Como ajudar Entidades Sociais com a Nota Fiscal Paulista

Oi gente!

Tudo bem?

Descobri há muito pouco tempo que podemos ser muito mais eficazes do que apenas deixar as notas / cupons fiscais naqueles “potes” que têm nos caixas de supermercados, papelarias, lojas de departamento, entre outros locais.

Tudo começou quando quis envolver as crianças em trabalho voluntariado para que, desde pequenas, pudessem crescer com o hábito de desenvolver a solidariedade e entenderem que somos muito abençoados pelo que temos tanto no lado financeiro como no ambiente familiar. E que precisamos ter muita GRATIDÃO pelo que conquistamos.

Em poucas palavras, jeito Camila de ser kkkkk: fazer com que elas fizessem mais e reclamassem / pedissem menos.

Bom, e por onde começar para que tudo faça sentido?

Foi quando pensei nas Notas Fiscais Paulistas. Afinal eu também tinha uma curiosidade de entender como e quanto este “pilar” ajudava as instituições sociais.

Foi neste momento que descobri o site NotaBê – https://notabe.com/

O NotaBê ajuda as entidades sociais arrecadarem mais (notas) cupons fiscais sem CPF.  É um meio incrível de ajudar quem ajuda sem colocar a mão no bolso!

Como surgiu?

A ideia partiu do fundador da entidade AMARJA, de Franca/SP, um jeito fácil para que todas entidades pudessem aumentar a arrecadação. Algumas entidades já dispunham de algum tipo de formulário em seus sites, porém o NotaBê está no celular, tablet, redes sociais. E de graça para qualquer entidade.

Quem usa?

Eles ajudam mais de 400 entidades! Basta ir na página inicial para doar uma nota para alguma(s) delas! É possível escolher ou deixar aleatoriamente a sua doação.

E foi a partir deste momento que comecei a montar o meu “PLANO CRIANÇAS VIVER BEM BOM VOLUNTÁRIAS” kkkkk.

1º passo – Escolher a Entidade Social

Escolhemos a Obreiros do Bem -site: http://obreirosdobemrp.org.br/

A definição foi feita por meio de pesquisa do tipo de trabalho desenvolvido e também se haveria oportunidades de ajudarmos também fisicamente.

Segue o vídeo institucional para que conheçam melhor a Obreiros do Bem:

2º passo – Fazer os “combinados” com a Chiara e o Benício

Explicamos para os dois como era importante um trabalho voluntário e falamos do “plano” perguntando se os dois topavam. Na hora ficaram super empolgados, mas sabíamos que somente no dia a dia e no desenvolver do hábito que começaríamos a colher os frutos.

Neste 2º passo também ensinei para a Chiara como digitar as notas no site do NotaBê. 

E foi assim que começamos o trabalho: toda nota fiscal / cupom fiscal que recebíamos eram digitados por mim e pela Chiara.

Nota fiscal Paulista

3º passo – A família Viver Bem Bom foi conhecer a estrutura da Obreiros do Bem

Pelo site da Obreiros do Bem, descobrimos que eles realizam, todos os sábados,  um serviço a comunidade.

Neste 1º dia, chegamos bem na hora que estava acabando todo o processo para que pudéssemos conhecer a estrutura (ligamos antes para combinar).

Fomos recebidos por um dos diretores da instituição, pessoa maravilhosa, que tem como o voluntariado seu propósito de vida. E ele com uma linguagem voltada para as crianças, demonstrou e explicou cada espaço.

Ao final, fiz a grande pergunta: E a Nota fiscal Paulista, quanto representa financeiramente na manutenção da instituição? E aí foi a nossa grande surpresa: é a principal renda da Obreiros do Bem, mesmo que a % por nota fiscal repassada à instituição seja um valor bem pequeno.

4º passo – Informações de como nós, sociedade em geral, podemos ajudar mais, neste processo:

SIMPLES: Não deixar mais notas fiscais nos “potes” que ficam nos caixas e sim, levar para casa e registrar no  NotaBê (TER O COMPROMISSO DE REGISTRAR). 

Este processo economiza muito tempo dos voluntariados das instituições. Vejam a logística:

  • Alguém tem que ir de loja em loja recolhendo as notas fiscais (toda a semana)
  • Separar todas as notas por dia e por loja para facilitar a digitação
  • Ter pessoas disponíveis para fazer o processo de digitar milhares de notas no site do NotaBê

5º passo – Aprenda a digitar, clique aqui e veja a imagem abaixo:

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6º passo – Começamos a ajudar fisicamente:

A partir daí, conseguimos fazer todos os links necessários com as crianças, mas precisávamos mostrar ao vivo e a cores como todo o trabalho acontecia para que o cadastro da Nota Fiscal Paulista fizesse sentido e que não fosse uma “obrigação” e sim uma vontade própria de ajudar, porque sabem que estão fazendo a diferença para muitas pessoas.

Começamos a frequentar todos os sábados. Para a nossa alegria, as crianças acordam felizes, colocam sua camiseta do Obreiros do Bem e às 8h30 estamos lá, prontos, para mais um dia de doação ao próximo e a nós mesmos.

Hoje, eles ajudam em tudo: no café da manhã, na lavagem e secagem das canecas e formas utilizadas, na distribuição de alimentos e no que for preciso. Obviamente que são crianças, há dias que estão mais dispostos e dias que estão menos, mas eles entendem a importância do ajudar.

Aos poucos, fomos explicando situações complicadas, como: onde um morador de rua toma banho, explicamos sobre a bebida em exagero (pois eles sentiam o cheiro), porque tal pessoa está com muita dor de cabeça, sobre a situação da fome, porque uma menina tão jovem já está grávida e assim por diante. Eu sei que cada dia é um aprendizado diferente para todos nós. E o mais legal é que a comunidade já acostumou com as crianças e todos ficam felizes em receber algo que venha da mão deles.

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Nem preciso falar, que a FELICIDADE que sinto é indescritível. Porque, na verdade, estamos AJUDANDO a NÓS MESMOS: a reclamar menos, a agradecer mais, a ser gratos por tudo, reconhecer a simplicidade da vida, como podemos aproveitar mais nossos momentos de felicidade. e o melhor – estar lá em FAMÍLIA (todos unidos por um bem maior).

Para variar, escrevi demais kkkkk, mas espero que tenham gostado e que possam multiplicar esta informação tão importante que poderá ajudar milhares de instituições no estado de SP, por enquanto. bjs a todos e fiquem abaixo com informações de como participar na Obreiros do Bem.

Como faço para participar?

Caso você teve interesse em participar, não fique envergonhado, apareça por lá que será muito bem recebido. Sempre precisamos de novos voluntários com vontade de distribuir amor e fazer o bem.

Segue abaixo um descritivo do trabalho desenvolvido aos sábados:

“Todos os sábados das 08:30hs até as 11:00hs a Associação está aberta a todos os moradores da comunidade e interessados, para realização de atividades diversas.
As crianças são separadas por faixa etária, em 3 salas, onde recebem orientações de cidadania, fazem trabalhos manuais, cantam, brincam, fazem recortes e pinturas, recebem noções de higiene.
Os adolescentes participam de atividades esportivas na quadra e no campo de areia.
Os adultos recebem noção de cidadania, são orientados sobre seus direitos. São realizadas duas palestras de caráter religioso, porém ecumênicas, abordando temas como a necessidade da fé, da determinação, da bondade, do amor, de se fazer o bem, das responsabilidades da família (do pai, da mãe), da coexistência pacífica entre pessoas da comunidade. É feito abordagem sobre drogas, formas de prevenção, entre outros.
A cada mês uma médica voluntária faz exame pré-natal nas gestantes dando as devidas orientações (há também o curso de gestantes para orientações gerais).
No início das atividades é servido um café da manhã e, ao final, há também distribuição de cestas básicas conforme alimentos disponíveis no estoque da Associação.
Todas as atividades são desenvolvidas por voluntários”. (texto retirado do site Obreiros do Bem)

 

 

 

Quase 4 anos se passaram… e finalmente… Estamos de volta!

Olá!!!!!!!

Isto mesmo! Não se assustem, pois apesar de querer muito, não estou grávida novamente! kkkkkk

Apenas faz muito tempo que queríamos voltar, mas sabíamos que ainda não estávamos preparados.

Ouvi muito, mas muitooooo: Camila não acredito que vc deixou tudo para trás. Na verdade, não deixamos, pois o Blog da Família continuou vivo por todos estes anos, ajudando milhares de famílias pelo Brasil e fora dele. Apenas precisávamos escolher, naquele momento o que queríamos ser: blogueiros profissionais focados nesta carreira ou focar na nossa carreira dentro do setor de Educação que já trabalhávamos há muito tempo.

Muitas coisas aconteceram nestes quase 4 anos (temos muitas experiências para compartilhar):

1 – As crianças cresceram (hoje a Chiara tem 8 anos, o Benício não é mais meu bebê e tem 5 anos e, agora, para chocar, a Marina é maior de idade, tem 18 anos – detalhe: acabou de tirar carta)

 

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2 – Outra realidade que não podemos negar é que o casal 20 está mais velho kkkk, mas também mais amadurecido em diversos setores da vida: tanto familiar, como profissional e também na nossa vida de casal e de indivíduo, como SER único.

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3 – Mudamos de Santos para Curitiba… trabalhei na escola que estudei no Ensino Médio (depois não acreditam que o mundo é pequeno e dá voltas). E pela primeira vez, resgatei memórias e lembranças da infância e da adolescência. Foram quase dois anos muito bem vividos e com muita nostalgia…. “filha, era nesta praça que sua mãe vinha brincar quando tinha a sua idade”, frequento este restaurante desde a idade do Benício”… nem preciso continuar, né? kkkkkkkk

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4 – Porém o sonho Curitibano acabou em outubro de 2015 e voltamos para a nossa terrinha Ribeirão Preto por questões, como sempre, profissionais. E pela primeira vez na minha vida, tive problemas em me adaptar novamente à cidade (e olha que achei que nunca passaria por isto, afinal mudar sempre foi algo normal em minha vida desde pequena: já devo ter morado em umas 20 residências diferentes, mudei de escola umas 8 vezes e de cidade mais umas mais umas 9 vezes).

 

5 – E esta dificuldade de adaptação despertou dentro de mim uma nova Camila que ainda está se descobrindo e tentando se entender como mãe, esposa, filha, profissional, mulher, ou seja, minha missão no mundo. (Para este assunto em especial, teremos muito o que falar kkkk).

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6 – E esta nova Camila começou a procurar e descobrir novos caminhos, novos hobbies, novas atitudes….

7- Busquei algo que sempre tive vontade, mas nunca fiz com constância – Agir na área social – trabalho voluntário junto com a Família inteira (experiência está sendo fantástica, principalmente para as crianças).

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8 – Busquei cursos nesta área para entender mais sobre como GERAR IMPACTOS SOCIAIS, isto mesmo, hoje sou certificada internacionalmente – Posso atuar como Gerente de Projetos Sociais.

9 – No meio do caminho, conheci pessoas maravilhosas, uma delas fez com que eu relembrasse dentro de mim o meu INGLÊS. Sim, hoje sou fluente na língua e presto um serviço social de Monitoria em uma Instituição de Ensino Superior em um grupo avançado de inglês.

10 – Consequentemente, comecei fazer cursos online em Inglês pela plataforma do EDX.
– Fiz pela Universidade de Michigan um curso de Social Work,
– Pela MIT um curso de Desenvolvimento de Políticas de Desenvolvimento,
– E agora estou fazendo um de Harvard sobre o Engajamento Familiar na educação dos filhos. (estou me achando kkkk)

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11- E os planos não param por aí, além do meu trabalho tradicional com Educação, meu marido e eu resolvemos pensar no nosso futuro (já que aposentadoria não será MESMO a solução). Faz 1 mês que adquirimos uma LOJA ONLINE DA POLISHOP (agora sou empreendedora)!

Vejam o link: www.polishop.com.vc/camilalorenz

Cartão polishop menor resolução

 

12 – Ufaaaaaa, agora vamos falar da coisa mais importante… e a FAMÍLIA VIVER BEM BOM, como está? Mesmo com todos estes furacões bons em nossas vidas, estamos sempre unidos e em primeiro lugar. Lógico que agora, as preocupações são outras… as crianças já são quase independentes kkkkk (brincadeira), mas, na real, assusta e muito… ao mesmo tempo nos enchem de orgulho e amor a todo momento. Mas tb tenham a certeza que será assunto de muitos posts.

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Meus queridos, o que estava faltando era tomar a decisão e voltar para este nosso BLOG que sempre cuidamos com muito carinho. E quando percebemos que mesmo desatualizado, ele chegou em mais de meio milhão de acessos, isto nos deu forças para voltar e continuar ajudando, aprendendo, evoluindo com todos vocês, nossos leitores.

Tenho certeza que já escrevi demais, mas a FELICIDADE que estou por dentro é indescritível…. Escrever este post para vocês comunicando a notícia “we are back again” fez muito mais bem para mim do que para qualquer um de vocês, acreditem nisto!!!!

 

 

 

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Então por este grande motivo, quero terminar este post, com duas palavras…. OBRIGADA E GRATIDÃO. Sem vocês não saberíamos o quão importante é o nosso papel para muitas famílias comuns, como nós, que querem como um bem maior, A FELICIDADE DOS SEUS FILHOS.

Até breve.

Família Viver Bem Bom

 

Confiram como foi o evento da revista Pais & Filhos que participamos: Campanha Culpa, não!

Oi pessoal!!!

Como todos acompanharam AQUI, no mês de outubro escrevi um post para a Campanha CULPA, NÃO! da revista Pais & Filhos sobre a culpa que sentimos ao deixarmos os nossos filhos para irmos trabalhar. Conheça AQUI um pouco mais desta campanha.

 

No início de novembro, algumas mães foram convidadas para participar de um brunch na redação da revista para debatermos este tema com a super psicóloga Elisabeth Monteiro – http://elizabethmonteiro.com.br/blog/  (ela é a profissional que está participando do quadro “DIVÔ do Faustão todos os domingos), além do que é autora do livro “A CULPA É DA MÃE”, que ainda não consegui começar a ler, mas as recomendações são fantásticas.

Todas as mães e filhos que participaram!

 

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Foto de fã com Elisabeth Monteiro

 

Foi uma manhã maravilhosa, afinal dividir suas aflições e experiências com outras mães que possuem tipos e estilos de vida totalmente diferentes da sua é uma aprendizagem e tanto. É bom saber que não é só você que está “perdida no barco”, muitas pessoas estão passando pela mesma situação e cada uma encontrou uma forma diferente de se encontrar. Lembrando que a todo momento, a Beth passou para nós o lado “clínico” das nossas atitudes, como reagir perante isso ou aquilo, atitudes a serem tomadas,  o que fazer para não sentirmos culpas ou pelo menos amenizar, pois no meio das 10 mães que estavam participando, havia de tudo um pouco: as que desistiram da carreira para cuidar dos filhos, as que queriam desistir, mas não puderam por questões financeiras, as que não sentem culpa nenhuma, pois sem trabalho elas não vivem….e assim por diante!

Neste “papo legal”, ficaríamos a tarde inteira falndo sobre carreira e filhos!!! hehehehe

 

Confiram o vídeo, no qual vocês terão uma noção do que conversamos neste encontro:

 

Sem falar, dos quitutes que estavam maravilhosos e do kit que recebemos ao final do evento com vários presentinhos da Pais & Filhos.

Delícia. ..comi muito para variar!

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Super chique! As crianças e eu ganhamos camisetas da Pais & Filhos, sem falar da foto personalizada…amei o carinho!

E este kit….eles personalizaram para cada mãe, dependendo da idade dos filhos… que luxo!!!

 

Confiram as fotos abaixo… mas antes, gostaria de agradecer de coração a todos os colaboradores da revista que nos recepcionaram com muito carinho e atenção. A Família Viver Bem Bom amou participar!!!

 Até a vovó Cleide participou!!!

Sou fã da Campanha CULPA, NÃO! Afinal só nós sabemos o que é melhor para a nossa família. Não existe o certo ou o errado, existe o diferente! E é muito bom quando sabemos respeitar as diferenças… Parabéns Pais & Filhos pela iniciativa, podem contar conosco sempre!

E não posso esquecer desta pessoa tão especial que aprendi a admirar que é a Elisabeth Monteiro, afinal é mãe de 4 filhos, super bem resolvida, sempre soube lidar com a sua vida profissional  e, é  devido a isso sabe dá conselhos COERENTES com a realidade de vida da MULHER ATUAL! Parabéns, um exemplo a ser seguido!

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Curtam a página CULPA, NÃO no facebook, todos os dias há uma novidade para nós, mamães!

Na revista de novembro a Beth, concedeu uma entrevista muito interessante sobre este tema, clique AQUI para conferir!

Beijão a todos e até mais…

 

 

 

 

 

Blogagem Coletiva: É da nossa conta sim! Trabalho infantil e adolescente #semtrabalhoinfantil

Semana passada ocorreu o lançamento oficial da campanha “É da nossa conta! Trabalho Infantil e Adolescente”, da Fundação Telefônica, com o apoio da UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância) e a OIT (Organização Internacional do Trabalho). O projeto possui o apoio de diversas pessoas, entre elas: Maurício de Sousa, que desenvolveu um gibi especial da Turma da Mônica sobre o assunto; e da Daniela Mercury, embaixadora da Unicef.

Nesta semana, fomos convidados para participar de uma BLOGAGEM COLETIVA sobre a temática para estimular a conscientização das pessoas, divulgar a causa, debater, estimular ações de comprometimento, ou seja, tudo que for necessário para a erradicação do trabalho infantil e do adolescente.

Estou muito feliz em poder cooperar com esta causa, mas confesso que demorei para escrever o post porque nunca tive um contato real com este tema na minha vida toda…nem em casa, nem ao meu redor (lógico que já vi crianças pedindo dinheiro no farol ou vendendo algo), mas o que quero dizer é que, depois de ler vários post de blogs amigos, reparei que a problemática é muito mais presente e mais próxima do que eu imaginava e portanto, agradeço a Deus, pois sempre fui uma privilegiada!

Quando pensamos em trabalho infantil, logo ligamos com a pobreza, pensamos em comunidades que vivem em condições precárias, ou que vivem em situações que caracterizam o trabalho escravo, mas depois de ler algumas estatísticas no site da Fundação da Telefônica Promenino acredito que não sejam apenas estes os motivos, afinal 1 entre 10 crianças são vítimas de trabalho infantil hoje no Brasil, fiquei indignada, algo está muito errado!

Criança tem que brincar, criança tem que estudar, criança tem que ser criança! Precisamos estimular o “brincar saudável” porque nos dias de hoje, se as nossas crianças não são estimuladas para isso, elas ficam o dia inteiro na frente da TV ou do vídeo game.

Sei que uma educação não se baseia apenas só no brincar, há um conjunto de fatores a ser formado, e acredito que um deles é ensinar aos nossos filhos responsabilidades do “dia-a-dia”, tais como: arrumar o que está jogado, cuidar e zelar pelos seus brinquedos, ensinar a guardar suas roupas…para que eles tenham saibam valorizar o que possuem,  mas isto é muito diferente do trabalho doméstico forçado,  como, por exemplo, crianças e adolescentes que não vão há escola porque têm que limpar a casa…absurdo!!!

Se vocês estão vivendo ou sabem de famílias que praticam o trabalho infantil e do adolescente, denunciem ao Conselho Tutelar de sua cidade, ao Ministério Público, a um Juiz de Infância, ou pelo telefone do Disque 100 ou pelo site www.disque100.gov.br

O link abaixo, explica como podemos ajudar, vale a pena conferir:

http://www.promenino.org.br/Homes/Comoajudar/tabid/285/Default.aspx

Mais informações da campanha, vocês também encontram em:

http://www.samshiraishi.com/e-da-nossa-conta-trabalho-infantil-e-adolescente/

Precisamos ajudar a combater: trabalho infantil e adolescente É DA NOSSA CONTA SIM!!! Participem da campanha…compartilhem ações, pensamentos…ATITUDES!!! #semtrabalhoinfantil

 

 

O que fazer com os nossos corações quando precisamos viajar sem os filhos???

Meninas….

Vocês já passaram por isto? Eu já….nada agradável!aff…

Na verdade, resolvi escrever sobre este assunto porque semana passada acompanhei o drama de uma amiga nossa blogueira, a Denise Freitas, do blog Mamy de Primeira. Confiram a história dela no blog…

Com o Benício  ainda não precisei viajar, mas com a Chiara aconteceu logo no meu retorno, quando ela tinha 6 meses. Fiquei dois dias fora de casa e o que me salvou foi que trabalhei tanto, mas tanto….que me deparei com a saudade mais na hora de dormir….aí que percebi que não poderia sentir aquele cheirinho gostoso ao meu lado na cama!

Quando cheguei em casa, abracei tanto, beijei tanto…que quase sufoquei a menina!! A partir disso, organizei as minhas viagens para que fossem realizadas em, no máximo, 3 dias, pois mais que isto eu já estaria me jogando do décimo andar…heheheheh

Não sei se vocês têm a mesma opinião que a minha, mas conforme o seu filho vai crescendo ….fica pior, pois quando ele é bebê, ele sente a sua falta, mas não entende o que está acontecendo…mas quando ele começa a falar…..sai de baixo!!! Vc. quer passar por dentro do telefone ou pela tela do skype para poder estar com ele!!! O coração chora quando ele diz: mamãe estou com saudades…quando você vai voltar? Tem que trabalhar muito ainda???

Nestas horas é difícil dar dicas e opiniões, mas seguem algumas “estratégias” que adotamos em casa:

1 – Tente não ficar sofrendo antes da viagem…isto só vai piorar para vc…. fica aquela angústia e vc. não consegue aproveitar os momentos antes da viagem com seus filhos.

2 – Se seu filho já entende a situação, por mais que ele vá sofrer, conte que vai viajar e quanto tempo vai ficar fora…pois já fizemos o teste de contar e não contar e simplesmente desaparecer……foi terrível! a Chiara chorava direto e ficou muito manhosa!!

3 – Quando estiver viajando…tente ocupar, ao máximo, sua cabeça para não ficar com o pensamento em casa…..pode ter certeza que vai sentir bem menos a distância, afinal os seus filhos estão ótimos, pois se acontecer alguma coisa séria, vc. será a primeira a saber.

4 – Não suma da vida do seu filho durante a viagem…. a criança acalma quando tem algum contato por telefone ou pelo skipe (melhor ainda).

5 – Quando voltar, é importante contar como foi legal a sua viagem, pois seu filho não pode associar com algo negativo..ele tem que gostar de ouvir as suas “aventuras” quando estava longe dele (não sei se é certo ou errado, mas lá em casa sempre rola um presentinho de viagem, coisa simples).

Bom, espero ter ajudado um pouquinho com estas dicas, mas quero saber….e vocês? Qual é a estratégia da família???? Quais foram as experiências de vocês?

Um beijão e até mais….

Terminando a licença maternidade? E agora voltar a trabalhar ou ficar em casa?

Oi gente!!!

Que tema polêmico escolhi, hein???

Como este período é difícil! A mulher repensa todos os seus valores: o que realmente importa para vida???? E acredito que se pudesse escolher, escolheria ficar pelo menos os 2 primeiros anos em casa com seu filho e depois tomaria a decisão definitiva do que fazer.

Mas, como muitas vezes não temos escolhas… a volta ao trabalho é inevitável e então precisamos tentar lidar com este assunto da maneira mais tranquila possível. O que posso falar para vocês é que a gente se acostuma…os primeiros dias são terríveis, vc. tem vontade de fugir, voltar para casa, chora, tem aperto no coração, mas tudo isto passa! E com o passar do tempo se acostuma. O que ainda me dói é não ver todas as evoluções dos meus filhos…sabem aqueles livrinhos que você escreve “quem foi a pessoa que viu primeiro ele sentar? primeiro sorriso? primeiro dente?…” os que eu tenho sempre está escrito o nome da moça que cuida dos meus filhos desde que eles nasceram, mas fazer o quê? Ainda bem que tive a oportunidade de ter uma pessoa de confiança ao meu lado que ama meus filhos e dá todo o carinho que eles necessitam.. afinal, sempre precisamos olhar do lado positivo das coisas…hehehehe

O que aconselho é que a volta ao trabalho não seja de uma vez! Comece a ir pequenos períodos do dia, depois meio período, com o passar do tempo aumente as horas.

Stressar logo no começo não dá…senão seu leite vai embora em segundos! Manter a calma é essencial.

Priorize os horários: agora você tem alguém esperando por você todos os dias. Não dá mais para ficar até mais tarde para  adiantar as tarefas profissionais.

Quando chegar em casa: esqueça de tudo…dê atenção ao seu filho…ele precisa do seu carinho. Temos que priorizar a qualidade e não mais a quantidade!!!

O coração anda apertado? Desabafa! Conversar com pessoas que já passaram por isso ajuda muito!

E o mais importante: se vc. vai deixar seu filho na escola, com a babá, ou na casa da avó…vc. tem que estar tranquila…porque trabalhar preocupada não dá certo! Você não faz nem uma coisa, nem outra. Segue o link de um post que o Juninho fez sobre a escolha entre escolinha e babá http://viverbembom.com.br/escolher-entre-creche-e-baba/

Agora, conheço pessoas que voltaram a trabalhar e não conseguiram e hoje mudaram o seu estilo de vida: trabalham em casa e ficam com seus filhos, outras simplesmente resolveram se dedicar à vida de mãe, e ainda há o grupo que não vive sem a sua vida profissional.

Todas as decisões são válidas e o mais importante é a gente esteja feliz! Lógico, que tudo na vida tem os prós e contras e precisamos lidar com isso. Eu sempre brinco que quando a mulher vira mãe, deveria ter uma lei que determinava que nós só poderíamos trabalhar meio período, porque o outro meio período o nosso trabalho seria ficar com os nossos filhos. Para mim, este é o ideal. E para você? Deixe seu depoimento e conte como foi sua volta ao trabalho!!!!

 

E para registrar um pouco do meu tempo com meus filhos, segue uma foto do nosso final de semana que foi uma delícia!!! Um beijo e até mais…

 

 

Ser mãe mudou a sua vida profissional?

Oi gente!!!!

Resolvi falar sobre este assunto, pois recebi hoje uma matéria que achei muito interessante: aborda como as empresas estão recebendo de forma positiva as mulheres profissionais que são mães. Segue o link: http://guiadobebe.uol.com.br/quando-ser-mae-e-um-diferencial-no-mercado-de-trabalho/

Nem preciso falar que sou totalmente a favor, afinal mudei muito depois que virei mãe. Na minha opinião, a mulher fica mais flexível, consegue se colocar no lugar do outro com mais facilidade e resolve as situações complicadas com mais cautela e maturidade…é o sentimento maternal que surge e faz toda a diferença.

Antes de ser mãe, tudo para mim ou era certo ou errado, hoje não existe o certo e o errado, há o diferente!!! Existe a realidade do pensamento daquela pessoa que pode e deve ser diferente da minha, senão onde entraria o desenvolvimento do nosso senso crítico?!?

Então, empresas…valorizem este ser humano que se divide em mil partes e tenta dar o máximo de si em todas as funções que desempenha, além do que a profissional mãe trabalha com a certeza dos fatos, mas sempre consulta o seu sexto sentido, não é mesmo meninas??? (As pessoas que trabalham comigo já sabem…se o sexto sentido aparece, huummm…. sabem que têm que verificar todo o processo novamente para não ocorrer nada fora do normal…. hehehehe)

O que mudou é que agora eu fui obrigada a aprender a compartilhar o tempo…antes não tinha horário para sair do trabalho… hoje eu tenho que sair na hora certa para amamentar, buscar os filhos na escola, ter um tempo com meu marido, colocar a casa em ordem…mas, mais uma vez, enfatizo o lado positivo…será que quando viramos mães aprendemos a otimizar o nosso tempo???  Acredito que sim… e vocês? Deixem as suas opiniões…

Um grande beijo e até mais!!!

O que fazer quando a criança sente SAUDADES…

Oi gente!!!

Esta palavra SAUDADES é muito forte, né?

Ouvi muitas e muitas vezes enquanto o Juninho estava viajando. Afinal de contas ele ficou 20 dias fora e imaginem a Chiara como ficou… simplesmente o pai é tudo para ela!!!

Havia momentos em que eu ficava com dó, outros ficava irritada pela situação e ainda existiam outros que eu tentava entretê-la com alguma história para ela esquecer…mas posso afirmar que foi muito difícil!!!

O comportamento da Chiara variou bastante: no começo, ela não perguntava do pai, depois tudo chamava o pai… chorava sem motivos e pedia por ele, no final então…ficou terrível…estava manhosa, chorona e muito birrenta.

O Juninho falava com ela quase todos os dias por Nextel (foi o que ajudou muito) e de vez em quando conseguíamos nos ver pelo Skype.

Pensando nisso, fui atrás de uma resposta da Revista Crescer a uma leitora que aborda este assunto para verificar se fiz algo direito. Confiram:

O link é resposta Revista Crescer


Beto Tchernobilsky

Pais longe de casa 
Quando o pai ou a mãe precisam viajar a trabalho, a reação da criança é a mesma: fica triste, manhosa, teme que não volte mais. Como em muitos casos, o diálogo é a melhor opção. Explique o quanto esse trabalho é importante para a família. Para amenizar a saudade dela (e a sua também) ligue sempre para casa, converse com o seu filho, queira saber do seu dia-a-dia, ajude a resolver possíveis problemas. Pode também deixar recadinhos escondidos para ele achar pela casa ou no material escolar. “Dessa forma, a criança saberá que não foi esquecida, se sentirá valorizada e vai guardar uma mensagem positiva desta época”, diz Lourdes Brunini, psicóloga, diretora da Faculdade de Ciências da Saúde de São Paulo. 

Resposta à dúvida da leitora Patrícia, por e-mail
Bom, depois desta resposta acredito que fizemos algo certo!!!! Da próxima vez, vamos aprimorar mais…espero que não seja tão cedo… quero ficar com SAUDADES deste episódio…hehehe