e se preparar: como para uma festa de aniversário, ou uma mudança de casa… SIMPLES ASSIM! Inacreditável, né?

Nem preciso falar que o parto da Chiara foi de emergência, né? O médico querendo me avisar que a minha filha tinha que nascer naquela hora, pois ela estava correndo risco de vida (estava com o cordão muito enrolado e muito apertado no pescoço) e eu preocupada com o evento que eu tinha que organizar a noite!!!

Ela nasceu, graças a Deus, tudo certo, mas, à noite tive mais uma lição: a pessoa que estava ao meu lado no quarto, teve a notícia na minha frente que a filha teve complicações e infelizmente não sobreviveu! Resultado: passei a noite inteira tentando consolar esta mãe! E pensando que isto poderia ter acontecido comigo, afinal a todo momento estive no limite e nunca tinha me tocado disso!

Depois de tudo que relatei a vocês, é impossível não EXISTIR CULPA, porém apenas hoje consigo ver como fui ABENÇOADA em todos os momentos e como APRENDI A AMAR VERDADEIRAMENTE. Aprendi a ser mãe, me tornei uma mãe de verdade e todos que me conhecem sabem que por mim teria mais uns 10 filhos. Nâo há uma realização maior! Tudo fica muito pequeno quando o assunto principal são SEUS FILHOS!

Na gravidez do Benício curti cada segundo… aprendi a amar a Marina, minha enteada, como minha filha também e espero ainda poder ser abençoada novamente! Ser mãe possibilitou-me a ser uma pessoa muito melhor! AMOOOOO  MUTO….um grande bj e até mais!

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Como tentar amenizar o ciúme do filho quando a mãe engravida novamente?

Oi pessoal! Este post é destinado para as mamães que estão planejando engravidar novamente e também para casos de filhos de casamentos diferentes…precisamos prestar muita atenção nas nossas atitudes para não desencadear ações e/ou sentimentos desnecessários, né?

Bom, tivemos duas situações muito diferentes quando se trata de ciúme e gravidez, porque a diferença de idade entre os irmãos foi muito diferente em cada gestação, confiram…

A primeira foi quando engravidei da Chiara: a Marina, que é filha do primeiro casamento do Juninho, ia fazer 10 anos, queria um irmão loucamente, já entendia toda a situação, mas o medo de ser menos amada, deixar de ser a princesa da familia, por mais que seja um sentimento inconsciente, isto rolou, mesmo porque ela cresceu sendo “a filha única” do dois lados: conosco e também do lado da mãe….tivemos toda uma preocupação de mostrar para ela que nada ia mudar, tentamos participá-la a todo momento de tudo: ultrassons, escolha de roupinhas, ficava colocando o ouvido na minha barriga… mas foi uma eterna relação de medo e felicidade o tempo todo, porque ela não sabia o que ia acontecer.

Quando a Chiara nasceu, tudo mudou: ela viu que nada se modificou,  e o amor dela pela Chiara é algo de outras vidas.

 

Aí fiquei grávida do Benício: como a Chiara tinha apenas 2 anos, a nossa dificuldade era explicar para ela a situação, porque vc. fala que tem um neném dentro da barriga da mamãe, mas eles não entendem, eles não conseguem materializar. Então, a nossa opção foi tentar participar a Chiara em tudo também…decoração do quarto, os adesivos que colamos na parede ela que escolheu…me ajudou a separar as roupinhas para a maternidade e por mais que o médico não permite…tentei não deixar de fazer as coisas com ela: dar banho, carregar no colo…fui até onde o meu corpo permitiu, ela poderia achar que o neném estava vindo para “tirar a mãe dela” ou algo parecido.

Em relação a Marina, também foi diferente e acho que desta vez, pecamos com ela, pois achamos que estava tudo certo, afinal ela tinha vivido a gravidez da Chiara, mas não foi bem assim…ela já estava com quase 13 anos e por incrível que pareça, ela ficou insegura, quando decobrimos que era um menino, não sei se passou pela cabeça de que o pai ia amar mais o menino…e quando o Benício nasceu ela estava viajando, então ela foi conhecer o irmão depois de 2 semanas..houve até uma resistência para ela ir conhecê-lo, acho que insegurança, medo de não amar o irmão como ama a irmã, sei lá, dá para imaginar de tudo… definitivamente, ficsmos tão preocupados com a Chiara que não passou pela nossa cabeça que a Marina poderia estar precisando de mais atenção que ela.

Com o passar do tempo (graças a Deus o TEMPO existe) tudo ficou perfeito…todo mundo ama todo mu ndo, ninguém perdeu espaço, o que acontece hoje, é que a Marina já está uma moça, então ela fica menos com a gente..afinal nesta idade, eles só querem ficar com os amigos e ir para festas, né? hehehehe

Bom, mas vamos as dicas, o que aprendemos com tudo isso:

1 – Dê tempo ao tempo: a criança também precisa do seu espaço e tempo para digerir uma informação

2 – PARTICIPAR: a criança não pode ter o sentimento que o neném vai roubar o seu espaço, os pais, o amor das pessoas….a criança tem que estar envolvida com a situação, tem que participar das decisões e temos que cumprir com o que prometemos, por exemplo, com a chegada do Benício, dois dos irmãos tinham que dormir juntos…quem decidiu quem ia dormir com quem foi a Marina (ela decidiu que ela dormiria com a Chiara e, o Benício teria seu quarto), eles têm que saber que suas opiniões são importantes e se forem coerentes serão atendidas, afinal SOMOS UMA FAMÍLIA!

3 – A gravidez não pode ser vista como algo que atrapalha o outro filho…por exemplo: a mamãe não pode  brincar porque está passando mal por causa da gravidez….com o tempo a criança associa tudo de ruim, temos que nos esforçar e quando não dá (afinal, passamos muito mal)… tentar explicar o processo da gravidez sempre sendo algo mágico e lúdico para a criança entender e ainda “defender” o irmão: a mamãe precisa dormir um pouco porque o seu irmão tb. está com sono,vamos contar uma história juntos para ele ouvir de dentro da barriga e dormir junto com a mamãe?….algo parecido, não sou tão criativa assim…hehehehehe

4- Contar para a criança como que aconteceram as coisas na época dela, eles se sentem importantes…sabe “fulano” quando a gente fez este exame com você, o seu dedinho estava na frente do seu nariz…do seu irmão está na perna…o seu quarto era lilás, do seu irmão é azul…esta roupinha era sua, vamos usar com o seu irmão?

5 – Quando o neném já estiver mexendo, estimular a interatividade entre os irmãos: sentir mexer, colocar o ouvido, fazer com que criança cante para o neném…vocês não têm noção: a Chiara brincava de esconde-esconde com a minha barriga, na verdade com o Benício que estava dentro da barriga hehehehe era muito engraçado!!!

Gente, eu acho que ficava horas aqui contando o que já passamos, o que foi bom ou não, mas o post já está enoooorrrrmmmeeee!!!! Espero que tenham gostado das dicas e conto com mais sugestões, afinal não somos donos da verdade e sempre o que dá certo para gente, pode não dar certo para o outro, né? Então, conto com a participação de todos…beijos!!!

Em que momento você se tornou mãe? Ou se sentiu mãe?

Oi meninas…
 
Este é um post para as futuras mamães e para as mães efetivas!
 
Estou participando de um grupo de mães no qual debatemos vários assuntos relacionado à maternidade, e entre tantos assuntos, surgiu esta pergunta: “Quando você se tornou mãe?” Antes de engravidar, ao engravidar, durante a gravidez, na hora do parto, depois de um mês que o filho nasceu….??? Todas estas questões me fizeram PARAR e REFLETIR: gente, como eu nunca pensei nisso? Que mãe desnaturada eu sou?
 
Bom, depois do susto que levei…hehehehe…. Fui buscar lá no fundo da memória, quando tinha sido este super momento, então, percebi que você se torna “mais” MÃE a cada dia que passa, pois a todos os momentos nós aprendemos com os nossos filhos e ensinamos também. É uma relação que se constrói aos pouquinhos….montamos a base, as paredes, o teto e..eternamente, ficamos montando a decoração, ou seja, colocando uma peça em um local, outra remanejamos… e assim por diante!
Mas, esta resposta para mim era muito óbvia, ou seja, não me satisfez! Em que momento falei ou pensei: realmente sou MÃE!?!
 
Quem me acompanha, sabe que a gravidez da Chiara foi muito complicada, afinal, estava grávida, mas não agia como uma…devido a isso, fiquei muito doente, tive umas 15 infecções urinárias, fiquei internada com 6 meses de gravidez…queria continuar com a minha vida normal, mesmo ritmo de antes, na loucura total! Por isso, por mais indignadas que vocês fiquem….definitivamente eu NÃO me sentia mãe na gravidez!
 
 A Chiara nasceu, foi um parto de emergência, mas deu tudo certo…a minha estada no hospital foi meio complicada (depois contarei tudo sobre a minha gravidez em outro post)…. até que fomos para casa…
 
E na primeira noite, sozinha com a minha filha, ela não conseguia mamar, as duas não sabiam o que era dar de mamar, ela chorando igual louca por horas…até que em uma certa hora da madrugada, sei lá o porquê desta decisão, mas coloquei ela de pé, de frente para mim, e numa atitude segura, consegui fazer com que ela mamasse. Quase um malabarismo! Hehehehe
 
 
 Foi neste momento que me  descobri MÃE, descobri que MÃE faz tudo pelo bem do seu filho, que atravessa o seu limite para a felicidade e o bem-estar dele, é algo sobrenatural, o instinto de MÃE nasce inconscientemente, sem saber como nem porquê! É algo infinito, muito além de qualquer sentimento, tudo fica muito pequeno quando vc. descobre o SER MÃE! E partir daí, levantei a bandeira a favor de ter 6 filhos….hehehehe o Juninho me mata! Amo tudo isto!
 
E vocês, quando se descobriram mães?
 
E para as futuras mamães, que esta história, sirva de incentivo para vocês valorizarem a gravidez cada minuto, porque é algo mágico que só soube aproveitar quando fiquei grávida do Benício. Cada um tem seu tempo e espaço, saiba respeitar o seu!
 
Obrigada e fiquem com DEUS!
 
Algumas fotinhas da Chiara, minha boneca,  para vocês curtirem….
 
Bjs
 

Vocês sabem o que é DOULA?

Oi gente!!!

Para explicar o tema de hoje, convidamos a nossa querida amiga THAIANE CAETANO!!! Para variar, ela deu um show…explicou tudo sobre DOULAS…amei!!! Até deu vontade de engravidar de novo…hehehehe

Gravidinhas ainda dá tempo!!! Confiram o vídeo….vale muito a pena!!!

Bjs e até mais.

 

Você já está com saudades da BARRIGA da sua gravidez???

Meninas….

Como são estranhos os nossos sentimentos, né? Quando estamos grávidas, queremos que nasce logo…quando nasce, queremos a barriga de novo!!! Vai entender…somos mulheres, né????

Comigo foi muito diferente uma gravidez da outra: na da Chiara, eu passei muito mal, então não via a hora que ela nascesse, já do Benício, como sabia que, provavelmente, não ficaria grávida novamente, quis aproveitar até o último momento…se o médico falasse para mim que ele ia nascer de 50 semanas (hehehe) para mim estaria ótimo!!! Valorizei bem mais o status “estar grávida” – cada momento…cada mexida!!!

Atualmente, ainda não estou com saudades da barriga (o Benício está com 8 meses), mesmo porque acredito que não sentimos saudades da barriga em si, mas da sensação extrordinária de sentir o bebê mexer dentro dela!!! Hoje, olho para os meus filhos e fico imaginando como eles puderam ficar tanto tempo lá dentro…é fantástico!!!

No meu caso, a saudade da barriga vai aparecer quando a vida estiver mais “normalizada”, ou seja, quando o Benício ficar um pouco independente como começar a andar, falar…na primeira vez aconteceu quando a Chiara tinha 1 ano e meio, mais ao menos…mas agora não pretendo engravidar novamente…ishiii, mas como vou fazer para matar as saudades!?!? hehehehe (Juninho, brincadeira, não precisa infartar…)

O importante é termos a consciência do momento lindo e único que passamos durante a gravidez e aproveitá-lo o máximo possível e, acima de tudo, agradecer a Deus que nos deu esta oportunidade que nem todas as mulheres têm. Por coinscidência, hoje eu li um post de uma amiga minha, a Flávia de Aguiar, do blog Gravidinhas e Mãezinhas que, no mínimo, me fez refletir tudo isso e agradecer muito ao nosso Pai Maior por ter tido esta benção mágica. Vale a pena conferir: http://gravidinhasemaezinhas.blogspot.com.br/2012/09/rodriguinho-uma-historia-de-fe-e.html

Bom, mas pensando do” lado científico do assunto”, fui atrás de uma matéria da UOL que fala sobre este assunto e sobre o nosso emocional  logo após o pós-parto. Confiram:

“Durante  nove meses que duram uma gestação, a mulher vira o centro das atenções e dos cuidados do seu círculo pessoal e até mesmo de desconhecidos. Todos se preocupam com seu bem-estar e conforto. Afinal qualquer contratempo pode prejudicar sua saúde e a da criança que ela carrega no ventre.

Ao dar à luz, no entanto, mal sai da sala de parto, a nova mãe encontra um contexto bem diferente: encantadas com o recém-nascido, as pessoas deixam de paparicá-la e só têm olhos –e colo, carinho, zelo– para o bebê. Algumas mulheres encaram essa troca numa boa. Outras, porém, mesmo maravilhadas com a maternidade, vivenciam uma espécie de “luto da barriga”, com uma saudade intensa de uma fase em que eram mimadas e ainda não tinham de lidar com noites mal dormidas, choro contínuo e fraldas sujas.

Segundo Ana Merzel Kernkraut, coordenadora do Serviço de Psicologia do Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo, o que geralmente acontece é que algumas mulheres se sentem fragilizadas devido às alterações hormonais, físicas e emocionais que ocorrem durante o parto. Essas mudanças exigem um tempo de acomodação, no qual é necessário o apoio da família ou até de profissionais para auxiliar nos cuidados com o bebê.

QUANDO A TRISTEZA NÃO PASSA

Se após cerca de dez dias do parto a mulher ainda não se sentir bem emocionalmente, é hora de pedir orientação ao obstetra.

“Não é comum a mulher ficar triste e enciumada em função das atenções irem para o bebê, mesmo porque ela também o terá como seu foco”, explica a psicóloga Ana Merzel Kernkraut, do Hospital Albert Einstein.

Ana afirma que a mãe que quer ficar em primeiro lugar diante do nascimento do filho ou que se sente extremamente preocupada a ponto de não confiar a ninguém os cuidados com a criança também requer ajuda médica.

Segundo o ginecologista e obstetra Sérgio Floriano Toledo, os casos em que a mulher sente medo de cuidar do bebê ou ansiedade excessiva em relação ao cotidiano podem sinalizar depressão pós-parto.

“O problema costuma aparecer por volta da terceira ou quarta semana após o nascimento da criança e acomete de 10% a 20% das mulheres.”

Se o diagnóstico for confirmado, é necessário tratamento adequado com psicoterapia e/ou medicamentos.

“Trata-se de um fenômeno conhecido como ‘baby blues’, que é um estado leve de depressão. A mulher pode se sentir entristecida, chorosa e até regredida emocionalmente”, explica a psicóloga. Na maioria dos casos um estado transitório, o “baby blues” pode evoluir para a depressão pós-parto e é preciso estar atento para perceber quando o limite da tristeza foi ultrapassado.

De acordo com Sérgio Floriano Toledo, da Sogesp (Associação de Obstetrícia e Ginecologia de São Paulo), essa manifestação, também chamada de tristeza pós-parto, acomete em menor ou maior grau de 50% a 80% das mulheres que acabam de dar à luz.

“Os sintomas incluem crises de choro, ansiedade, irritação e falta de concentração e surgem depois de três ou quatro dias depois do parto”, conta o especialista. É uma fase em que é preciso se acostumar a ser uma “ex-grávida”  e que parece que nunca mais vai embora, mas some naturalmente após uns dez dias aproximadamente.

“Entender que o ‘baby blues’ é natural e transitório ajuda muito a enfrentá-lo”, diz Toledo. Embora o sentimento seja passageiro, a atenção da família é fundamental no período pós-parto, não importando se a mulher é mãe de primeira viagem ou se o bebê é seu segundo ou oitavo filho. É fundamental não sentir culpa pelos sintomas. Muitas mulheres, mesmo felizes com a criança, sentem saudade da presença da barriga, de acariciá-la, dos movimentos do bebê que sentia.

Quem se identificou pode respirar aliviada: isso é perfeitamente normal e mais comum entre aquelas que tiveram uma gestação agradável, sem sustos ou incômodos. “Para quem planejou e curtiu muito a gravidez, é natural sentir saudade dessa fase, pois é a lembrança de um bom período e sentimos falta das coisas boas pelas quais passamos na vida”, diz Ana Merzel Kernkraut, do Hospital Albert Einstein”

 

E vocês, já sentem saudades da BARRIGA?

bjão a todas e até mais.

 

 

 

 

 

Mamães e Negócios: dicas para uma gravidez saudável by Dra. Flávia Aguiar

Pessoal,

 

Mais uma dica para nós, mulheres, da Dra. Flávia Aguiar.

Ela dá dicas para uma gestação saudável: o que podemos fazer antes de ficarmos grávidas!!! Planejamento…

Saúde da mulher em primeiro lugar!

 

Quais procedimentos de beleza e higiene podem ou não podem ser realizados durante a gestação?

Olá pessoal! 

Encontrei esta matéria no site da UOL, achei muito legal, fala de cremes e tratamentos de beleza do nosso dia a dia: o que devemos mudar ou manter durante a gravidez. 

Enfim, confiram que vale a pena. Até mais…

Gestante bonita e bebê saudável

Quando a mamãe fica sabendo que está grávida surgem inúmeras dúvida sobre o que ela pode ou não fazer que poderia prejudicar ela ou o bebê. Em geral, gestantes devem sempre tomar muito cuidado antes de fazer tratamentos ou usar qualquer produto de beleza, seja na pele ou no cabelo.
Grávida passando creme na pele - Piotr Marcinski / Shutterstock
Dependendo da quantidade e frequência de uso de certos produtos proibidos para gestantes há graves riscos para o bebê, inclusive de aborto e malformação fetal. Portanto, antes de usar qualquer produto de beleza é recomendado que a mamãe consulte seu médico. O especialista também poderá informar quais são liberados a partir do segundo ou terceiro trimestre da gestação.
Para esclarecer algumas dúvidas das futuras mamães, o Guia do Bebê realizou pesquisas e consultou alguns especialistas.
Para os temas abaixo foi consultada a Dra. Maria Fernanda Gavazzoni, dermatologista da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro.
 – Descoloração de pelos
Gestantes só podem descolorir os pelos com água oxigenada. O que deve ser levado em conta é que a pele da gestante pode estar mais sensível e esta prática pode causar irritação.
– Bronzeador e protetor solar
Gestantes podem e devem usar filtros solares ou bloqueadores diariamente. Bronzeadores não são indicados para nenhuma pessoa. 
É bom lembrar que existe um protetor solar ideal para cada tipo de pele. O mais adequado é que a gestante procure a orientação de um dermatologista para saber qual o produto certo para ela durante a gestação, quando a pele pode sofrer alterações.
– Esmaltes e Acetona
As soluções removedoras de esmaltes que contém concentração máxima de 50% de acetona em sua fórmula e esmaltes podem ser usadas durante a gestação e a amamentação sem problemas.
– Depilação
Não há restrições para depilação com cera, tanto fria quanto quente, e lâminas durante a gestação. Porém, é bom evitar o uso de cremes depilatórios à base de tioglicolato, pois pode haver absorção da substância pela pele. 
A depilação a laser é proibida na fase gestacional, mas não há contraindicação na fase da amamentação.
– Cosméticos
Todo produto registrado como cosmético não pode ter restrições para gestantes ou mamães amamentando. Sob o ponto de vista dermatológico, o certo é consultar um especialista para indicar os melhores produtos para cada tipo de pele.
– Cosméticos anti-idade
Está proibido às gestantes o uso de produtos que contenham em sua fórmula ácido retinoico, ácido glicólico e hidroquinona. 
– Gel redutor
Apesar de não haver contraindicação na bula, a maioria dos médicos recomenda evitar géis redutores e outros produtos que possam provocar irritação na pele ou calor local, pois podem gerar uma vasodilatação intensa e alterar a pressão arterial da gestante. 
– Hidratante e óleos para banhos
Qualquer hidratante usado não pode conter ureia acima de 3%. Os demais hidratantes, em geral, não apresentam problema, mas o ideal é que seja prescrito pelo dermatologista. 
– Xampu normal, anticaspas, contra piolhos
Não há problema em usar xampus comuns. Mas, em geral, xampus de tratamento anticaspa ou contra piolhos não são registrados como cosméticos e sim como medicamentos. Em muitos casos, o xampu anticaspa contém uma substância que não deve ser usada na gravidez, o Cetoconazol. 
Xampus para tratamento antiparasitários não devem ser usados na gravidez, mas, o médico pode recomendar algum outro tipo de tratamento nesta fase. 
– Uso de sabonetes de tratamento no próprio corpo e em animais
Sabonetes e xampus antiparasitários não podem ser usados. Sabonetes antissépticos podem alterar a flora bacteriana normal da pele e não devem ser usados sem receita médica por nenhuma pessoa, principalmente se o uso for prolongado. Em caso de necessidade de uso, a gestante poderá usar sabonete de Clorexidine, mas a concentração será estabelecida pelo médico assistente. 
A gestante não deve manipular nenhuma substância antiparasitária (contra pulgas, carrapatos e outros) para tratamento de animais, pois poderá haver absorção do produto através da pele. 
– Esfoliantes para pés e mãos 
Contanto que não haja concentração de ureia acima de 3%, cremes, géis e sabonetes esfoliantes podem ser usados sem riscos pela gestante.
– Pintar e alisar os cabelos
Não é permitido tintura, tonalizante ou alisante durante a gravidez, apenas os reflexos com água oxigenada. Na fase de amamentação podem ser usadas as tinturas, tonalizantes e alisantes químicos convencionais, que utilizam tioglicolato de amônia, guanidina e hidróxido de sódio ou lítio.
Escovas progressivas para alisamento dos cabelos que levam formol são proibidas nas fases de gestação e amamentação.
O importante é que os produtos utilizados não contenham resorcina, metais pesados, como o chumbo, ou hidroquinona, componentes normalmente encontrados em alisantes ou tintas de cabelos.
Existem produtos feitos especialmente para futuras mamães, que são livres de agentes nocivos. O importante é consultar sempre o médico antes de utilizar qualquer produto.
– Laser, botox e bronzeamento artificial
Gestantes não podem fazer nenhum tratamento de laser, botox ou bronzeamento artificial.
– Tratamento para micoses
Há algumas substâncias usadas em tratamento para micoses que só o médico pode prescrever. Todos têm certo grau de risco e deve-se pesar o benefício do seu uso e em qual período da gravidez poderá ser utilizado. 
– Clareamento dental
Clareamento dental, seja com produtos químicos ou laser, não é recomendado durante a gestação. A gengiva da gestante fica mais sensível, por isso mais propensa a sangramentos, o que pode gerar uma inflamação grave, ou até uma infecção. Geralmente, o que os dentistas fazem nesse período é uma limpeza leve.
– Intervenções cirúrgicas, plásticas ou lipoaspiração
Em hipótese alguma podem ser realizadas. As cirurgias podem ser abortivas e só são efetuadas em casos de extrema urgência.
Para os temas abaixo foi consultada a fisioterapeuta Dr. Cláudia de Oliveira,   docente da Universidade Santa Cecília, em Santos – SP.
– Massagens e drenagens linfáticas
Existem dois tipos de massagens que podem ser feitas em gestantes: Massagem clássica, para relaxamento e drenagem linfática manual. 
Ambos estilos só são indicados se realizados por profissionais especializados em obstetrícia.
A massagem clássica possui diversos benefícios para a gestante, melhora a ansiedade, o humor, aumenta a qualidade do sono, diminui dores lombares, as complicações na hora do parto e na recuperação pós-parto.
A drenagem linfática tem como maior objetivo diminuir a retenção de líquidos, normalmente imposta pela gestação. Mas, deve-se tomar cuidado com variações na pressão arterial da mamãe. Para realizar um procedimento seguro para mamãe e bebê, o profissional deve medir a pressão antes de iniciar a massagem.
Para os temas abaixo utilizamos como fontes de pesquisa a ANVISA e os fabricantes dos produtos.
– Alisamento de Cabelo
Existe disponível no mercado um produto chamado Equalize, da marca Ponto 9 que promete o alisamento sem os agentes químicos como o formol. Esse produto utiliza a técnica de redução de volume.
– Antissépticos Bucais (enxaguante bucal)
Os antissépticos bucais não são contraindicados na gestação.  Mas, estes produtos normalmente são substâncias alcoólicas, por isso não devem ser engolidos, são feitos apenas para o enxágue bucal.

22 semanas de gestação

Olá pessoal, hoje começarei a 22 semana de gestação, então vamos ver como anda essa evolução…rs As pálpebras dele já devem estar formadas e as sombrancelhas já estão se desenvolvendo. A essa hora o bebê já está com as suas unhas formadas e os seus cabelos estão crescendo, o que me deixa  um pouco curiosa para saber qual será a cor e o tipo de cabelo que ele terá.
O cérebro  está se desenvolvendo cada vez mais rápido, e o desenvolvimento irá continuar até que ele complete 5 anos de idade.

O sistema límbico, responsável por controlar as emoções e sentimentos do  bebê está se desenvolvendo, isso quer dizer que eu também sofrerei mudanças de humos….coitado do Juninho….rs….
O senso de paladar também está se desenvolvendo cada vez mais, e normalmente, quando o bebê está nesta fase de gestação ele já sabe diferenciar o que tem gosto bom e o que não tem. Se fizer  uma ultrasonografia 3D durante este período, ele poderá estar colocando a língua para fora para provar o líquido amniótico e depois fazendo careta. Sinal que o sabor do líquido amniótico não deve ser nada bom…..rs…

16 semanas de gravidez

 

Bom pessoal, eu estou faz uma seman longe das minhas mulheres, e principalmente da Camila, ela já deve estar de barriguinha, estou morrendo de saudades….ontem entrou na 16 semana, como esta passando rápido, vejamos como anda nosso bebê.
Ele deve estar medindo aproximadamente 11 cm e pesando algo em torno de 80 gramas.
Nesta semana o  bebê será capaz de manter a cabeça um pouco mais reta, e os seus olhos finalmente começarão a se posicionar corretamente.
O cordão umbilical está agora firmemente preso à barriga do , fornecendo os nutrientes necessários.
O cabelo  está começando a crescer, e a cada semana que se passa, ele continuará crescer mais e mais.
Uma outra novidade que sem dúvida nos  deixa mais feliz é que o bebê já está mais receptivo aos estímulos externos. Isso significa que podemos conversar com ele e inclusive colocar músicas.