Dicas para incentivar a leitura nas crianças

Oi meus amigos!

O post de hoje é muito especial, pois no dia 18 de abril, comemora-se o DIA NACIONAL DO LIVRO INFANTIL! E pensando nisto, porque não falarmos sobre dicas para incentivarmos a leitura?

Como a maioria de vocês sabem, meu marido e eu trabalhamos no setor educacional desde muito novos. Portanto, para nós, a LEITURA é um dos pilares de aquisição de novos conhecimentos, de formação de opinião, de distração, ou seja, é EDUCAÇÃO.

Sem falar que acreditamos 1000% que EDUCAÇÃO é a chave de sucesso  para a transformação do mundo, para a formação de cidadãos críticos, éticos e responsáveis!

Ok Camila, tudo muito lindo, mas como incentivar a leitura aqui em casa?

E agora vou responder:

Como vocês, com certeza, já vivenciaram…. EDUCAR não é fácil, CRIAR um hábito, também não é fácil…. mas com persistência e dedicação chegaremos lá.

E para exemplificar, achei um artigo muito interessante do site da Pais&Filhos, clique aqui para ver o artigo , mas vou colocar as dicas (na íntegra) que eles sugerem para incentivar a leitura, aproveitando para falar da nossa experiência em família.

“9 passos para ajudar seu filho a gostar de ler”

“RESPEITAR OS GOSTOS DA CRIANÇA E FREQUENTAR LOCAIS COMO CINEMA, EXPOSIÇÕES E OUVIR MÚSICA PODE SER UMA FORMA DE COMEÇAR” (REDAÇÃO PAIS&FILHOS 

DICA ZERO: “Quanto mais cedo se tem contato com a leitura, melhor. E faz parte do nosso papel de pais incentivar e ajudar nossos filhos a criarem esse hábito”. A professora do departamento de educação da Universidade Estadual de Londrina, Lucinea Rezende, mãe de André e Maurício, mostra como formar pequenos leitores:

1. Não achar que é uma tarefa fácil

“Ler é uma prática muito prazerosa, mas não é fácil. “As pessoas costumam achar que é moleza criar esse hábito. Para se formar um leitor, é preciso construir ideias, ter foco, prestar atenção. Nem sempre isso é fácil para uma criança”, explica Lucinea. Por isso, não queira que a criança tenha a mesma facilidade que você”.

Experiência Família Viver Bem Bom:

Vivenciamos isto na prática, principalmente, se a criança começa a ser estimulada desde cedo… temos 3 casos na família. A Marina (18 anos) tentei incentiva-la depois de grande (adolescente) e definitivamente, o modo dela adquirir novos conhecimentos é  digital (Youtube, audiobook, grupos), mas o livro não vai (tudo certo, foi como ela se encontrou!).

Como eu gosto muito de ler (e ainda sou das antigas) gosto do papel… as crianças incentivei desde bebês com livros interativos e diferentes, até já escrevi sobre isto aqui no blog, clique aqui para acessar.

Primeiro livro “grande” que a Chiara leu – orgulho de mamãe kkkk

Além disto, deixamos todos os livros à disposição: na altura deles, em diferentes espaços (inclusive nos quartos tb):

Estante baixa na sala

Porta livros de parede (altura das crianças)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2. Frequentar ambientes de leitura

“Não adianta dar um livro para uma criança e nunca levá-la a uma biblioteca, livraria ou sebo. Para se tornar um leitor, não adianta apenas pegar um livro e ler. É preciso ter identificação com o hábito. Em outras palavras, é preciso que a leitura faça sentido para a criança. Ao levar a criança para conhecer esses locais, fale sobre os benefícios da leitura e que ela vai aprender coisas novas.”

Experiência Família Viver Bem Bom:

Se estamos no shopping passamos na livraria, já virou um hábito.

Se deixar, as crianças ficam horas lá dentro: descobrindo novos livros, novos temas… inclusive agora que a Chiara sabe ler, está ainda mais empolgante, pois ela se interessa por aqueles livros de COLEÇÃO, como Harry Potter, STAR WARS (capa dura, colorido…), mas ainda são muito difíceis para leitura dela. Vamos chegar lá um dia…. kkkk

Chiara bem novinha na Livraria

 

3. Ler o mesmo livro que o seu filho

“Dessa forma a família pode criar um clube do livro em casa: trocando e conversando sobre o que leram. “Isso torna o hábito da leitura mais divertido e possibilita que os pais se aproximem dos filhos”, conta Lucinea. Além disso, é uma forma de saber quais são as opiniões e preferências que as crianças têm.”

Experiência Família Viver Bem Bom:

 

Achei esta dica muito legal, pois hoje lemos muito para o Benício que ainda não sabe ler, mas por exemplo, não leio o mesmo livro que a Chiara (acredito que seja um grande incentivador, principalmente para as crianças que estão começando a ler livros maiores).

Papai lendo para o Benício

Vejam que tb temos um local bem aconchegante para ler (está bem perto do porta livros de parede)

 

 

 

 

 

 

 

4. Respeitar o gosto do seu filho

“O seu gosto e o do seu filho não precisam combinar. E o fato de ele não querer ler suas sugestões não quer dizer que ele não gosta de ler. “Todas as pessoas podem ser bons leitores, só é necessário que essa construção seja feita no ritmo certo, respeitando as preferências e os limites”, alerta.
Se você gostaria que ele se interessasse por determinado livro ou gênero, pode pedir que fale um pouco sobre a história que ele está lendo e aproveitar para contar um pouco sobre a sua. Dessa forma um cria interesse pela história do outro.”

Experiência Família Viver Bem Bom:

Nesta dica, dei muita risada kkkkk, pois é isto mesmo. Quem conhece a Chiara sabe que meus gostos não têm nada a ver com os dela.

Definitivamente tem seu próprio estilo e não é influenciável por nada kkkk. Na primeira vez, que a fiz proposta de comprar um livro maior, pois afinal ela já sabia ler e eu ia ensiná-la como ler uma página por dia (como era gostosa esta sensação…) Obviamente que procurei livros fofos de finais felizes e românticos e ela…. vejam o resultado abaixo:

Livros escolhidos pela Chiara – nada a ver com Princesas kkkk

 

5. Apresentar outros tipos de linguagem

“A gente costuma achar que a leitura está apenas nos livros, mas boas histórias também estão presentes em filmes, peças de teatro, exposições e até mesmo nas músicas. Só que com outra linguagem. O importante é mostrar diferentes possibilidades e assuntos”.

Experiência Família Viver Bem Bom:

Aqui em casa, chamamos a nossa “sessão de cinema” de FILME DE FAMÍLIA. Nada mais é do que a família inteira reunida assistindo filme com colchão na sala e pipoca (simples e que tem muito significado para nós).

E, para completar, o filme de família, AMAMOS FILMES DE HISTÓRIAS REAIS. É uma forma de incentivar o aprendizado de outras maneiras. Na verdade, sempre procuramos locais para visitar, com significado, nem que seja a árvore da praça…. acreditamos que a EXPERIÊNCIA NA PRÁTICA traz o aprendizado de forma mais concreta e fácil de assimilar.

Imaginem se o meu marido criativo não inventou uma história com este barco de Piratas que vimos na praia? kkkk aprendizado na prática kkkk

6. Ler para ele

“O contato com os livros pode começar antes mesmo de a criança ser alfabetizada. “Se os pais tornarem a leitura desde sempre um hábito natural, no momento em que a criança começar a ler, isso não lhe causará estranhamento, pelo contrário”.

Experiência Família Viver Bem Bom:

Já abordei acima este assunto, mas seguem alguns livros que as crianças estão amando… Inclusive é muito comum, eles ganharem livros de presente, e eu acho o máximo quando isto acontece. Também gostam de presentear…. é um estímulo tb. Outra dica interessante, mas que vou abordar em outro post, é sobre feiras de trocas de livros e os famosos SEBOS… é uma forma barata de trocar “o antigo” pelo “novo” e trabalhar o “compartilhar”….

São livros de Pop up ou mais clássicos como o “Pequeno Príncipe”
Super indico para a idade de 3 a 6 anos a “Ilha do Tesouro” e “Corpo de Bóris” e os outros dois para a idade de 7 em diante (saber ler)

Livro maravilhoso de Pop Up – dos sonhos (para coleção, além de brincar)

Vejam o castelo da Rapunzel que lindo!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

7. Explorar a leitura de outras formas

“Se você perceber que seu filho está gostando de determinado livro, vocês podem planejar, por exemplo, fazer uma peça de teatro em casa contando a história, ou planejar um passeio que tenha um cenário parecido com o enredo que ele está lendo. Ou, até mesmo, pedir a ele que escreva seu próprio livro. As possibilidades são infinitas”.

Experiência Família Viver Bem Bom:

Devemos fazer mais isto, tenho que admitir que poderíamos desfrutar muito mais desta dica. Porém, já transformamos alguns livros em bonecos reais, já montamos robôs recicláveis por causa de um livro, já visitamos o museu do Portinari porque as crianças estavam estudando sobre o artista na escola. Experiência fantástica. Eles jamais esquecem.

Vejam abaixo a transformação da personagem principal do livro em ROBOCLÁVEL de verdade kkkkk:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

8. Não tratar a leitura como punição

“Isso pode fazer com que seu filho associe a leitura a algo ruim. Portanto, se ele tiver feito algo ruim, não mande ele ir para o quarto ler um livro. Também não cobre dele o término de uma história.”

Experiência Família Viver Bem Bom:

Vou falar que esta dica é a mais difícil para mim que sou perfeccionista! Mas isto é uma melhoria que preciso fazer em mim e não na minha família.

Até eu entender isto, eu queria que a Chiara cumprisse a leitura de, pelo menos, uma página por dia. Percebi que não estava dando certo. Então, foi quando uma “luz”, literalmente, surgiu e fui por outro caminho.

Comprei uma lanterna de livro e expliquei para ela que ler o livro na hora de dormir é muito bom, pois tranquiliza e o “sono chega”, já que durante a semana temos horário para deitar e dormir.

lanterna de livro: encontra em livraria

Espero que tenham aproveitado muito estas dicas!

Por favor, se também tiverem dicas de como incentivar a leitura nas crianças, compartilhem conosco!!!! Sempre é muito bom aprender estratégias novas…

Grande bj a todos e FELIZ DIA DO LIVRO INFANTIL!

Dicas para não começar a semana “de cabeça para baixo”

Oi pessoal! Tudo bem?
Bom, resolvi escrever este post porque sempre tenho a impressão que tudo está desarrumado, que sempre estou atrasada, sempre estou correndo… vocês possuem a mesma sensação?????
Pensando nisso, implantei algumas estratégicas básicas no meu dia-a-dia que nem sempre consigo cumprir porque bate aquela preguiça, mas quando dá certo tenho a certeza que preciso colocar mais vezes em prática.

Ah, antes de contar quais são as dicas, quero deixar claro que todas são adaptadas a cada dia, afinal quem tem filhos nada é eterno… eles conseguem mudar o tempo todo o nossa rotina!!! hehehehe….

Vamos lá:

1- Acordar todos os dias 20 minutos mais cedo, faz a diferença! Podem acreditar… Você se arruma com mais tranqüilidade, consegue sentar para tomar café, dá para respirar. Agora, isto só acontece se seus filhos não inventam acordar mais cedo também.Pensando pelo lado positivo, se acordarem ainda estamos 20 minutos na frente.

2- Arrume tudo no dia anterior: há dias que estou naquela preguiça, afinal de contas, não funciono à noite… mas tento me esforçar para deixar roupas separadas, uniformes, mochilas da escola arrumadas, mamadeiras lavadas… no outro dia de manhã, este esforço valerá a pena!

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3 – Brinquedos – não sei na casa de vocês, mas na minha em 5 minutos em que as crianças estão em casa, parece que a revolução dos brinquedos aconteceu!!! Sabe aquela cena do Toy Story 3, da creche… tudo bem que eles cuidam dos brinquedos, mas a cena de tudo espalhado é igual!!! Ainda não consegui fazer com que arrumem  antes de irem dormir (agora que a Chiara está começando a arrumar do jeito dela, ou seja, aquele arrumado todo amontoado hehehehe), mas estando ajeitado ou não, tentamos deixar tudo ok antes de irmos para a cama.

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4- Roupas, sapatos, acessórios espalhados pela casa: seria tudo mais fácil se o maridão e as crianças soubessem pegar e devolver no mesmo local, mas como isto não acontece… fico igual louca recolhendo o que está espalhado… juro que qualquer dia vou fazer greve…será que dá certo??? Bom, esta ordem da casa quase sempre fica para o dia seguinte, mas tento me esforçar para arrumar antes.

 

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Não posso reclamar do meu marido, apesar dele ser superrrrrr desligado e bagunceiro, ele me ajuda muito com as crianças…lá em casa é o esquema de todo mundo tem que se ajudar e tentamos dividir as tarefas..tudo bem que algumas coisas homem fazer não dá certo…hehehehe, mas vamos tentando!!!

 

Com todos estes itens cumpridos, as chances de no outro dia você acordar e se arrumar com mais tranquilidade são maiores, mas não são GARANTIDAS!!!! rsrsrs… isto é vida com filhos!!! Amamos muito tudo isto!!!

E na casa de vocês, acontece tudo igualzinho só muda o endereço? Vc. tem a impressão de sair para trabalhar ou fazer outros afazeres e já estar acabada logo no começo do dia??? Contem para nós quais são as estratégias para otimizar tempo e stress! Podem ajudar muitas famílias…

Um grande bj e até mais!

 

Confiram como foi o evento da revista Pais & Filhos que participamos: Campanha Culpa, não!

Oi pessoal!!!

Como todos acompanharam AQUI, no mês de outubro escrevi um post para a Campanha CULPA, NÃO! da revista Pais & Filhos sobre a culpa que sentimos ao deixarmos os nossos filhos para irmos trabalhar. Conheça AQUI um pouco mais desta campanha.

 

No início de novembro, algumas mães foram convidadas para participar de um brunch na redação da revista para debatermos este tema com a super psicóloga Elisabeth Monteiro – http://elizabethmonteiro.com.br/blog/  (ela é a profissional que está participando do quadro “DIVÔ do Faustão todos os domingos), além do que é autora do livro “A CULPA É DA MÃE”, que ainda não consegui começar a ler, mas as recomendações são fantásticas.

Todas as mães e filhos que participaram!

 

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Foto de fã com Elisabeth Monteiro

 

Foi uma manhã maravilhosa, afinal dividir suas aflições e experiências com outras mães que possuem tipos e estilos de vida totalmente diferentes da sua é uma aprendizagem e tanto. É bom saber que não é só você que está “perdida no barco”, muitas pessoas estão passando pela mesma situação e cada uma encontrou uma forma diferente de se encontrar. Lembrando que a todo momento, a Beth passou para nós o lado “clínico” das nossas atitudes, como reagir perante isso ou aquilo, atitudes a serem tomadas,  o que fazer para não sentirmos culpas ou pelo menos amenizar, pois no meio das 10 mães que estavam participando, havia de tudo um pouco: as que desistiram da carreira para cuidar dos filhos, as que queriam desistir, mas não puderam por questões financeiras, as que não sentem culpa nenhuma, pois sem trabalho elas não vivem….e assim por diante!

Neste “papo legal”, ficaríamos a tarde inteira falndo sobre carreira e filhos!!! hehehehe

 

Confiram o vídeo, no qual vocês terão uma noção do que conversamos neste encontro:

 

Sem falar, dos quitutes que estavam maravilhosos e do kit que recebemos ao final do evento com vários presentinhos da Pais & Filhos.

Delícia. ..comi muito para variar!

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Super chique! As crianças e eu ganhamos camisetas da Pais & Filhos, sem falar da foto personalizada…amei o carinho!

E este kit….eles personalizaram para cada mãe, dependendo da idade dos filhos… que luxo!!!

 

Confiram as fotos abaixo… mas antes, gostaria de agradecer de coração a todos os colaboradores da revista que nos recepcionaram com muito carinho e atenção. A Família Viver Bem Bom amou participar!!!

 Até a vovó Cleide participou!!!

Sou fã da Campanha CULPA, NÃO! Afinal só nós sabemos o que é melhor para a nossa família. Não existe o certo ou o errado, existe o diferente! E é muito bom quando sabemos respeitar as diferenças… Parabéns Pais & Filhos pela iniciativa, podem contar conosco sempre!

E não posso esquecer desta pessoa tão especial que aprendi a admirar que é a Elisabeth Monteiro, afinal é mãe de 4 filhos, super bem resolvida, sempre soube lidar com a sua vida profissional  e, é  devido a isso sabe dá conselhos COERENTES com a realidade de vida da MULHER ATUAL! Parabéns, um exemplo a ser seguido!

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Curtam a página CULPA, NÃO no facebook, todos os dias há uma novidade para nós, mamães!

Na revista de novembro a Beth, concedeu uma entrevista muito interessante sobre este tema, clique AQUI para conferir!

Beijão a todos e até mais…

 

 

 

 

 

Como tentar amenizar o ciúme do filho quando a mãe engravida novamente?

Oi pessoal! Este post é destinado para as mamães que estão planejando engravidar novamente e também para casos de filhos de casamentos diferentes…precisamos prestar muita atenção nas nossas atitudes para não desencadear ações e/ou sentimentos desnecessários, né?

Bom, tivemos duas situações muito diferentes quando se trata de ciúme e gravidez, porque a diferença de idade entre os irmãos foi muito diferente em cada gestação, confiram…

A primeira foi quando engravidei da Chiara: a Marina, que é filha do primeiro casamento do Juninho, ia fazer 10 anos, queria um irmão loucamente, já entendia toda a situação, mas o medo de ser menos amada, deixar de ser a princesa da familia, por mais que seja um sentimento inconsciente, isto rolou, mesmo porque ela cresceu sendo “a filha única” do dois lados: conosco e também do lado da mãe….tivemos toda uma preocupação de mostrar para ela que nada ia mudar, tentamos participá-la a todo momento de tudo: ultrassons, escolha de roupinhas, ficava colocando o ouvido na minha barriga… mas foi uma eterna relação de medo e felicidade o tempo todo, porque ela não sabia o que ia acontecer.

Quando a Chiara nasceu, tudo mudou: ela viu que nada se modificou,  e o amor dela pela Chiara é algo de outras vidas.

 

Aí fiquei grávida do Benício: como a Chiara tinha apenas 2 anos, a nossa dificuldade era explicar para ela a situação, porque vc. fala que tem um neném dentro da barriga da mamãe, mas eles não entendem, eles não conseguem materializar. Então, a nossa opção foi tentar participar a Chiara em tudo também…decoração do quarto, os adesivos que colamos na parede ela que escolheu…me ajudou a separar as roupinhas para a maternidade e por mais que o médico não permite…tentei não deixar de fazer as coisas com ela: dar banho, carregar no colo…fui até onde o meu corpo permitiu, ela poderia achar que o neném estava vindo para “tirar a mãe dela” ou algo parecido.

Em relação a Marina, também foi diferente e acho que desta vez, pecamos com ela, pois achamos que estava tudo certo, afinal ela tinha vivido a gravidez da Chiara, mas não foi bem assim…ela já estava com quase 13 anos e por incrível que pareça, ela ficou insegura, quando decobrimos que era um menino, não sei se passou pela cabeça de que o pai ia amar mais o menino…e quando o Benício nasceu ela estava viajando, então ela foi conhecer o irmão depois de 2 semanas..houve até uma resistência para ela ir conhecê-lo, acho que insegurança, medo de não amar o irmão como ama a irmã, sei lá, dá para imaginar de tudo… definitivamente, ficsmos tão preocupados com a Chiara que não passou pela nossa cabeça que a Marina poderia estar precisando de mais atenção que ela.

Com o passar do tempo (graças a Deus o TEMPO existe) tudo ficou perfeito…todo mundo ama todo mu ndo, ninguém perdeu espaço, o que acontece hoje, é que a Marina já está uma moça, então ela fica menos com a gente..afinal nesta idade, eles só querem ficar com os amigos e ir para festas, né? hehehehe

Bom, mas vamos as dicas, o que aprendemos com tudo isso:

1 – Dê tempo ao tempo: a criança também precisa do seu espaço e tempo para digerir uma informação

2 – PARTICIPAR: a criança não pode ter o sentimento que o neném vai roubar o seu espaço, os pais, o amor das pessoas….a criança tem que estar envolvida com a situação, tem que participar das decisões e temos que cumprir com o que prometemos, por exemplo, com a chegada do Benício, dois dos irmãos tinham que dormir juntos…quem decidiu quem ia dormir com quem foi a Marina (ela decidiu que ela dormiria com a Chiara e, o Benício teria seu quarto), eles têm que saber que suas opiniões são importantes e se forem coerentes serão atendidas, afinal SOMOS UMA FAMÍLIA!

3 – A gravidez não pode ser vista como algo que atrapalha o outro filho…por exemplo: a mamãe não pode  brincar porque está passando mal por causa da gravidez….com o tempo a criança associa tudo de ruim, temos que nos esforçar e quando não dá (afinal, passamos muito mal)… tentar explicar o processo da gravidez sempre sendo algo mágico e lúdico para a criança entender e ainda “defender” o irmão: a mamãe precisa dormir um pouco porque o seu irmão tb. está com sono,vamos contar uma história juntos para ele ouvir de dentro da barriga e dormir junto com a mamãe?….algo parecido, não sou tão criativa assim…hehehehehe

4- Contar para a criança como que aconteceram as coisas na época dela, eles se sentem importantes…sabe “fulano” quando a gente fez este exame com você, o seu dedinho estava na frente do seu nariz…do seu irmão está na perna…o seu quarto era lilás, do seu irmão é azul…esta roupinha era sua, vamos usar com o seu irmão?

5 – Quando o neném já estiver mexendo, estimular a interatividade entre os irmãos: sentir mexer, colocar o ouvido, fazer com que criança cante para o neném…vocês não têm noção: a Chiara brincava de esconde-esconde com a minha barriga, na verdade com o Benício que estava dentro da barriga hehehehe era muito engraçado!!!

Gente, eu acho que ficava horas aqui contando o que já passamos, o que foi bom ou não, mas o post já está enoooorrrrmmmeeee!!!! Espero que tenham gostado das dicas e conto com mais sugestões, afinal não somos donos da verdade e sempre o que dá certo para gente, pode não dar certo para o outro, né? Então, conto com a participação de todos…beijos!!!

Em que momento você se tornou mãe? Ou se sentiu mãe?

Oi meninas…
 
Este é um post para as futuras mamães e para as mães efetivas!
 
Estou participando de um grupo de mães no qual debatemos vários assuntos relacionado à maternidade, e entre tantos assuntos, surgiu esta pergunta: “Quando você se tornou mãe?” Antes de engravidar, ao engravidar, durante a gravidez, na hora do parto, depois de um mês que o filho nasceu….??? Todas estas questões me fizeram PARAR e REFLETIR: gente, como eu nunca pensei nisso? Que mãe desnaturada eu sou?
 
Bom, depois do susto que levei…hehehehe…. Fui buscar lá no fundo da memória, quando tinha sido este super momento, então, percebi que você se torna “mais” MÃE a cada dia que passa, pois a todos os momentos nós aprendemos com os nossos filhos e ensinamos também. É uma relação que se constrói aos pouquinhos….montamos a base, as paredes, o teto e..eternamente, ficamos montando a decoração, ou seja, colocando uma peça em um local, outra remanejamos… e assim por diante!
Mas, esta resposta para mim era muito óbvia, ou seja, não me satisfez! Em que momento falei ou pensei: realmente sou MÃE!?!
 
Quem me acompanha, sabe que a gravidez da Chiara foi muito complicada, afinal, estava grávida, mas não agia como uma…devido a isso, fiquei muito doente, tive umas 15 infecções urinárias, fiquei internada com 6 meses de gravidez…queria continuar com a minha vida normal, mesmo ritmo de antes, na loucura total! Por isso, por mais indignadas que vocês fiquem….definitivamente eu NÃO me sentia mãe na gravidez!
 
 A Chiara nasceu, foi um parto de emergência, mas deu tudo certo…a minha estada no hospital foi meio complicada (depois contarei tudo sobre a minha gravidez em outro post)…. até que fomos para casa…
 
E na primeira noite, sozinha com a minha filha, ela não conseguia mamar, as duas não sabiam o que era dar de mamar, ela chorando igual louca por horas…até que em uma certa hora da madrugada, sei lá o porquê desta decisão, mas coloquei ela de pé, de frente para mim, e numa atitude segura, consegui fazer com que ela mamasse. Quase um malabarismo! Hehehehe
 
 
 Foi neste momento que me  descobri MÃE, descobri que MÃE faz tudo pelo bem do seu filho, que atravessa o seu limite para a felicidade e o bem-estar dele, é algo sobrenatural, o instinto de MÃE nasce inconscientemente, sem saber como nem porquê! É algo infinito, muito além de qualquer sentimento, tudo fica muito pequeno quando vc. descobre o SER MÃE! E partir daí, levantei a bandeira a favor de ter 6 filhos….hehehehe o Juninho me mata! Amo tudo isto!
 
E vocês, quando se descobriram mães?
 
E para as futuras mamães, que esta história, sirva de incentivo para vocês valorizarem a gravidez cada minuto, porque é algo mágico que só soube aproveitar quando fiquei grávida do Benício. Cada um tem seu tempo e espaço, saiba respeitar o seu!
 
Obrigada e fiquem com DEUS!
 
Algumas fotinhas da Chiara, minha boneca,  para vocês curtirem….
 
Bjs
 

Desabafo: as propagandas de brinquedos estão me deixando LOUCA!

 

Oi gente!
Hoje, quero dividir com vocês, uma situação que está me incomodando bastante: são as infinitas propagandas de brinquedos nos canais infantis.
Coitado do Papai Noel da Chiara, ele vai falir só com os pedidos dela…ela simplesmente quer tudo que vê na tv, ou seja, deve ser uns 10 brinquedos a cada intervalo de desenho animado!
Na verdade, estou bem perdida de como lidar com isto…como explicar para a minha filha que não podemos comprar tudo que queremos, que apenas podemos pedir um presente para o Papai Noel, mostrar a importância de valorizar o que conquistamos…se a todo momento estão plantando nela o consumismo exacerbado??
Não agüento mais ouvir: ” quero este mamãe, quero aquele mamãe…ela já esta dando presente até para o Benício…” Mãe, este vou comprar para o meu irmão, tá?”  Ahhhhh, me poupe!!!
Eu começo com uma super paciência, explicando….mostrando..dando exemplos….na metade dos desenhos, eu já concordo com tudo e fico extremamente irritada!!!
O que fazer? Vocês estão passando por isto também? Ou será que sou a única louca do planeta?  Por favor, preciso de ajuda….bjs

Vocês se sentem culpadas quando saem para trabalhar e deixam seus filhos?

Oi gente!

Este post estou fazendo para a Campanha CULPA NÃO da revista Pais & Filhos.

Todos os meses eles debatem  um assunto polêmico da maternidade que de alguma maneira nos trazem o sentimento de culpa, segue o link do facebook: https://www.facebook.com/#!/culpanao?fref=ts.

No mês de outubro é sobre a culpa que sentimos ao deixarmos nossos filhos para irmos trabalhar…e eu me identifiquei muito com este tema, afinal tenho aquela vida louca como a maioria das mães de hoje: trabalha, leva filho para a escola, dá comida, faz tarefa, arruma mala da escola, casa, marido….

Já me questionei várias vezes, o quanto valia a pena todo este esforço para uma “estabilidade financeira” e por outro lado não acompanhar o crescimento dos meus filhos…será que eles precisam ter tanto “conforto”? Isto vale a pena ficar longe da mãe? Será que crescerão crianças carentes? Um turbilhão de pensamentos e culpas vão surgindo ao mesmo tempo e, cada vez mais, nos cobramos para sermos uma MÃE melhor!

Também fico pensando: e quando eles crescerem….se eu parar de trabalhar…vou ser aquela mãe que só cuida da vida dos filhos? Vou me sentir inútil? E quando saírem de casa?…..ai meu Deus, vou me “jogar pela janela” hehehehehe.

Para quem me conhece, sabe que o ideal para mim seria trabalhar meio período, é o meu sonho de consumo… não seria nem 100% profissional, nem 100% mãe… o que falta é coragem para tomar esta decisão, afinal para tudo na vida dá-se um jeito…mas aí surge um outro sentimento de culpa…se trabalhar menos, vou ganhar menos, então  meus filhos vão ter que mudar de escola, não poderemos almoçar fora com frequência, nem dar aquele brinquedo que eles tanto querem….afffffff, confundimos tudo!!! Queremos dar amor em excesso, queremos estar ao lado dos nossos filhos em tempo integral, mas também queremos que eles tenham uma vida de reis e rainhas!!! Nem tudo na vida é possível…na verdade, este assunto é quase filosófico… a discussão nunca acaba, sempre há um porém, contudo, entretanto!

Admiro amigas que deixaram tudo para se dedicar ao filho e hoje se reinventaram para terem uma vida financeira estabilizada, mas também admiro as minhas amigas super profissionais que lidam com tranquilidade esta questão  e quando estão com os filhos, aproveitam cada segundo!!! E hoje é que estou colocando em prática (pelo menos tentando), se tenho três horas por dia para ficar com os meus filhos…tenho que transformá-las nas melhores horas do dia deles. Afinal, se eles são a nossa razão de viver, eles têm que saber e sentir que isto é a mais pura verdade….eles têm que saber  que depois que viramos mães, não tomamos nenhuma decisão sem pensar neles…e se estamos pendentes com tempo disponível, precisamos priorizar a qualidade! Precisamos apertar o botão de OFF e estar somente com eles de corpo e alma!

Bom, fácil falar, difícil executar, pois a culpa  está sempre nos assustando!!!

O importante é estarmos felizes, estarmos em busca da felicidade plena! E a culpa não combina com este sentimento, portanto meninas….CULPA NÃO!!! Será que conseguimos???

E vocês….como lidam com este sentimento?

bjs a todas…

 

 

 

 

Fazer uma casinha de bonecas ou de brinquedos para seus filhos é uma boa opção?

Oi gente,

Tudo bem?

Esta ano, juntei e útil com o agradável, e acredito que realizei um sonho meu de menina (sabe aquelas mães que usam os filhos para conquistar o que não conseguiu na infância?!?!?! Apresento a louca EU!!!! hehehehe), mas falando sério…. devido à vários fatores que explico no vídeo, resolvemos construir uma casa de bonecas para a Chiara e que futuramente..será uma casa de brinquedos para o Benício.

No vídeo, explicamos como surgiu a ideia, porque escolhemos alvenaria, como trabalhamos de uma maneira pedagógica com a Chiara, o que foi bom ou ruim….confiram!!!

OBS: No vídeo acabei esquecendo de falar sobre o detalhe de insetos, bichos..nós detetizamos a casinha, então nunca achamos nada..mas orientamos a Chiara e seus amigos para ficarem sempre atentos!!!

Beijão e até mais!

 

O que fazer com os nossos corações quando precisamos viajar sem os filhos???

Meninas….

Vocês já passaram por isto? Eu já….nada agradável!aff…

Na verdade, resolvi escrever sobre este assunto porque semana passada acompanhei o drama de uma amiga nossa blogueira, a Denise Freitas, do blog Mamy de Primeira. Confiram a história dela no blog…

Com o Benício  ainda não precisei viajar, mas com a Chiara aconteceu logo no meu retorno, quando ela tinha 6 meses. Fiquei dois dias fora de casa e o que me salvou foi que trabalhei tanto, mas tanto….que me deparei com a saudade mais na hora de dormir….aí que percebi que não poderia sentir aquele cheirinho gostoso ao meu lado na cama!

Quando cheguei em casa, abracei tanto, beijei tanto…que quase sufoquei a menina!! A partir disso, organizei as minhas viagens para que fossem realizadas em, no máximo, 3 dias, pois mais que isto eu já estaria me jogando do décimo andar…heheheheh

Não sei se vocês têm a mesma opinião que a minha, mas conforme o seu filho vai crescendo ….fica pior, pois quando ele é bebê, ele sente a sua falta, mas não entende o que está acontecendo…mas quando ele começa a falar…..sai de baixo!!! Vc. quer passar por dentro do telefone ou pela tela do skype para poder estar com ele!!! O coração chora quando ele diz: mamãe estou com saudades…quando você vai voltar? Tem que trabalhar muito ainda???

Nestas horas é difícil dar dicas e opiniões, mas seguem algumas “estratégias” que adotamos em casa:

1 – Tente não ficar sofrendo antes da viagem…isto só vai piorar para vc…. fica aquela angústia e vc. não consegue aproveitar os momentos antes da viagem com seus filhos.

2 – Se seu filho já entende a situação, por mais que ele vá sofrer, conte que vai viajar e quanto tempo vai ficar fora…pois já fizemos o teste de contar e não contar e simplesmente desaparecer……foi terrível! a Chiara chorava direto e ficou muito manhosa!!

3 – Quando estiver viajando…tente ocupar, ao máximo, sua cabeça para não ficar com o pensamento em casa…..pode ter certeza que vai sentir bem menos a distância, afinal os seus filhos estão ótimos, pois se acontecer alguma coisa séria, vc. será a primeira a saber.

4 – Não suma da vida do seu filho durante a viagem…. a criança acalma quando tem algum contato por telefone ou pelo skipe (melhor ainda).

5 – Quando voltar, é importante contar como foi legal a sua viagem, pois seu filho não pode associar com algo negativo..ele tem que gostar de ouvir as suas “aventuras” quando estava longe dele (não sei se é certo ou errado, mas lá em casa sempre rola um presentinho de viagem, coisa simples).

Bom, espero ter ajudado um pouquinho com estas dicas, mas quero saber….e vocês? Qual é a estratégia da família???? Quais foram as experiências de vocês?

Um beijão e até mais….

Mamães e Negócios – Thaiane Caetano explicando TUDO sobre o Sling

Oi gente, vocês sabem o que é o Sling?

O Sling  é uma faixa de tecido que serve para carregar o bebê.
Dizem que traz muitos benefícios, tanto para o bebê como para a mamãe. Mas vou deixar esse assunto para a nossa amiga, Thaiane Caetano, que além de saber tudo sobre Sling, produz também. Eu já encomendei o meu…. confiram!