Dicas para incentivar a leitura nas crianças

Oi meus amigos!

O post de hoje é muito especial, pois no dia 18 de abril, comemora-se o DIA NACIONAL DO LIVRO INFANTIL! E pensando nisto, porque não falarmos sobre dicas para incentivarmos a leitura?

Como a maioria de vocês sabem, meu marido e eu trabalhamos no setor educacional desde muito novos. Portanto, para nós, a LEITURA é um dos pilares de aquisição de novos conhecimentos, de formação de opinião, de distração, ou seja, é EDUCAÇÃO.

Sem falar que acreditamos 1000% que EDUCAÇÃO é a chave de sucesso  para a transformação do mundo, para a formação de cidadãos críticos, éticos e responsáveis!

Ok Camila, tudo muito lindo, mas como incentivar a leitura aqui em casa?

E agora vou responder:

Como vocês, com certeza, já vivenciaram…. EDUCAR não é fácil, CRIAR um hábito, também não é fácil…. mas com persistência e dedicação chegaremos lá.

E para exemplificar, achei um artigo muito interessante do site da Pais&Filhos, clique aqui para ver o artigo , mas vou colocar as dicas (na íntegra) que eles sugerem para incentivar a leitura, aproveitando para falar da nossa experiência em família.

“9 passos para ajudar seu filho a gostar de ler”

“RESPEITAR OS GOSTOS DA CRIANÇA E FREQUENTAR LOCAIS COMO CINEMA, EXPOSIÇÕES E OUVIR MÚSICA PODE SER UMA FORMA DE COMEÇAR” (REDAÇÃO PAIS&FILHOS 

DICA ZERO: “Quanto mais cedo se tem contato com a leitura, melhor. E faz parte do nosso papel de pais incentivar e ajudar nossos filhos a criarem esse hábito”. A professora do departamento de educação da Universidade Estadual de Londrina, Lucinea Rezende, mãe de André e Maurício, mostra como formar pequenos leitores:

1. Não achar que é uma tarefa fácil

“Ler é uma prática muito prazerosa, mas não é fácil. “As pessoas costumam achar que é moleza criar esse hábito. Para se formar um leitor, é preciso construir ideias, ter foco, prestar atenção. Nem sempre isso é fácil para uma criança”, explica Lucinea. Por isso, não queira que a criança tenha a mesma facilidade que você”.

Experiência Família Viver Bem Bom:

Vivenciamos isto na prática, principalmente, se a criança começa a ser estimulada desde cedo… temos 3 casos na família. A Marina (18 anos) tentei incentiva-la depois de grande (adolescente) e definitivamente, o modo dela adquirir novos conhecimentos é  digital (Youtube, audiobook, grupos), mas o livro não vai (tudo certo, foi como ela se encontrou!).

Como eu gosto muito de ler (e ainda sou das antigas) gosto do papel… as crianças incentivei desde bebês com livros interativos e diferentes, até já escrevi sobre isto aqui no blog, clique aqui para acessar.

Primeiro livro “grande” que a Chiara leu – orgulho de mamãe kkkk

Além disto, deixamos todos os livros à disposição: na altura deles, em diferentes espaços (inclusive nos quartos tb):

Estante baixa na sala

Porta livros de parede (altura das crianças)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2. Frequentar ambientes de leitura

“Não adianta dar um livro para uma criança e nunca levá-la a uma biblioteca, livraria ou sebo. Para se tornar um leitor, não adianta apenas pegar um livro e ler. É preciso ter identificação com o hábito. Em outras palavras, é preciso que a leitura faça sentido para a criança. Ao levar a criança para conhecer esses locais, fale sobre os benefícios da leitura e que ela vai aprender coisas novas.”

Experiência Família Viver Bem Bom:

Se estamos no shopping passamos na livraria, já virou um hábito.

Se deixar, as crianças ficam horas lá dentro: descobrindo novos livros, novos temas… inclusive agora que a Chiara sabe ler, está ainda mais empolgante, pois ela se interessa por aqueles livros de COLEÇÃO, como Harry Potter, STAR WARS (capa dura, colorido…), mas ainda são muito difíceis para leitura dela. Vamos chegar lá um dia…. kkkk

Chiara bem novinha na Livraria

 

3. Ler o mesmo livro que o seu filho

“Dessa forma a família pode criar um clube do livro em casa: trocando e conversando sobre o que leram. “Isso torna o hábito da leitura mais divertido e possibilita que os pais se aproximem dos filhos”, conta Lucinea. Além disso, é uma forma de saber quais são as opiniões e preferências que as crianças têm.”

Experiência Família Viver Bem Bom:

 

Achei esta dica muito legal, pois hoje lemos muito para o Benício que ainda não sabe ler, mas por exemplo, não leio o mesmo livro que a Chiara (acredito que seja um grande incentivador, principalmente para as crianças que estão começando a ler livros maiores).

Papai lendo para o Benício

Vejam que tb temos um local bem aconchegante para ler (está bem perto do porta livros de parede)

 

 

 

 

 

 

 

4. Respeitar o gosto do seu filho

“O seu gosto e o do seu filho não precisam combinar. E o fato de ele não querer ler suas sugestões não quer dizer que ele não gosta de ler. “Todas as pessoas podem ser bons leitores, só é necessário que essa construção seja feita no ritmo certo, respeitando as preferências e os limites”, alerta.
Se você gostaria que ele se interessasse por determinado livro ou gênero, pode pedir que fale um pouco sobre a história que ele está lendo e aproveitar para contar um pouco sobre a sua. Dessa forma um cria interesse pela história do outro.”

Experiência Família Viver Bem Bom:

Nesta dica, dei muita risada kkkkk, pois é isto mesmo. Quem conhece a Chiara sabe que meus gostos não têm nada a ver com os dela.

Definitivamente tem seu próprio estilo e não é influenciável por nada kkkk. Na primeira vez, que a fiz proposta de comprar um livro maior, pois afinal ela já sabia ler e eu ia ensiná-la como ler uma página por dia (como era gostosa esta sensação…) Obviamente que procurei livros fofos de finais felizes e românticos e ela…. vejam o resultado abaixo:

Livros escolhidos pela Chiara – nada a ver com Princesas kkkk

 

5. Apresentar outros tipos de linguagem

“A gente costuma achar que a leitura está apenas nos livros, mas boas histórias também estão presentes em filmes, peças de teatro, exposições e até mesmo nas músicas. Só que com outra linguagem. O importante é mostrar diferentes possibilidades e assuntos”.

Experiência Família Viver Bem Bom:

Aqui em casa, chamamos a nossa “sessão de cinema” de FILME DE FAMÍLIA. Nada mais é do que a família inteira reunida assistindo filme com colchão na sala e pipoca (simples e que tem muito significado para nós).

E, para completar, o filme de família, AMAMOS FILMES DE HISTÓRIAS REAIS. É uma forma de incentivar o aprendizado de outras maneiras. Na verdade, sempre procuramos locais para visitar, com significado, nem que seja a árvore da praça…. acreditamos que a EXPERIÊNCIA NA PRÁTICA traz o aprendizado de forma mais concreta e fácil de assimilar.

Imaginem se o meu marido criativo não inventou uma história com este barco de Piratas que vimos na praia? kkkk aprendizado na prática kkkk

6. Ler para ele

“O contato com os livros pode começar antes mesmo de a criança ser alfabetizada. “Se os pais tornarem a leitura desde sempre um hábito natural, no momento em que a criança começar a ler, isso não lhe causará estranhamento, pelo contrário”.

Experiência Família Viver Bem Bom:

Já abordei acima este assunto, mas seguem alguns livros que as crianças estão amando… Inclusive é muito comum, eles ganharem livros de presente, e eu acho o máximo quando isto acontece. Também gostam de presentear…. é um estímulo tb. Outra dica interessante, mas que vou abordar em outro post, é sobre feiras de trocas de livros e os famosos SEBOS… é uma forma barata de trocar “o antigo” pelo “novo” e trabalhar o “compartilhar”….

São livros de Pop up ou mais clássicos como o “Pequeno Príncipe”
Super indico para a idade de 3 a 6 anos a “Ilha do Tesouro” e “Corpo de Bóris” e os outros dois para a idade de 7 em diante (saber ler)

Livro maravilhoso de Pop Up – dos sonhos (para coleção, além de brincar)

Vejam o castelo da Rapunzel que lindo!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

7. Explorar a leitura de outras formas

“Se você perceber que seu filho está gostando de determinado livro, vocês podem planejar, por exemplo, fazer uma peça de teatro em casa contando a história, ou planejar um passeio que tenha um cenário parecido com o enredo que ele está lendo. Ou, até mesmo, pedir a ele que escreva seu próprio livro. As possibilidades são infinitas”.

Experiência Família Viver Bem Bom:

Devemos fazer mais isto, tenho que admitir que poderíamos desfrutar muito mais desta dica. Porém, já transformamos alguns livros em bonecos reais, já montamos robôs recicláveis por causa de um livro, já visitamos o museu do Portinari porque as crianças estavam estudando sobre o artista na escola. Experiência fantástica. Eles jamais esquecem.

Vejam abaixo a transformação da personagem principal do livro em ROBOCLÁVEL de verdade kkkkk:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

8. Não tratar a leitura como punição

“Isso pode fazer com que seu filho associe a leitura a algo ruim. Portanto, se ele tiver feito algo ruim, não mande ele ir para o quarto ler um livro. Também não cobre dele o término de uma história.”

Experiência Família Viver Bem Bom:

Vou falar que esta dica é a mais difícil para mim que sou perfeccionista! Mas isto é uma melhoria que preciso fazer em mim e não na minha família.

Até eu entender isto, eu queria que a Chiara cumprisse a leitura de, pelo menos, uma página por dia. Percebi que não estava dando certo. Então, foi quando uma “luz”, literalmente, surgiu e fui por outro caminho.

Comprei uma lanterna de livro e expliquei para ela que ler o livro na hora de dormir é muito bom, pois tranquiliza e o “sono chega”, já que durante a semana temos horário para deitar e dormir.

lanterna de livro: encontra em livraria

Espero que tenham aproveitado muito estas dicas!

Por favor, se também tiverem dicas de como incentivar a leitura nas crianças, compartilhem conosco!!!! Sempre é muito bom aprender estratégias novas…

Grande bj a todos e FELIZ DIA DO LIVRO INFANTIL!

Você já pensou em adotar uma criança?

Oi gente,

 

Tudo bem?

Dia 25 de maio comemora-se o “dia nacional da adoção”. Com certeza, um tema mega polêmico, mas que resolvi escrever aqui, pois na Família Viver Bem Bom já cogitou-se esta ideia várias vezes e vira e mexe retornamos ao assunto.

adoção dia

Agora vocês me perguntam: Camila você tem o desejo de adotar??? Sim, tenho muito!!! Acredito que já fui muito abençoada em poder gerar duas vidas (todos sabem da minha vontade de ter mais filhos), mas incluir neste círculo uma “pessoinha” que foi abandonada, ou que ficou orfã… seria fantástico,  pois poderemos ajudar e transformar a sua vida. Não me preocupo em raça, cor, sexo, idade, país de origem… gostaria de proporcionar isto à alguém!

Porém, como nada é fácil e simples de resolver, pois somos seres humanos e, adotar uma criança não é chegar no supermercado e escolher um produto…qual é o meu maior medo, ou melhor dizendo, receio: SERÁ QUE CONSEGUIREI CONSIDERAR COMO FILHO? SERÁ QUE NÃO FAREI DIFERENÇA ENTRE MEUS FILHOS LEGÍTIMOS e o ADOTADO? COMO MEUS FILHOS REAGIRÃO À SITUAÇÃO??? Lógico que nunca iremos saber se não concretizarmos a ação, mas por mais que temos as mais belas intenções, não mandamos no nosso coração.

Também sei que temos que ter todo um apoio profissional para a família, para que ajude em todo o processo! Também sei que não há um modelo perfeito, pois como tudo na vida, a mesma ação pode dar certo para uma pessoa e para outra não. Conheço casos maravilhosos de adoção, no qual a pessoa é super inserida à família, ninguém faz diferença, a pessoa sabe que é adotada e agradece por ter sido acolhida… mas também há casos que os filhos não aceitam, que a o filho adotado é revoltado, que trouxe discórdia para a família… mas isto pode acontecer em todas as situações, inclusive temos muitos casos de filhos legítimos que  não são se encaixam ao ambiente familiar… affff, mas o  que pensar então???

Cada família tem o seu jeito de pensar e agir e sabe o que é melhor para seu ambiente familiar, também acredito que a família sabe quando estará preparada para o assunto (mesma coisa quando também colocamos em dúvida se estamos preparados para casar, se achamos a pessoa certa para viver o resto da vida, se temos condição de cuidar de um filho, se queremos engravidar ou não… e quem já viveu isto, sabe que simplesmente acontece… simplesmente flui..talvez  não com tanta naturalidade…mas vai!) E na família Viver Bem Bom este assunto está amadurecendo aos poucos, ficarei muito realizada se  este sonho um dia se transformará em REALIDADE!

Enquanto isto, gostaria de compartilhar com vocês alguns links que li esta semana e explicam muito sobre o assunto (inclusive passo-a-passo) e dizer o quanto me orgulho das pessoas e famílias que passaram por cima de todos os “PORÉNS” e tanto  ajudam  e fazem o bem ao próximo: dando um lar, estudo, comida, roupa…. e acima de tudo: MUITO AMOR, AMOR VERDADEIRO, AMOR DE MÃE, DE PAI, DE IRMÃO, DE AVÔ,  DE TIO… AMOR FAMILIAR POR INTEIRO!!! Simplesmente sem palavras…

Links das matérias:

http://revistapaisefilhos.uol.com.br/familia-e-tudo/adocao-passo-a-passo

http://www.brasilescola.com/datas-comemorativas/dia-nacional-adocao.htm

Site direcionado a este assunto:

http://www.adocaobrasil.com.br/

adoção                                                                                                          www.dsvc.com.br

Qual é a opinião de vocês? Um grande bj e até mais!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Como a CULPA te ajudou a mudar positivamente!!! Tema do mês Campanha “Culpa, Não!” da Revista Pais & Filhos

Oi gente!

Hoje o post é muito especial. Como todos sabem, eu curto e participo da campanha CULPA, NÃO! da Revista Pais & Filhos (https://www.facebook.com/#!/culpanao?fref=ts). Clique AQUI e   AQUI   para conferir outros links sobre este assunto.

 

E esta semana, fiquei muito feliz ao receber um convite para colaborar com meu depoimento sobre o tema da campanha deste mês: COMO A CULPA TE AJUDOU A MUDAR POSITIVAMENTE! Ou seja… CULPA, SIM! Ainda bem que surgiu a culpa… hehehehe

Bom, fiquei pensando em diversas situações que aconteceram e que me fizeram mudar de atitudes, mas o que me veio com significância foi o meu DESPREPARO TOTAL NA GRAVIDEZ da minha primeira filha: da Chiara.

Quando penso em tudo que aconteceu por imaturidade minha, surge uma culpa enorme, porém se me transformei nesta “SUPER MÃE” que me considero, acredito que este momento da minha vida foi o principal responsável por esta mudança.

Mas, o que aconteceu????

Bom, fiquei grávida sem planejar, afinal não tinha tempo para ter filhos, já que o trabalho estava em primeiro lugar! Além do susto, misturado com alegria, fiquei sabendo que estava grávida, mas durante toda a gravidez continuei o mesmo ritmo frenético, por mais que os outros falassem que tinha uma VIDA dentro de mim, que só dependia do meu amor e dos meus cuidados, achava que tudo era normal e que nada tinha que mudar, mesmo VALORIZANDO a gravidez e estar muito feliz, eu não tinha NENHUMA noção do que era isso.

Os meses foram passando e a gravidez complicou: tive várias infecções urinárias (umas 15 no total), e entre uma dessas, com 6 meses, tive que internar, pois não conseguiam mais controlar. O engraçado que fiz tudo que uma grávida faz no quesito “status”: chá de bebê, decoração do quarto, enxoval, mas o mais importante que era diminuir o ritmo, cuidar de mim e da minha filha… nem passou perto! Para vocês terem noção, eu não me interessava nem em ler ou fazer cursos sobre gravidez (fiz um curso de gestante com a irmã de uma amiga nossa uma semana antes de ter a Chiara, porque ela insistiu muito!). Não sei se este meu comportamento foi porque meu marido já tinha uma filha, a Marina, então estava tranquila porque ele era “experiente”, ou se porque na minha cabeça, ter um filho, era como qualquer mudança na vida da gente: temos que fazer um check list das coisas que temos que fazer e se preparar: como para uma festa de aniversário, ou uma mudança de casa… SIMPLES ASSIM! Inacreditável, né?

Nem preciso falar que o parto da Chiara foi de emergência, né? O médico querendo me avisar que a minha filha tinha que nascer naquela hora, pois ela estava correndo risco de vida (estava com o cordão muito enrolado e muito apertado no pescoço) e eu preocupada com o evento que eu tinha que organizar a noite!!!

Ela nasceu, graças a Deus, tudo certo, mas, à noite tive mais uma lição: a pessoa que estava ao meu lado no quarto, teve a notícia na minha frente que a filha teve complicações e infelizmente não sobreviveu! Resultado: passei a noite inteira tentando consolar esta mãe! E pensando que isto poderia ter acontecido comigo, afinal a todo momento estive no limite e nunca tinha me tocado disso!

Depois de tudo que relatei a vocês, é impossível não EXISTIR CULPA, porém apenas hoje consigo ver como fui ABENÇOADA em todos os momentos e como APRENDI A AMAR VERDADEIRAMENTE. Aprendi a ser mãe, me tornei uma mãe de verdade e todos que me conhecem sabem que por mim teria mais uns 10 filhos. Nâo há uma realização maior! Tudo fica muito pequeno quando o assunto principal são SEUS FILHOS!

Na gravidez do Benício curti cada segundo… aprendi a amar a Marina, minha enteada, como minha filha também e espero ainda poder ser abençoada novamente! Ser mãe possibilitou-me a ser uma pessoa muito melhor! AMOOOOO  MUTO….um grande bj e até mais!

bike

Confiram como foi o evento da revista Pais & Filhos que participamos: Campanha Culpa, não!

Oi pessoal!!!

Como todos acompanharam AQUI, no mês de outubro escrevi um post para a Campanha CULPA, NÃO! da revista Pais & Filhos sobre a culpa que sentimos ao deixarmos os nossos filhos para irmos trabalhar. Conheça AQUI um pouco mais desta campanha.

 

No início de novembro, algumas mães foram convidadas para participar de um brunch na redação da revista para debatermos este tema com a super psicóloga Elisabeth Monteiro – http://elizabethmonteiro.com.br/blog/  (ela é a profissional que está participando do quadro “DIVÔ do Faustão todos os domingos), além do que é autora do livro “A CULPA É DA MÃE”, que ainda não consegui começar a ler, mas as recomendações são fantásticas.

Todas as mães e filhos que participaram!

 

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Foto de fã com Elisabeth Monteiro

 

Foi uma manhã maravilhosa, afinal dividir suas aflições e experiências com outras mães que possuem tipos e estilos de vida totalmente diferentes da sua é uma aprendizagem e tanto. É bom saber que não é só você que está “perdida no barco”, muitas pessoas estão passando pela mesma situação e cada uma encontrou uma forma diferente de se encontrar. Lembrando que a todo momento, a Beth passou para nós o lado “clínico” das nossas atitudes, como reagir perante isso ou aquilo, atitudes a serem tomadas,  o que fazer para não sentirmos culpas ou pelo menos amenizar, pois no meio das 10 mães que estavam participando, havia de tudo um pouco: as que desistiram da carreira para cuidar dos filhos, as que queriam desistir, mas não puderam por questões financeiras, as que não sentem culpa nenhuma, pois sem trabalho elas não vivem….e assim por diante!

Neste “papo legal”, ficaríamos a tarde inteira falndo sobre carreira e filhos!!! hehehehe

 

Confiram o vídeo, no qual vocês terão uma noção do que conversamos neste encontro:

 

Sem falar, dos quitutes que estavam maravilhosos e do kit que recebemos ao final do evento com vários presentinhos da Pais & Filhos.

Delícia. ..comi muito para variar!

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Super chique! As crianças e eu ganhamos camisetas da Pais & Filhos, sem falar da foto personalizada…amei o carinho!

E este kit….eles personalizaram para cada mãe, dependendo da idade dos filhos… que luxo!!!

 

Confiram as fotos abaixo… mas antes, gostaria de agradecer de coração a todos os colaboradores da revista que nos recepcionaram com muito carinho e atenção. A Família Viver Bem Bom amou participar!!!

 Até a vovó Cleide participou!!!

Sou fã da Campanha CULPA, NÃO! Afinal só nós sabemos o que é melhor para a nossa família. Não existe o certo ou o errado, existe o diferente! E é muito bom quando sabemos respeitar as diferenças… Parabéns Pais & Filhos pela iniciativa, podem contar conosco sempre!

E não posso esquecer desta pessoa tão especial que aprendi a admirar que é a Elisabeth Monteiro, afinal é mãe de 4 filhos, super bem resolvida, sempre soube lidar com a sua vida profissional  e, é  devido a isso sabe dá conselhos COERENTES com a realidade de vida da MULHER ATUAL! Parabéns, um exemplo a ser seguido!

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Curtam a página CULPA, NÃO no facebook, todos os dias há uma novidade para nós, mamães!

Na revista de novembro a Beth, concedeu uma entrevista muito interessante sobre este tema, clique AQUI para conferir!

Beijão a todos e até mais…

 

 

 

 

 

Vocês se sentem culpadas quando saem para trabalhar e deixam seus filhos?

Oi gente!

Este post estou fazendo para a Campanha CULPA NÃO da revista Pais & Filhos.

Todos os meses eles debatem  um assunto polêmico da maternidade que de alguma maneira nos trazem o sentimento de culpa, segue o link do facebook: https://www.facebook.com/#!/culpanao?fref=ts.

No mês de outubro é sobre a culpa que sentimos ao deixarmos nossos filhos para irmos trabalhar…e eu me identifiquei muito com este tema, afinal tenho aquela vida louca como a maioria das mães de hoje: trabalha, leva filho para a escola, dá comida, faz tarefa, arruma mala da escola, casa, marido….

Já me questionei várias vezes, o quanto valia a pena todo este esforço para uma “estabilidade financeira” e por outro lado não acompanhar o crescimento dos meus filhos…será que eles precisam ter tanto “conforto”? Isto vale a pena ficar longe da mãe? Será que crescerão crianças carentes? Um turbilhão de pensamentos e culpas vão surgindo ao mesmo tempo e, cada vez mais, nos cobramos para sermos uma MÃE melhor!

Também fico pensando: e quando eles crescerem….se eu parar de trabalhar…vou ser aquela mãe que só cuida da vida dos filhos? Vou me sentir inútil? E quando saírem de casa?…..ai meu Deus, vou me “jogar pela janela” hehehehehe.

Para quem me conhece, sabe que o ideal para mim seria trabalhar meio período, é o meu sonho de consumo… não seria nem 100% profissional, nem 100% mãe… o que falta é coragem para tomar esta decisão, afinal para tudo na vida dá-se um jeito…mas aí surge um outro sentimento de culpa…se trabalhar menos, vou ganhar menos, então  meus filhos vão ter que mudar de escola, não poderemos almoçar fora com frequência, nem dar aquele brinquedo que eles tanto querem….afffffff, confundimos tudo!!! Queremos dar amor em excesso, queremos estar ao lado dos nossos filhos em tempo integral, mas também queremos que eles tenham uma vida de reis e rainhas!!! Nem tudo na vida é possível…na verdade, este assunto é quase filosófico… a discussão nunca acaba, sempre há um porém, contudo, entretanto!

Admiro amigas que deixaram tudo para se dedicar ao filho e hoje se reinventaram para terem uma vida financeira estabilizada, mas também admiro as minhas amigas super profissionais que lidam com tranquilidade esta questão  e quando estão com os filhos, aproveitam cada segundo!!! E hoje é que estou colocando em prática (pelo menos tentando), se tenho três horas por dia para ficar com os meus filhos…tenho que transformá-las nas melhores horas do dia deles. Afinal, se eles são a nossa razão de viver, eles têm que saber e sentir que isto é a mais pura verdade….eles têm que saber  que depois que viramos mães, não tomamos nenhuma decisão sem pensar neles…e se estamos pendentes com tempo disponível, precisamos priorizar a qualidade! Precisamos apertar o botão de OFF e estar somente com eles de corpo e alma!

Bom, fácil falar, difícil executar, pois a culpa  está sempre nos assustando!!!

O importante é estarmos felizes, estarmos em busca da felicidade plena! E a culpa não combina com este sentimento, portanto meninas….CULPA NÃO!!! Será que conseguimos???

E vocês….como lidam com este sentimento?

bjs a todas…

 

 

 

 

Incentivando a Chiara a doar seus brinquedos

Oi gente,

Ontem, aqui em casa, tivemos uma missão quase impossível: pedimos para a Chiara separar seus brinquedos para doação. Usamos da tática que o Dia das Crianças está chegando e que para ganhar outros brinquedos, ela precisaria doar os que já não brinca mais, os que ela têm muitos, como bonecas, por exemplo, e explicamos que há muitas crianças que não possuem brinquedos para se divertir….e por aí foi!

Vocês irão conferir no vídeo o resultado, mas em alguns momentos ela separou e colocou na sacola sem titubear, mas em outras….a psicologia teve que ser forte! No final, tudo deu certo e a sacola ficou lotada de brinquedos!!!

Depois eu fui pesquisar (na verdade, fiz ao contrário, deveria ter pesquisado antes, mas tudo bem….) se tínhamos interagido com a Chiara de uma forma apropriada…e descobri que conseguimos. Vejam um trecho de uma matéria da Revista Claudia:

“Como incentivar os filhos a doarem brinquedos – Ensinar nossos filhos a conjugar o verbo doar, além de ser um exercício de solidariedade, os ajudará a entender que só há lugar para o novo quando nos desfazemos do velho. Escolha com eles quais roupas e brinquedos serão doados para que recebam novos e deixe que as crianças decidam a quem desejam oferecer os presentes. Os pais devem dar o exemplo e separar o que vão doar também. Sempre que possível leve os pequenos na hora de entregar o que separaram. Outra lição que se transmite é que quem doa acredita na abundância e terá sempre; já quem retém aposta na escassez. Educação financeira também trata de comportamento e escolhas.” Revista Claudia – 23/09/2011 http://claudia.abril.com.br/materia/ensine-seu-filho-a-reciclar-doar-brinquedos-e-respeitar-ordens/?p=/familia-e-filhos/criancas-e-adolescentes

Estes brinquedos serão doados para Campanha do Ribeirão Verde daqui de Ribeirão Preto. Se você quiser ajudar, fica o link que explico todos os detalhes da campanha. Participe!!! Ficaremos muito felizes! http://viverbembom.com.br/campanha-de-doacao-ribeirao-verde-participe-voce-tambem/

Agora com vocês….Chiara e seus brinquedos!!!

 

Cuidados com dente do bebê

 

 Oi gente!!!

Esta semana, acompanhei no meu facebook  (Camila Mamãe Viver Bem Bom), a preocupação da minha amiga Siméia Hummel com sua filhinha ,Esther, que ainda não tem nenhum dente.

Pesquisando na rede acabei encontrando essa matéria bem legal da Revista Crescer (fonte: http://revistacrescer.globo.com)

São dicas importantes… confiram:

Quando os primeiros dentes do bebê começam a aparecer, geralmente entre 4 e 10 meses (viu Siméia???? sem neuroses!!!), você vai perceber que ele vai ficar irritado, querendo colocar tudo na boca para aliviar a dor e a coceira. A salivação também vai aumentar – e ele vai babar (ainda!) mais. Deixá-lo com babador vai facilitar muito. Outros sinais podem aparecer, como algum tipo de machucado, sangramento ou inchaço e até febre.

No entanto, segundo a odontopediatra Ana Lídia Ciamponi (SP), esse aumento da temperatura está mais relacionado com uma possível infecção causada pela contaminação de bactérias, já que ele tende a levar mais brinquedos à boca para coçar a gengiva, do que com o nascimento dos dentes em si.

Para ajudar o seu filho, ofereça mordedores de borracha, que ajudam a massagear a gengiva. Os que possuem gel dentro têm um efeito ainda melhor, já que podem ser levados à geladeira e, frios, amenizam ainda mais a dor. O mesmo vale para sucos e alimentos gelados que agem como anestésicos.

Segue um post que fiz sobre dicas de mordedores: http://viverbembom.com.br/dica-de-mordedores/

“O gel anestésico não é recomendado porque a salivação aumenta neste período e, por isso, o efeito acaba rapidamente”, diz a odontopediatra Isa Gontijo (SP). Além disso, uma pesquisa recente da FDA (Food and Drug Administration) – órgão de controle de alimentos e medicamentos norte-americano, – mostrou que a benzocaína, presente na maioria dos géis destinados a aliviar a dor da dentição, pode causar falta de oxigenação em todos os órgãos devido a uma doença rara e até fatal chamada metahemoglobinemia.  (eu uso muito o Camomilina C – alivia bastante – como o Benício não pega mamadeira, eu abro o comprimido e vou passando o pózinho na gengiva dele – mas consultem um médico antes)

Cuidados com a higiene

O cuidado com os dentes começa antes mesmo de nascerem. O ideal é passar uma gaze ou fralda umedecida com água filtrada por toda a boca, limpando gengiva, bochechas e língua, para remover os resíduos do leite.

Além da fraldinha, na Chiara, usei muito este coelhino para massagear e limpar a boquinha dela.

 

 

 

No 6º mês, quando costumam aparecer os primeiros dentes, passe a usar uma dedeira. Com ela, faça movimentos suaves.

Eu usei muito esta dedeira com a Chiara, preciso começar a usar com o Benício…relaxei um pouco!!! Mas este assunto é sério demais para acomodarmos, né?

Escova de dentes para bebê

 

O procedimento já é um treino para a escovação, que pode ser feita a partir de 1 ano, com escova de dente macia e pasta com flúor,segundo recomendação da Associação de Odontopediatria e do Ministério da Saúde. Na hora da compra, veja se o creme dental tem flúor a uma concentração de 1.100 ppm (observe essa informação na embalagem do produto). A quantidade usada na escova deve ser equivalente a um grão de arroz apenas. Mesmo que o seu filho engula um pouquinho, não há risco para a saúde dele. Essa limpeza é fundamental para evitar, desde cedo, que a criança tenha cárie.

Segue um post que fiz sobre tornar a escovação mais lúdica: http://viverbembom.com.br/sugestoes-para-uma-escovacao-de-dente-divertida/

Lembre-se: os dentes de leite são importantes para a saúde bucal da criança e têm um tempo certo para ficar na boca (até por volta dos 6 anos e meio, em média, quando inicia a troca dentária), já que preparam a arcada dentária para receber os permanentes e ajudam na mastigação e na fala.

Longe da cárie

Para impedir que a vilã dos dentes apareça, veja três dicas práticas:

• A cárie adora o açúcar refinado presente em alguns alimentos, sucos prontos, biscoitos e até mostarda. Doces pegajosos, como brigadeiro e balas, são mais perigosos porque grudam no dente e deixam restos difíceis de serem retirados. Tente equilibrar o consumo dessas guloseimas, e nunca mergulhe a chupeta do seu filho em nada adocicado.

• Não é legal que seu filho adormeça mamando (se o leite for adoçado, pior) porque, durante a noite, produzimos menos saliva, que faz uma autolimpeza nos dentes. Sem essa proteção extra, eles ficam mais expostos às bactérias. Então, após essa mamada, dê um pouco de água para seu filho tomar e escove os dentes dele no dia seguinte. O mesmo vale se a criança acorda de madrugada e pede para mamar. A regra não cabe para o aleitamento materno exclusivo: não dê água, apenas faça a higienização no dia seguinte.

• Beliscar o dia todo é tão ruim quanto o consumo de açúcar porque a saliva, que faz aquela autolimpeza, não dá conta de manter tudo limpo, criando um ambiente propício para a placa bacteriana. ”

 

Meninas, sabem qual é o a conclusão de tudo isso??? É que temos que cuidar dos dentes dos nossos filhotes, mesmo quando ainda eles não o possuem!!!!! hehehe isto é vida de mãe… beijos