Quase 4 anos se passaram… e finalmente… Estamos de volta!

Olá!!!!!!!

Isto mesmo! Não se assustem, pois apesar de querer muito, não estou grávida novamente! kkkkkk

Apenas faz muito tempo que queríamos voltar, mas sabíamos que ainda não estávamos preparados.

Ouvi muito, mas muitooooo: Camila não acredito que vc deixou tudo para trás. Na verdade, não deixamos, pois o Blog da Família continuou vivo por todos estes anos, ajudando milhares de famílias pelo Brasil e fora dele. Apenas precisávamos escolher, naquele momento o que queríamos ser: blogueiros profissionais focados nesta carreira ou focar na nossa carreira dentro do setor de Educação que já trabalhávamos há muito tempo.

Muitas coisas aconteceram nestes quase 4 anos (temos muitas experiências para compartilhar):

1 – As crianças cresceram (hoje a Chiara tem 8 anos, o Benício não é mais meu bebê e tem 5 anos e, agora, para chocar, a Marina é maior de idade, tem 18 anos – detalhe: acabou de tirar carta)

 

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2 – Outra realidade que não podemos negar é que o casal 20 está mais velho kkkk, mas também mais amadurecido em diversos setores da vida: tanto familiar, como profissional e também na nossa vida de casal e de indivíduo, como SER único.

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3 – Mudamos de Santos para Curitiba… trabalhei na escola que estudei no Ensino Médio (depois não acreditam que o mundo é pequeno e dá voltas). E pela primeira vez, resgatei memórias e lembranças da infância e da adolescência. Foram quase dois anos muito bem vividos e com muita nostalgia…. “filha, era nesta praça que sua mãe vinha brincar quando tinha a sua idade”, frequento este restaurante desde a idade do Benício”… nem preciso continuar, né? kkkkkkkk

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4 – Porém o sonho Curitibano acabou em outubro de 2015 e voltamos para a nossa terrinha Ribeirão Preto por questões, como sempre, profissionais. E pela primeira vez na minha vida, tive problemas em me adaptar novamente à cidade (e olha que achei que nunca passaria por isto, afinal mudar sempre foi algo normal em minha vida desde pequena: já devo ter morado em umas 20 residências diferentes, mudei de escola umas 8 vezes e de cidade mais umas mais umas 9 vezes).

 

5 – E esta dificuldade de adaptação despertou dentro de mim uma nova Camila que ainda está se descobrindo e tentando se entender como mãe, esposa, filha, profissional, mulher, ou seja, minha missão no mundo. (Para este assunto em especial, teremos muito o que falar kkkk).

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6 – E esta nova Camila começou a procurar e descobrir novos caminhos, novos hobbies, novas atitudes….

7- Busquei algo que sempre tive vontade, mas nunca fiz com constância – Agir na área social – trabalho voluntário junto com a Família inteira (experiência está sendo fantástica, principalmente para as crianças).

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8 – Busquei cursos nesta área para entender mais sobre como GERAR IMPACTOS SOCIAIS, isto mesmo, hoje sou certificada internacionalmente – Posso atuar como Gerente de Projetos Sociais.

9 – No meio do caminho, conheci pessoas maravilhosas, uma delas fez com que eu relembrasse dentro de mim o meu INGLÊS. Sim, hoje sou fluente na língua e presto um serviço social de Monitoria em uma Instituição de Ensino Superior em um grupo avançado de inglês.

10 – Consequentemente, comecei fazer cursos online em Inglês pela plataforma do EDX.
– Fiz pela Universidade de Michigan um curso de Social Work,
– Pela MIT um curso de Desenvolvimento de Políticas de Desenvolvimento,
– E agora estou fazendo um de Harvard sobre o Engajamento Familiar na educação dos filhos. (estou me achando kkkk)

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11- E os planos não param por aí, além do meu trabalho tradicional com Educação, meu marido e eu resolvemos pensar no nosso futuro (já que aposentadoria não será MESMO a solução). Faz 1 mês que adquirimos uma LOJA ONLINE DA POLISHOP (agora sou empreendedora)!

Vejam o link: www.polishop.com.vc/camilalorenz

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12 – Ufaaaaaa, agora vamos falar da coisa mais importante… e a FAMÍLIA VIVER BEM BOM, como está? Mesmo com todos estes furacões bons em nossas vidas, estamos sempre unidos e em primeiro lugar. Lógico que agora, as preocupações são outras… as crianças já são quase independentes kkkkk (brincadeira), mas, na real, assusta e muito… ao mesmo tempo nos enchem de orgulho e amor a todo momento. Mas tb tenham a certeza que será assunto de muitos posts.

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Meus queridos, o que estava faltando era tomar a decisão e voltar para este nosso BLOG que sempre cuidamos com muito carinho. E quando percebemos que mesmo desatualizado, ele chegou em mais de meio milhão de acessos, isto nos deu forças para voltar e continuar ajudando, aprendendo, evoluindo com todos vocês, nossos leitores.

Tenho certeza que já escrevi demais, mas a FELICIDADE que estou por dentro é indescritível…. Escrever este post para vocês comunicando a notícia “we are back again” fez muito mais bem para mim do que para qualquer um de vocês, acreditem nisto!!!!

 

 

 

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Então por este grande motivo, quero terminar este post, com duas palavras…. OBRIGADA E GRATIDÃO. Sem vocês não saberíamos o quão importante é o nosso papel para muitas famílias comuns, como nós, que querem como um bem maior, A FELICIDADE DOS SEUS FILHOS.

Até breve.

Família Viver Bem Bom

 

Vocês tiveram depressão pós-parto? Eu ainda não sei…

Oi gente!

 

Esta semana recebi o convite da Revista Pais & Filhos para escrever sobre “depressão pós-parto”, que é o tema deste mês da Campanha Culpa, Não!

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Na mesma hora pensei: eu não tive depressão pós-parto, não posso escrever sobre este assunto! o que fazer?

Depois de 2 segundos parei e pensei: será que realmente não tive? hummm… vamos analisar!

Bom, fiquei na dúvida por que, como todos sabem, já escrevi AQUI  sobre isso: na primeira gravidez eu não tinha noção de nada, então tudo que consegui fazer e aprender foi um ganho para mim. Não houve frustrações porque não havia expectativas geradas. Aprendi a ser mãe e a dividir este amor para continuar a ter uma relação saudável com meu marido, mesmo com todas as mudanças.

Já na segunda gravidez, tudo foi muito tranquilo, porque já “SABIA” tudo a meu ver, já sabia tudo que iria acontecer… (coitada de mim, né?!?). Realmente, você já é mais experiente: já sabe o que levar para a maternidade, já sabe a quantidade de roupas que deve comprar ou não, o que foi útil, já sabe o que pode ou não comer…. mas, infelizmente, emoções e sentimentos não conseguimos controlar, mesmo sabendo o que é melhor ou o que é óbvio, não é?

E foi assim que aconteceu: fui para a maternidade, Benício nasceu, a Chiara foi a primeira pessoa que viu o irmão depois da sala de parto, passamos a noite no hospital e….fomos para casa!!! Na minha cabeça, tudo seria normal como na primeira vez, só esqueci de um detalhe: AGORA TENHO DOIS FILHOS!!!

Aí que minha “depressão pós-parto” (não sei se posso chamar deste jeito) começou: o que fazer  para dar atenção aos dois com a mesma qualidade? Como explicar para a Chiara que naquele momento, não poderia brincar com ela, pois estava dando de mamar… como poderia entender que estava sozinha com o Benício, pois meu marido tinha que sair sozinho com a Chiara para distraí-la… queria todos ao meu redor, precisava de atenção, precisava dar atenção! Como entender que de manhã, antes do Benício nascer,  ela era exclusiva e agora depois de alguns minutos, não mais!!!

Hoje, falo para vocês que AMO os dois igualzinho e não tem como separar, medir ou exemplificar… eles para mim são únicos, são meus tesouros!!! Mas, como foi difícil no começo, sentia muita falta da Chiara, de estar com ela, dar atenção, brincar, ajudar. Nem preciso falar que chorei muito, sofri, fiquei deprimida, mas como tudo na vida, com o tempo, tudo passa!

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Aprendi que não sou culpada, aprendi que há momentos que um precisa mais de mim que o outro, aprendi a ensinar que eles necessitam entender que SOMOS FAMÍLIA e que todos precisam doar e receber, não da mesma forma, nem ao mesmo tempo, mas com grande INTENSIDADE!

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Agora me pergunto: será que estes sintomas tem algo a ver com algum tipo de depressão pós-parto? Em nenhum momento houve rejeição ao Benício, muito pelo contrário, mas houve o vazio formado com a falta da Chiara…complicado, né?

 

Bom, como gosto de dividir experiências, sempre deixei claro que espero ter o meu terceiro, quarto, quinto… filho!!! Afinal, só assim para saber o que acontece, né??? hehehehehe

Agora, é com vocês… tiveram ou não depressão pós-parto? Quais sintomas? Como melhoraram? Por favor, contem tudo!

 

um grande bj e até mais!

 

Você já está com saudades da BARRIGA da sua gravidez???

Meninas….

Como são estranhos os nossos sentimentos, né? Quando estamos grávidas, queremos que nasce logo…quando nasce, queremos a barriga de novo!!! Vai entender…somos mulheres, né????

Comigo foi muito diferente uma gravidez da outra: na da Chiara, eu passei muito mal, então não via a hora que ela nascesse, já do Benício, como sabia que, provavelmente, não ficaria grávida novamente, quis aproveitar até o último momento…se o médico falasse para mim que ele ia nascer de 50 semanas (hehehe) para mim estaria ótimo!!! Valorizei bem mais o status “estar grávida” – cada momento…cada mexida!!!

Atualmente, ainda não estou com saudades da barriga (o Benício está com 8 meses), mesmo porque acredito que não sentimos saudades da barriga em si, mas da sensação extrordinária de sentir o bebê mexer dentro dela!!! Hoje, olho para os meus filhos e fico imaginando como eles puderam ficar tanto tempo lá dentro…é fantástico!!!

No meu caso, a saudade da barriga vai aparecer quando a vida estiver mais “normalizada”, ou seja, quando o Benício ficar um pouco independente como começar a andar, falar…na primeira vez aconteceu quando a Chiara tinha 1 ano e meio, mais ao menos…mas agora não pretendo engravidar novamente…ishiii, mas como vou fazer para matar as saudades!?!? hehehehe (Juninho, brincadeira, não precisa infartar…)

O importante é termos a consciência do momento lindo e único que passamos durante a gravidez e aproveitá-lo o máximo possível e, acima de tudo, agradecer a Deus que nos deu esta oportunidade que nem todas as mulheres têm. Por coinscidência, hoje eu li um post de uma amiga minha, a Flávia de Aguiar, do blog Gravidinhas e Mãezinhas que, no mínimo, me fez refletir tudo isso e agradecer muito ao nosso Pai Maior por ter tido esta benção mágica. Vale a pena conferir: http://gravidinhasemaezinhas.blogspot.com.br/2012/09/rodriguinho-uma-historia-de-fe-e.html

Bom, mas pensando do” lado científico do assunto”, fui atrás de uma matéria da UOL que fala sobre este assunto e sobre o nosso emocional  logo após o pós-parto. Confiram:

“Durante  nove meses que duram uma gestação, a mulher vira o centro das atenções e dos cuidados do seu círculo pessoal e até mesmo de desconhecidos. Todos se preocupam com seu bem-estar e conforto. Afinal qualquer contratempo pode prejudicar sua saúde e a da criança que ela carrega no ventre.

Ao dar à luz, no entanto, mal sai da sala de parto, a nova mãe encontra um contexto bem diferente: encantadas com o recém-nascido, as pessoas deixam de paparicá-la e só têm olhos –e colo, carinho, zelo– para o bebê. Algumas mulheres encaram essa troca numa boa. Outras, porém, mesmo maravilhadas com a maternidade, vivenciam uma espécie de “luto da barriga”, com uma saudade intensa de uma fase em que eram mimadas e ainda não tinham de lidar com noites mal dormidas, choro contínuo e fraldas sujas.

Segundo Ana Merzel Kernkraut, coordenadora do Serviço de Psicologia do Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo, o que geralmente acontece é que algumas mulheres se sentem fragilizadas devido às alterações hormonais, físicas e emocionais que ocorrem durante o parto. Essas mudanças exigem um tempo de acomodação, no qual é necessário o apoio da família ou até de profissionais para auxiliar nos cuidados com o bebê.

QUANDO A TRISTEZA NÃO PASSA

Se após cerca de dez dias do parto a mulher ainda não se sentir bem emocionalmente, é hora de pedir orientação ao obstetra.

“Não é comum a mulher ficar triste e enciumada em função das atenções irem para o bebê, mesmo porque ela também o terá como seu foco”, explica a psicóloga Ana Merzel Kernkraut, do Hospital Albert Einstein.

Ana afirma que a mãe que quer ficar em primeiro lugar diante do nascimento do filho ou que se sente extremamente preocupada a ponto de não confiar a ninguém os cuidados com a criança também requer ajuda médica.

Segundo o ginecologista e obstetra Sérgio Floriano Toledo, os casos em que a mulher sente medo de cuidar do bebê ou ansiedade excessiva em relação ao cotidiano podem sinalizar depressão pós-parto.

“O problema costuma aparecer por volta da terceira ou quarta semana após o nascimento da criança e acomete de 10% a 20% das mulheres.”

Se o diagnóstico for confirmado, é necessário tratamento adequado com psicoterapia e/ou medicamentos.

“Trata-se de um fenômeno conhecido como ‘baby blues’, que é um estado leve de depressão. A mulher pode se sentir entristecida, chorosa e até regredida emocionalmente”, explica a psicóloga. Na maioria dos casos um estado transitório, o “baby blues” pode evoluir para a depressão pós-parto e é preciso estar atento para perceber quando o limite da tristeza foi ultrapassado.

De acordo com Sérgio Floriano Toledo, da Sogesp (Associação de Obstetrícia e Ginecologia de São Paulo), essa manifestação, também chamada de tristeza pós-parto, acomete em menor ou maior grau de 50% a 80% das mulheres que acabam de dar à luz.

“Os sintomas incluem crises de choro, ansiedade, irritação e falta de concentração e surgem depois de três ou quatro dias depois do parto”, conta o especialista. É uma fase em que é preciso se acostumar a ser uma “ex-grávida”  e que parece que nunca mais vai embora, mas some naturalmente após uns dez dias aproximadamente.

“Entender que o ‘baby blues’ é natural e transitório ajuda muito a enfrentá-lo”, diz Toledo. Embora o sentimento seja passageiro, a atenção da família é fundamental no período pós-parto, não importando se a mulher é mãe de primeira viagem ou se o bebê é seu segundo ou oitavo filho. É fundamental não sentir culpa pelos sintomas. Muitas mulheres, mesmo felizes com a criança, sentem saudade da presença da barriga, de acariciá-la, dos movimentos do bebê que sentia.

Quem se identificou pode respirar aliviada: isso é perfeitamente normal e mais comum entre aquelas que tiveram uma gestação agradável, sem sustos ou incômodos. “Para quem planejou e curtiu muito a gravidez, é natural sentir saudade dessa fase, pois é a lembrança de um bom período e sentimos falta das coisas boas pelas quais passamos na vida”, diz Ana Merzel Kernkraut, do Hospital Albert Einstein”

 

E vocês, já sentem saudades da BARRIGA?

bjão a todas e até mais.