Em que momento você se tornou mãe? Ou se sentiu mãe?

Oi meninas…
 
Este é um post para as futuras mamães e para as mães efetivas!
 
Estou participando de um grupo de mães no qual debatemos vários assuntos relacionado à maternidade, e entre tantos assuntos, surgiu esta pergunta: “Quando você se tornou mãe?” Antes de engravidar, ao engravidar, durante a gravidez, na hora do parto, depois de um mês que o filho nasceu….??? Todas estas questões me fizeram PARAR e REFLETIR: gente, como eu nunca pensei nisso? Que mãe desnaturada eu sou?
 
Bom, depois do susto que levei…hehehehe…. Fui buscar lá no fundo da memória, quando tinha sido este super momento, então, percebi que você se torna “mais” MÃE a cada dia que passa, pois a todos os momentos nós aprendemos com os nossos filhos e ensinamos também. É uma relação que se constrói aos pouquinhos….montamos a base, as paredes, o teto e..eternamente, ficamos montando a decoração, ou seja, colocando uma peça em um local, outra remanejamos… e assim por diante!
Mas, esta resposta para mim era muito óbvia, ou seja, não me satisfez! Em que momento falei ou pensei: realmente sou MÃE!?!
 
Quem me acompanha, sabe que a gravidez da Chiara foi muito complicada, afinal, estava grávida, mas não agia como uma…devido a isso, fiquei muito doente, tive umas 15 infecções urinárias, fiquei internada com 6 meses de gravidez…queria continuar com a minha vida normal, mesmo ritmo de antes, na loucura total! Por isso, por mais indignadas que vocês fiquem….definitivamente eu NÃO me sentia mãe na gravidez!
 
 A Chiara nasceu, foi um parto de emergência, mas deu tudo certo…a minha estada no hospital foi meio complicada (depois contarei tudo sobre a minha gravidez em outro post)…. até que fomos para casa…
 
E na primeira noite, sozinha com a minha filha, ela não conseguia mamar, as duas não sabiam o que era dar de mamar, ela chorando igual louca por horas…até que em uma certa hora da madrugada, sei lá o porquê desta decisão, mas coloquei ela de pé, de frente para mim, e numa atitude segura, consegui fazer com que ela mamasse. Quase um malabarismo! Hehehehe
 
 
 Foi neste momento que me  descobri MÃE, descobri que MÃE faz tudo pelo bem do seu filho, que atravessa o seu limite para a felicidade e o bem-estar dele, é algo sobrenatural, o instinto de MÃE nasce inconscientemente, sem saber como nem porquê! É algo infinito, muito além de qualquer sentimento, tudo fica muito pequeno quando vc. descobre o SER MÃE! E partir daí, levantei a bandeira a favor de ter 6 filhos….hehehehe o Juninho me mata! Amo tudo isto!
 
E vocês, quando se descobriram mães?
 
E para as futuras mamães, que esta história, sirva de incentivo para vocês valorizarem a gravidez cada minuto, porque é algo mágico que só soube aproveitar quando fiquei grávida do Benício. Cada um tem seu tempo e espaço, saiba respeitar o seu!
 
Obrigada e fiquem com DEUS!
 
Algumas fotinhas da Chiara, minha boneca,  para vocês curtirem….
 
Bjs
 

Você já está com saudades da BARRIGA da sua gravidez???

Meninas….

Como são estranhos os nossos sentimentos, né? Quando estamos grávidas, queremos que nasce logo…quando nasce, queremos a barriga de novo!!! Vai entender…somos mulheres, né????

Comigo foi muito diferente uma gravidez da outra: na da Chiara, eu passei muito mal, então não via a hora que ela nascesse, já do Benício, como sabia que, provavelmente, não ficaria grávida novamente, quis aproveitar até o último momento…se o médico falasse para mim que ele ia nascer de 50 semanas (hehehe) para mim estaria ótimo!!! Valorizei bem mais o status “estar grávida” – cada momento…cada mexida!!!

Atualmente, ainda não estou com saudades da barriga (o Benício está com 8 meses), mesmo porque acredito que não sentimos saudades da barriga em si, mas da sensação extrordinária de sentir o bebê mexer dentro dela!!! Hoje, olho para os meus filhos e fico imaginando como eles puderam ficar tanto tempo lá dentro…é fantástico!!!

No meu caso, a saudade da barriga vai aparecer quando a vida estiver mais “normalizada”, ou seja, quando o Benício ficar um pouco independente como começar a andar, falar…na primeira vez aconteceu quando a Chiara tinha 1 ano e meio, mais ao menos…mas agora não pretendo engravidar novamente…ishiii, mas como vou fazer para matar as saudades!?!? hehehehe (Juninho, brincadeira, não precisa infartar…)

O importante é termos a consciência do momento lindo e único que passamos durante a gravidez e aproveitá-lo o máximo possível e, acima de tudo, agradecer a Deus que nos deu esta oportunidade que nem todas as mulheres têm. Por coinscidência, hoje eu li um post de uma amiga minha, a Flávia de Aguiar, do blog Gravidinhas e Mãezinhas que, no mínimo, me fez refletir tudo isso e agradecer muito ao nosso Pai Maior por ter tido esta benção mágica. Vale a pena conferir: http://gravidinhasemaezinhas.blogspot.com.br/2012/09/rodriguinho-uma-historia-de-fe-e.html

Bom, mas pensando do” lado científico do assunto”, fui atrás de uma matéria da UOL que fala sobre este assunto e sobre o nosso emocional  logo após o pós-parto. Confiram:

“Durante  nove meses que duram uma gestação, a mulher vira o centro das atenções e dos cuidados do seu círculo pessoal e até mesmo de desconhecidos. Todos se preocupam com seu bem-estar e conforto. Afinal qualquer contratempo pode prejudicar sua saúde e a da criança que ela carrega no ventre.

Ao dar à luz, no entanto, mal sai da sala de parto, a nova mãe encontra um contexto bem diferente: encantadas com o recém-nascido, as pessoas deixam de paparicá-la e só têm olhos –e colo, carinho, zelo– para o bebê. Algumas mulheres encaram essa troca numa boa. Outras, porém, mesmo maravilhadas com a maternidade, vivenciam uma espécie de “luto da barriga”, com uma saudade intensa de uma fase em que eram mimadas e ainda não tinham de lidar com noites mal dormidas, choro contínuo e fraldas sujas.

Segundo Ana Merzel Kernkraut, coordenadora do Serviço de Psicologia do Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo, o que geralmente acontece é que algumas mulheres se sentem fragilizadas devido às alterações hormonais, físicas e emocionais que ocorrem durante o parto. Essas mudanças exigem um tempo de acomodação, no qual é necessário o apoio da família ou até de profissionais para auxiliar nos cuidados com o bebê.

QUANDO A TRISTEZA NÃO PASSA

Se após cerca de dez dias do parto a mulher ainda não se sentir bem emocionalmente, é hora de pedir orientação ao obstetra.

“Não é comum a mulher ficar triste e enciumada em função das atenções irem para o bebê, mesmo porque ela também o terá como seu foco”, explica a psicóloga Ana Merzel Kernkraut, do Hospital Albert Einstein.

Ana afirma que a mãe que quer ficar em primeiro lugar diante do nascimento do filho ou que se sente extremamente preocupada a ponto de não confiar a ninguém os cuidados com a criança também requer ajuda médica.

Segundo o ginecologista e obstetra Sérgio Floriano Toledo, os casos em que a mulher sente medo de cuidar do bebê ou ansiedade excessiva em relação ao cotidiano podem sinalizar depressão pós-parto.

“O problema costuma aparecer por volta da terceira ou quarta semana após o nascimento da criança e acomete de 10% a 20% das mulheres.”

Se o diagnóstico for confirmado, é necessário tratamento adequado com psicoterapia e/ou medicamentos.

“Trata-se de um fenômeno conhecido como ‘baby blues’, que é um estado leve de depressão. A mulher pode se sentir entristecida, chorosa e até regredida emocionalmente”, explica a psicóloga. Na maioria dos casos um estado transitório, o “baby blues” pode evoluir para a depressão pós-parto e é preciso estar atento para perceber quando o limite da tristeza foi ultrapassado.

De acordo com Sérgio Floriano Toledo, da Sogesp (Associação de Obstetrícia e Ginecologia de São Paulo), essa manifestação, também chamada de tristeza pós-parto, acomete em menor ou maior grau de 50% a 80% das mulheres que acabam de dar à luz.

“Os sintomas incluem crises de choro, ansiedade, irritação e falta de concentração e surgem depois de três ou quatro dias depois do parto”, conta o especialista. É uma fase em que é preciso se acostumar a ser uma “ex-grávida”  e que parece que nunca mais vai embora, mas some naturalmente após uns dez dias aproximadamente.

“Entender que o ‘baby blues’ é natural e transitório ajuda muito a enfrentá-lo”, diz Toledo. Embora o sentimento seja passageiro, a atenção da família é fundamental no período pós-parto, não importando se a mulher é mãe de primeira viagem ou se o bebê é seu segundo ou oitavo filho. É fundamental não sentir culpa pelos sintomas. Muitas mulheres, mesmo felizes com a criança, sentem saudade da presença da barriga, de acariciá-la, dos movimentos do bebê que sentia.

Quem se identificou pode respirar aliviada: isso é perfeitamente normal e mais comum entre aquelas que tiveram uma gestação agradável, sem sustos ou incômodos. “Para quem planejou e curtiu muito a gravidez, é natural sentir saudade dessa fase, pois é a lembrança de um bom período e sentimos falta das coisas boas pelas quais passamos na vida”, diz Ana Merzel Kernkraut, do Hospital Albert Einstein”

 

E vocês, já sentem saudades da BARRIGA?

bjão a todas e até mais.

 

 

 

 

 

14 semanas de gestação da Camila

Ja foram 14 semanaas…faltam 26….Nesta semana , o corpo do nosso bebê está crescendo muito mais rápido do que nas semanas anteriores. O comprimento pode está entre 8 a 9,3 cm e pesando algo em torno de 25 gramas. ual!…rs…
As orelhinhas e os olhos  se aproximam cada vez mais do seu lugar correto.
O pescoço está ficando mais longo e o seu queixo já não repousa sobre o tórax. As articulações e os músculos permitem que o  bebê movimente o corpo inteiro. As mãos estão começando a adquirir mais movimentos, assim como as as perninhas.
Outra novidade bastante interessante que ocorre nesta semana  são as impressões digitais, elas se formaram enquanto  estava imerso no líquido amniótico.
O  bebê está se alimentando através da placenta. Por isso, é importante saber que tudo o que come pode penetrar na parede da placenta e influenciar na saúde do bebê. Vale ressaltar que além dos alimentos os produtos que entram em contato com a  péle da Camila também podem impactar na saúde do bebê. Portanto, hora de comer menos porcaria e cuidado com os lugares que frequantamos.