Estamos de volta e de vida nova! Como estamos lidando com as crianças perante todas estas mudanças…

Oi gente! Que saudades….
Parece uma eternidade que não escrevo, mas apenas passaram-se 20 dias, afinal a família Viver Bem Bom estava tentando colocar a vida em ordem!
Bom, vou contar aqui para vocês um pouco das nossas férias no litoral catarinense, dar dicas de passeios, o que não é legal fazer com as  crianças quando estamos viajando….mas isto é assunto para outro post.
HOJE, quero falar sobre todas estas mudanças, como a Chiara, principalmente, está  lidando…
Para quem ainda não sabe, mudamos de cidade (motivo: trabalho), decidimos em 20 dias, agora estamos em Santos. Com isto, vieram várias questões que não tínhamos pensado: além da mudança de escola, óbvio… muda pediatra, dentista, amigos, rotina, aprender a viver em apartamento, perder medo da casa nova…. Como fica a cabeça da criança???
Deixamos em Ribeirão Preto muitas pessoas amigas e que tínhamos um certo “conforto”, pois realmente faziam parte da nossa vida, por exemplo, o pediatra da Chiara a viu  nascer! Sabe tudo dela…os dois se amam de paixão…. o que quero dizer é que não tiramos dela só os amigos, tiramos toda referência de vida!!!!
Bom, como estamos??? As aulas ainda não começaram para falar da adaptação a escola, mas a questão de ser praia está ajudando muito, pois se temos um tempinho a levamos para brincar, ainda bem q o apartamento é mais antigo e grande, acredito que o vizinho de baixo não escuta muita coisa, pois viver em apto ainda ela não aprendeu… deixa cair brinquedo, anda de bicicleta, pula adoidado hehehehehe….
O Juninho já era neurótico na casa em RP  em relação as redes de proteção, imagina agora….as crianças não entraram no apto enquanto as redes não estavam instaladas! Concordo plenamente, acidente acontece em segundos!
A gente não pensa em detalhes, mas até o elevador tivemos que explicar tintim por tintim todos os cuidados, não estava acostumada pegar elevador….ela abria a porta de casa e ia brincar na rua ou na casa dos amigos, sem medo!
A Chiara ainda está sem amigos para brincar, isto é que está difícil, pois sempre fala que está com saudades dos de RP (sempre liga para um no faz de conta…contando sobre o seu dia) e sem amigos ela fica muito grudada na gente, só que nem sempre conseguimos estar brincando… quando estamos em casa,  a prioridade é a brincadeira, mas temos que fazer comida, lavar roupa, arrumar a casa, temos o  Benício que está em uma fase difícil que só quer  andar, mas não anda ainda….só cai e dá susto (não dá para largar um segundo) e ela também quer e precisa de atenção total! Percebo que está carente, está fazendo algumas birras que não fazia antes, o comportamento está alterado. O que está nos ajudando muito é que a moça que trabalhava comigo em RP está passando o mês de janeiro conosco, então enquanto uma está arrumando a casa, a outra está com as crianças e quando eu saio ela só cuida das crianças sem piscar!
Em resumo, quero muito que as aulas comecem para a Chiara brincar com crianças e fazer novas amizades. Aí acredito que tudo vai melhorar e ela vai se sentir mais parte de  Santos!
A notícia boa é que já mudei muito de cidade e sei que é difícil, mas tudo dá certo e acostumamos com a nossa nova vida brevemente… estes dias o Juninho estava em depressão que não tinha amigos, que não conhecia ninguém… hehehehehe tirei sarro, mas ele entrou numa “fobia” por causa disso, realmente precisamos respeitar o momento e o tempo de cada um!
E eu? Estou feliz! Às vezes bate uma insegurança de preocupação com o nosso futuro, mas aprendi a me adaptar rapidamente, CONFIO EM DEUS e sei que tudo vai dar certo.
E vcs., já passaram ou estão passando por isso? Será que estou lidando da melhor forma com a Chiara? Deixem seus comentários…um grande beijo a todos, estava com saudades!

Vejam algumas fotos de passeios que já fizemos em Santos.

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O que fazer quando a criança sente SAUDADES…

Oi gente!!!

Esta palavra SAUDADES é muito forte, né?

Ouvi muitas e muitas vezes enquanto o Juninho estava viajando. Afinal de contas ele ficou 20 dias fora e imaginem a Chiara como ficou… simplesmente o pai é tudo para ela!!!

Havia momentos em que eu ficava com dó, outros ficava irritada pela situação e ainda existiam outros que eu tentava entretê-la com alguma história para ela esquecer…mas posso afirmar que foi muito difícil!!!

O comportamento da Chiara variou bastante: no começo, ela não perguntava do pai, depois tudo chamava o pai… chorava sem motivos e pedia por ele, no final então…ficou terrível…estava manhosa, chorona e muito birrenta.

O Juninho falava com ela quase todos os dias por Nextel (foi o que ajudou muito) e de vez em quando conseguíamos nos ver pelo Skype.

Pensando nisso, fui atrás de uma resposta da Revista Crescer a uma leitora que aborda este assunto para verificar se fiz algo direito. Confiram:

O link é resposta Revista Crescer


Beto Tchernobilsky

Pais longe de casa 
Quando o pai ou a mãe precisam viajar a trabalho, a reação da criança é a mesma: fica triste, manhosa, teme que não volte mais. Como em muitos casos, o diálogo é a melhor opção. Explique o quanto esse trabalho é importante para a família. Para amenizar a saudade dela (e a sua também) ligue sempre para casa, converse com o seu filho, queira saber do seu dia-a-dia, ajude a resolver possíveis problemas. Pode também deixar recadinhos escondidos para ele achar pela casa ou no material escolar. “Dessa forma, a criança saberá que não foi esquecida, se sentirá valorizada e vai guardar uma mensagem positiva desta época”, diz Lourdes Brunini, psicóloga, diretora da Faculdade de Ciências da Saúde de São Paulo. 

Resposta à dúvida da leitora Patrícia, por e-mail
Bom, depois desta resposta acredito que fizemos algo certo!!!! Da próxima vez, vamos aprimorar mais…espero que não seja tão cedo… quero ficar com SAUDADES deste episódio…hehehe

Matérias interessantes sobre comportamento dos filhos

Como todos sabem, a Chiara está com 3 anos,  e estamos começando a ter algumas dificuldades em relação a birras e malcriações. Devido a isso, começamos a buscar matérias que dão dicas de como devemos proceder para não tomar uma atitude inadequada.
Um site que gostamos muito é o da UOL, tem uma categoria que é só sobre “comportamento entre pais e filhos”, muito interessante.
Segue abaixo uma matéria que gostamos muito e o link do site da UOL desta categoria é: http://mulher.uol.com.br/comportamento/pais-e-filhos/
Vale a pena visitar!!!

Veja dez atitudes para conseguir que seu filho obedeça e descubra se você age corretamente

Katia Deutner
DO UOL, em São Paulo
Falar, mandar e repetir tudo de novo parece chato, mas muitas vezes é fundamental para a educação de uma criança. Não obedecer na primeira vez em que os pais chamam a atenção não significa que o filho está fazendo pirraça –mas é preciso cuidado para que não vire. “O processo de aprendizagem é contínuo e por isso precisa ser revisto sempre. Repetir muitas vezes para que a criança compreenda e execute uma determinada tarefa é comum”, explica a psicóloga infantil Jéssica Fogaça.
Isso ocorre porque o processo de memorização se constitui aos poucos. “Iniciamos a fala com balbucios, depois com algumas sílabas para então chegar às palavras e, finalmente, às frases completas. O desenvolvimento humano é um processo repleto de etapas. Partimos das mais simples para as mais complexas”,diz a especialista.
Uma coisa de cada vez
Se o filho não obedecer na primeira vez ou depois de tantas outras, o problema pode estar também na forma como a informação foi passada e não em seu conteúdo. Acontece de os pais falarem tanta coisa ao mesmo tempo que as crianças não memorizam tudo na hora. Ser claro e objetivo na solicitação e fazer um pedido apenas por  vez são os primeiros passos para o entendimento.
Desde cedo, as crianças aprendem que pai ou mãe não ficarão repetindo a mesma ordem, mas vão exigir obediência. “Geralmente, chegam aos cinco anos cedendo ao primeiro ‘não’. A desobediência ocorre ainda porque este processo de repetição significa para o filho um meio de manter a atenção dos pais voltada para ele, que, em última instância, fica no domínio da situação”, diz a psicopedagoga Maria Irene Maluf.
Pode ser que ele esteja fazendo pirraça para chamar a atenção. Se esse for o caso, cuidado: a criança entende que não obedecer vale a pena e que, em algum momento, vai tirar vantagem disso, afinal, os adultos vão se cansar e ela vai fazer o que quer, como um sinal forte de falta de limites.
Nada de barganha
Prometer um castigo e não cumprir é tão nocivo para a educação do filho quanto fazer pequenas trocas na base da chantagem. “É preciso ser coerente na fala e pensar antes de dar a ordem e a consequência de seu não cumprimento. Ceder por insistência das crianças demonstra falta de autoridade e desfavorece as ordens”, conta a psicopedagoga Maria Cecília Galelo Nascimento, professora da Unip (Universidade Paulista).
Dar mais liberdade e alternativas para os filhos agirem é bom desde que haja supervisão e que eles saibam que existem consequências boas ou ruins. “As crianças devem entender logo cedo que os pais mandam, têm maior conhecimento das coisas e são responsáveis por tudo o que fizerem. Pais são diferente dos irmãos ou dos amiguinhos”, completa Maria Irene Maluf.

LIÇÕES PARA UM FILHO OBEDIENTE

1. Tenha certeza do que fala. Tanto da ordem que passou quanto de sua clareza e entendimento. Explique objetivamente o que espera que seu filho faça e o que pode acontecer se não obedecer.

2. Crianças contrariadas choram. Elas estão começando a viver dentro da realidade, o que nem sempre está de acordo aos seus desejos. Mas frustração, quando adequada à faixa etária, ensina a superar problemas no presente e no futuro, principalmente se os pais estiverem no comando.

3. Evite falar demais. Crianças não precisam de longos discursos sobre as razões pelas quais podem ou não fazer determinadas coisas. Basta falar: resolvi por que é melhor para você.

4. Saiba escutar seu filho. Ao dar a ordem, use de bom senso quando ele tentar negociar e chegar a um acordo. Assim, a criança se vê cumprindo a ordem e os pais ficam satisfeitos e com autoridade.

5. Cuidado com “sim” e “não”. Eles devem ser definitivos, combinados entre os pais e longe dos filhos. Nada pior que um dos pais tirar a autoridade do outro.

6. Seja sensato e firme. Demonstre autoridade com uma fala objetiva e com tom de voz firme, porém amigo. Aja com bom senso ao dar uma ordem. De nada adianta pedir algo que está além da capacidade da criança.

7. Fique em alerta com a desobediência frequente. Isso significa que algo está errado e a frustração dos pais muitas vezes se transforma em palavras e modos rudes. Se perceber que vai perder o controle, saia do ambiente que está com a criança e só volte quando estiver seguro do que falar e fazer.

8. Dê atenção e amor. Pergunte para o filho como foi seu dia, como se sentiu na escola. Se algo estiver errado (fez birra com a professora, por exemplo), avise que ele errou e que pode sofrer um castigo por isso. Elogie bons comportamentos com beijos e abraços. Nada de trocar por presentes e promessas de vantagens.

9. Diga “não” quando for preciso. Sempre de forma educada, controlada e segura. Isso não magoa a criança, não tira a liberdade de expressão, de movimentos ou a criatividade, mas a torna mais confiante e forte.

10. Imponha limites. Os filhos não adivinham o que devem fazer e se sentem inseguros se não tiver alguém tomando conta deles, conduzindo seu comportamento nos momentos de novas experiências. Limites são bons para as crianças e para os pais.